A quarta temporada de The Witcher marcou um ponto crítico para a franquia. Com 59% de aprovação da crítica e apenas 19% do público no Rotten Tomatoes, a produção da Netflix enfrentou sua pior recepção até agora. A troca de Henry Cavill por Liam Hemsworth no papel de Geralt gerou debates intensos, mas a insatisfação dos fãs já vinha crescendo devido ao afastamento do material original de Andrzej Sapkowski.
Enquanto isso, uma reviravolta inesperada surgiu nos quadrinhos. Lançada pela Dark Horse em janeiro, a minissérie The Witcher: Blood Stone reconectou o público com a essência do personagem. A primeira edição conquistou nota 4,1 de 5 no League of Comic Geeks, com avaliações “muito positivas”. O motivo? A história simples e direta: Geralt caçando monstros.
The Witcher corrige problema
Na trama, o bruxo investiga o desaparecimento de caçadores de tesouros em minas anãs antigas, onde rumores falam de uma criatura com chifres escondida nas profundezas. Entre montanhas traiçoeiras e cavernas labirínticas, o foco retorna ao que sempre funcionou — atmosfera sombria, mistério e ação concentrada no Lobo Branco.
Apesar das críticas, alguns analistas defendem que a série evoluiu ao expandir o protagonismo de Yennefer e Ciri. Ainda assim, o sucesso dos quadrinhos mostra que, para muitos fãs, The Witcher brilha mais quando mantém Geralt no centro da caçada.