Top Mix: As patricinhas mais amadas das séries de TV

Imagem: FOX/Divulgação

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Olá! Hoje o Top Mix é dedicado as queridas e populares patricinhas. Mas quem elas são? O que comem? Onde vivem? Indo para o estereótipo padrão, patricinha é aquela mulher arrumada, da moda, consumista, mimada e fresca; uma mulher que tem uma vida luxuosa, bancada geralmente pelo papai. Nos dias de hoje, poderíamos chamar de socialites, que são vistas em número alto por aí, não é mesmo? Nas séries, a coisa não é diferente, acaba que sempre estilizam uma mulher neste tipo, mas às vezes para mostrar que ela não é só um rostinho bonito – às vezes. A verdade que muitas mulheres que tem este estilo de vida são consideradas chatas, frescas e fúteis, e as séries de TV, as vezes, tentam quebrar este prejulgamento. Porque uma mulher pode ser linda, rica e vaidosa, mas também inteligente, excelente pessoa e gente boa. São estas as mais amadas no mundo das séries, mas vou lhe contar um segredo: as padronizadas burrinhas e fúteis também têm a sua fama. Mas não importa, na coluna de hoje não tem para mulher chata! Vem conferir comigo as patricinhas mais amadas das séries de TV!

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(Por Paula Reis)

 

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Beth-Behrs-Caroline-Channing10) Caroline Channing (2 Broke Girls)

A típica filhinha do papai, novaiorquina, criada na ilha de Manhattan, ex-aluna da Ivy League, viajada, bem relacionada e poliglota, Caroline Channing caiu de mala e cuia no Brooklyn, após perder sua fortuna e seus privilégios por conta do envolvimento de seu pai em escândalo financeiro. Caroline foi do hype Upper East Side ao hipster Williamsburg. Foi obrigada a trocar apartamento de luxo, limousines, boutiques e lugares badalados por um quarto e sala, metrô, brechós e, claro, pela Williamsburg Diner, onde conheceu sua inseparável escudeira, sócia, colega de quarto e amiga, Max Black. Apesar de nos causar picos de irritação e chatice com sua voz estridente, seus surtos de egocentrismo e a eterna vontade de retornar à vida de glamour e riqueza, Caroline é uma releitura e, de certa forma, uma homenagem a suas antecessoras, cumprindo direitinho o estereótipo que lhe cabe. Mesmo vestindo aquele uniforme mostarda chinfrim, Caroline não larga as pérolas e nem desce do salto! (Por Melina Galante)

 

marcusgohmarcusgoh-modernfamilys06e07review-49) Haley Dunphy (Modern Family)

Em uma série que desconstrói clichês, Haley é um sopro de criatividade de texto – mesmo que a personalidade da moça siga um roteiro programado para o gênero. Linda, engraçada e, claro, burra. Haley não é loira, mas é quase um tapa na cara dos movimentos feministas que tentam desconstruir a beleza e desvinculá-la da falta de inteligência; ela é bonita, sabe disso e é só isso mesmo. A beleza é sua principal arma. Haley não conseguiu se segurar na faculdade, nem em algum emprego de verdade. Ainda assim, mesmo sendo uma patricinha clássica, ela conseguiu fugir do clichê da chatice, da maldade. Com um coração enorme, ela está sempre pronta para ajudar a família (do seu jeito, claro). Sem contar que a sua história de amor com Andy fez a personagem evoluir demais, e é uma das abordagens mais interessantes do clássico “nerd + patricinha”, muito amor esses dois. (Por Letícia Bastos)

 

brooke-davis8) Brooke Davis (One Tree Hill)

Antes de se tornar uma mulher de negócios, Brooke Davis nada mais era que uma patricinha no começo de One Tree Hill. Nascida em berço de ouro, a personagem era aquela típica garota norte americana de dar inveja. Linda, que podia ter qualquer garoto aos seus pés – por mais que lhe interessasse apenas o Lucas -, líder de torcida, popular, e modelo de referência entre as demais adolescentes da sua faixa etária. A jovem sempre teve classe e estilo, até que anos depois perdeu tudo e teve que recomeçar sua vida do zero. Mesmo com seus altos e baixos, além de termos visto sua transição de garota para mulher em nove temporadas, Brooke sempre carregou consigo seu lado patricinha, nos fazendo amá-la mais que o costume. (Por Eduardo Nogueira)

 

8c5037a0-ffbb-0131-075b-0eae5eefacd97) Summer Roberts e Marissa Cooper (The O.C.)

Em The O.C., Marissa Cooper chama atenção por ser linda e popular. Mas como toda adolescente, sofre com relacionamentos e paixonites. Ela é a patricinha revoltada, que tem problemas na família e acaba sendo extremista e radical muitas vezes, abusando do álcool, entre outras ousadias. Apesar disso, ela divou boa parte do seriado não só pelo seu estilo, mas também, pela pessoa que é e como enfrentou os milhares problemas que teve ao longo da vida. Vimos altos e baixos de Marissa até sua morte na terceira temporada. Outra querida que conquistou o público na série é Summer. Eu diria que ela é até mais patricinha que sua melhor amiga Marissa. Summer é doce e gente boa, mas não deixa de ser a típica paty com suas roupas, estilo, frescuras e vaidades. Seth sempre foi apaixonado por ela e nós entendemos o por quê. Mesmo com crises de identidade, expulsão da faculdade, namoro a distância, luto e outros obstáculos, Summer continuou linda e diva. As duas amigas tinham que estar nesta lista. (Por Paula Reis)

 

chanel-oberlin6) Chanel Oberlin (Scream Queens)

Rica, bela, loira, estilosa e maquiavélica. Senhoras e senhores, apresento-lhes Chanel Oberlin. Emma Roberts rouba a cena com a patricinha toda vez que aparece em Scream Queens, mostrando quem manda ali. Totalmente fútil, a personagem não tem limites para absolutamente nada nessa vida, e acha que tudo se resolve com dinheiro. Sempre pronta para humilhar quem estiver ao seu lado, a jovem consegue atrair uma legião atrás dela. Seu impacto na cultura pop é tanta, que ela inclusive tem sua própria data comemorativa, o icônico Chaneloween. A primeira temporada da série pode não ter sido “aquelas mil maravilhosas”, porque realmente não foi, mas Chanel com certeza foi uma das poucas coisas que deram super certo nessa produção de Ryan Murphy. Se o segundo ano de Scream Queens ter um foco totalmente diferente, de acordo com rumores que circulam, tornando a atração antológica, pelo menos a patricinha mais perversa do show já se tornou imortalizada em nossos corações. (Por Eduardo Nogueira)

 

frase-hanna-pretty-little-liars347635) Hanna Marin (Pretty Little Liars)

Hanna é a típica patricinha, linda, vaidosa, estilosa, a mais popular do colégio. Ela é aquela garota que dita moda no colégio e chama atenção por onde passa. Em PLL, Hanna é a mais romântica da turma. Mas engana quem pensa que ela sempre foi assim. No passado, ela era gordinha e lutou muito para emagrecer. Logo, agora aproveita para valorizar suas curvas com roupas sexys e looks invejáveis. Das quatro meninas, ela é a mais franca e sempre diz o que pensa, mas não deixa de ser gente boa e gentil. Hanna ainda é carinhosa, divertida e amiga. Com certeza é uma das patricinhas mais queridas da TV! (Por Paula Reis)

 

rachel-green4) Rachel Green (Friends)

A patricinha oficial da série favorita de muita gente chegou no piloto como um verdadeiro clichê do gênero: noiva em fuga do próprio casamento, acostumada com as mordomias do cartão de crédito do papai, com as festas da sociedade e com o “ex futuro” noivo rico que a enchia de presentes – mas não daquilo que realmente importava. Ali no sofá do Central Perk, descobrimos Rachel. Em um primeiro momento, “torcer o nariz” para a moça era normal, e também a verdadeira intenção da sua chegada triunfal – mas os mais observadores notavam que ali estava a personagem que mais reviravoltas sofreria nos 10 anos de Friends. De patricinha mimada que não sabia fazer nada, vimos Rachel correr atrás dos seus sonhos, virar uma alta executiva super competente. Se ela se sentia sozinha, se parecia imatura, logo ela tratou de virar mãe do bebê mais lindo do universo das séries, Emma. Ela também nunca desistiu do amor, tentou várias vezes e no final descobriu que ele estava ali do lado mesmo. Ok, nós já sabíamos disso desde o início, mas o nerd e a patricinha precisaram sofrer e aprender muito durante 10 anos para que, no fim, esse amor pudesse finalmente ser perfeito, para que os dois estivessem na mesma sintonia. De longe, uma das patricinhas mais queridas de todos os tempos. (Por Letícia Bastos)

 

carrie3) Carrie Bradshaw (Sex and The City)

A patricinha madura, ligada em moda e rainha de Nova Iorque. Não existe definição melhor para a protagonista de Sex and the City. Carrie e suas três amigas (Miranda, Charlotte e Samanta) são as rainhas de NY, mas quem é diva mesmo é a loira mais complicada em relacionamentos. Peças combinando, roupas da moda e uma fiel bolsa de marca fazem Carrie arrasar por onde passa. Ela é um mito da moda e um exemplo de tendência. O problema é que Carrie não seria a Carrie de quem amamos se não fosse por suas melhores amigas. Assistir Sex and the City é assistir uma versão mais adulta do filma As Patricinhas de Beverly Hills, onde os problemas são mais sérios e o romance faz parte da vida social. Nesse comparativo, não há dúvidas que Carrie é uma Cher mais madura, embora ainda exista aquele ar de inocência adolescente perdida nela. E sem suas BFF’s, Carrie não seria nada e apenas uma garota com bom gosto morando na cidade mais agitada dos EUA. Dá muita vontade de ser amigas delas, não dá? (Por Gabriella Siggia)

 

1990_beverly_hills_90210_0022) Kelly Taylor (Beverly Hills, 90210)

O criador jamais superará a criatura? Pelo menos neste caso a resposta é sim. Kelly Taylor chegou como personagem secundária na série sobre os jovens moradores do CEP mais bombado da costa oeste estadunidense e engoliu Brenda Walsh, a irmã gêmea insossa do mocinho. E cresceu ainda mais depois da saída de Brenda. Em um grau elevadíssimo de estereotipação, de início foi apresentada uma Kelly fútil, narcisista, regada de privilégios e cheia de vontades. Andava de carrão, morava em uma mansão e o que mais curtia fazer era conquistar os garotos mais bonitos do colégio e passar as tardes nos shoppings. Ou seja, a típica prom queen das escolas norte-americanas, neste caso do West Beverly Hillls High School. Entretanto, com o passar das temporadas, a personagem foi além. Tenha sido pelos diversos problemas pessoais, amorosos ou profissionais – a lista é longa: mãe ausente e dependente química, envolvimento com drogas pesadas da própria personagem, estupro e assédios sexuais, aborto, entre muitas outras coisas. Kelly evoluiu como persona, virando o rosto e a alma da série. Tem como não amar? (Por Melina Galante)

 

blairserena1) Blair Waldorf e Serena Van Der Woodsen (Gossip Girl)

Ah essa duplinha! S e B flagradas nas escadarias do MET. Duas extremidades de uma amizade conturbada de longa data, regada a embate pelos boys, pelo poder e por quem reinaria no Upper East Side de Manhattan. A it girl problemática versus a princesinha manipuladora. É, Gossip Girl poderia muito bem ter se chamado Amigas & Rivais (sim, aquela novela do SBT), não fosse o glamour e a produção com grana, ? De início, a série pareceu criada para Serena, ao expor o arrependimento e a tentativa de redenção da menina, mas foi Blair quem conquistou os nossos corações. Tanto que as storylines da Queen B foram ficando cada vez maiores e mais emocionantes, se comparadas  às chatices repetitivas de Serena. Roupas de grifes, lugares exclusivos, viagens internacionais como se fossem pontes aéreas, colégios particulares, coberturas, dinheiro, drogas, luxo e muita, mas muita ostentação regaram a série e fizeram de Blair e Serena, as esnobes privilegiadas, duas das patys mais amadas do mundo das séries. Tramas rasas e fúteis de lado, não deixou de ser um Sex and the City para adolescentes. (Por Melina Galante)

 

desperate-housewives-and-gabrielle-solis-galleryMenção Honrosa: Gabrielle Solis (Desperate Housewives)

Um dos grandes atrativos de Desperate Housewives era Gabrielle Solis, interpretada com maestria pela sempre divertida Eva Longoria. A personagem foi, desde o piloto, o exemplo de como ser uma boa patricinha ou uma esposa troféu, dependendo apenas do ponto de vista, porque mesmo quando passou por dificuldades financeiras, quando Carlos, seu marido, ficou desempregado, ela nunca desapegou do luxo, das roupas caras, dos móveis importados e do jardim impecável. É verdade que ela não provocou ódio em ninguém, mas, em vários momentos, fazia questão de semear um pouquinho de inveja nas vizinhas do saudoso bairro de Wisteria Lane. Não sejamos injustos de dizer que nunca trabalhou na vida, pois ela cortou a grama e lavou a louça, mas cá entre nós? Ela gostava mais de transar com o jardineiro na mesa de jantar, do que realizar quaisquer tarefa doméstica. (Por Bernardo Vieira)

 

E aí, concorda? Qual patricinha você gosta mais?