Top Mix: Mortes bizarras

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Fala galera, como estão todos? Depois de algumas semanas atrás termos falados daquelas mortes que foram chocantes, agora é vez de falarmos daquelas que foram bizarras. É, meus amigos, algumas séries tiveram desfechos meio sem noção e totalmente trash de alguns personagens. Olha, foram tantas perdas bem “wtf?!”, que olhando para os escolhidos da semana e a forma como morreram, apenas não temos o que falar, apenas sentir. Se segura, porque as coisas estão tensas.

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Como quem avisa amigo é, esse Top pode contar SPOILERS. Portanto, se você não está em dia com Revenge, Drop Dead Diva, The Originals, The Walking Dead, The Vampire Diaries, Grey’s Anatomy, Seinfield, Jane The Virgin, Lost, Two And A Half Men, Nip TuckSix Feet Under, simplesmente não nos responsabilizaremos pelas consequências. (Por Eduardo Nogueira)

 

SPOILER ALERT

SPOILER ALERT

 

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10) David Clarke (Revenge)

O que fazer quando a moral da história do seriado vai para o ralo? Pois bem, para quem é fã do seriado e até mesmo para aqueles que nunca assistiram, sabem muito bem que a história gira em torno de uma vingança contra os responsáveis pela destruição do pai da protagonista e sua morte. Mas tudo isso foi infundado quando descobrimos que David Clark não morreu. Lá na season finale (perfeição em pessoa) da 3ª temporada, o personagem apareceu para matar Conrad Grayson e selar sua vingança pessoal com o homem que destruiu sua vida. A partir daí vimos um David confuso, atrapalhado e cheio de mistérios. Tudo bem que choramos com o reencontro de pai e filha; que torcemos para os Clarks serem felizes. Mas a vida dá muitas voltas e a baixa audiência fez com que Emily/Amanda tivesse que se despedir do pai pela 2ª vez. Se na primeira vez que ele morreu foi por conta de uma facada na prisão, a segunda foi do coração. Sim, quando todos pensavam que pai e filha viveriam felizes para sempre, mesmo depois da suposta ideia de que Emily só sobreviveu graças ao transplante de coração que recebeu da sua arqui inimiga Victoria Grayson, David morreu de uma forma tão broxante quanto o final da série. Ou vocês acham que depois de tudo pelo o que eles viveram a segunda morte dele não foi tão sem sal? Se fosse para ele ressuscitar dos mortos e morrer na antiga casa dele, não seria melhor nunca terem trazido David de volta? Pelo menos a vingança foi feita e ele morreu de causas naturais, evitando mais mi mi mi para nós fãs da saga de Emily Thorne. (Por Gabriela Siggia)

 

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 9) Grayson Kent (Drop Dead Diva)

Drop Dead Diva foi uma série que começou com uma morte trash, já que Deb morreu vítima de um acidente de carro um tanto estranho. Mas, definitivamente, a morte do Grayson foi a mais trash da série inteira. Faltando alguns capítulos para o final da última temporada, o personagem levou um tiro devido a um caso criminal em que estava envolvido. Após operar, ficar bem e pedir Jane/Deb em casamento, ele morreu por causa de um estilhaço de bala que chegou em seu coração. Quando chegou ao “céu”, seguiu os passos de Deb e também apertou o botão de “retorno”, voltando à vida na pele de outro homem. O que é bizarro nisso tudo? Primeiro, acompanhamos durante toda a série a paixão da Jane por Grayson e quando ela finalmente consegue (re)conquistar seu amor, ele morre. E, durante seis anos, vimos o personagem ser representado por um ator e, faltando dois episódios para o final, tivemos que nos conformar com um outro que, além de ser um estranho para a série, não tinha a mínima química com o seu par romântico. Se a intenção dos produtores foi transmitir ao público a mensagem de que os dois eram almas gêmeas, em qualquer corpo que estivessem, até deu para entender, mas que ficou estranho e completamente trash, isso ficou! (Por Fernanda Azevedo)

 

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8) Esther Mikaleson & Dahlia (The Originals)

As irmãs bruxas deram o que falar na segunda temporada de The Originals. As duas tinham um objetivo em comum, apesar dos propósitos serem diferentes, que era ter posse da pequena Hope, filha de Klaus. Quando jovem, Esther recorreu a Dahlia para que pudesse engravidar, porém pagou um alto preço ao ter que entregar sua primogênita, Freya, para a irmã. Após o ocorrido as duas se afastaram, e séculos depois a vilã ressurge para se apossar de sua sobrinha neta, devido ao ritual da bruxaria feita no passado, que era justamente ter em suas mãos o primogênito de cada geração da dinastia formada pela matriarca da família Mikaelson. Klaus e seus irmãos fizeram de tudo para impedir que a megera se aproximasse da bebê, mas foi Esther que conseguiu deter sua irmã num último acerto de contas. O que era para ser um momento comovente, em que as duas finalmente se perdoavam, acabou sendo bizarro. Deu para ver que ambas deixaram todas as mágoas do passado de lado, resultando em suas mortes, porém a forma como isso aconteceu foi a gota. Sério mesmo que as bruxas morreram abraçadas relembrando dos tempos que eram meras camponesas, e então sendo mumificadas. Julie Plec, assim fica muito difícil te defender, minha cara! (Por Eduardo Nogueira)

 

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7) Beth Greene (The Walking Dead)

Beth Greene (Emily Kinney) era uma personagem satélite. Não fedia, nem cheirava, só estava ali orbitando em volta de personagens mais relevantes. Suas maiores funções na série eram: reclamar da vida, tentar suicídio, ser babá da filha de Rick, e material pro Carl passar mais tempo no banheiro. Era questão de tempo uma menina tão frágil virar janta de morto-vivo. Porém, no fim do arco da prisão, a irmã da Maggie teve um grande crescimento e amadureceu quando passou a fazer dupla com Daryl Dixon. Vimos ali uma relação de amizade florescer (embora os fãs quisessem que rolasse algo a mais), até a menina ser levada para o hospital Grady Memorial. E aí veio o grande problema. Beth já era querida pelo público e foi uma das personagens mais importantes da quinta temporada, até ser morta de forma bizarra e inesperadamente burra, pois não é nada inteligente atacar com uma tesoura, alguém que está empunhando uma pistola. Sua morte foi literalmente de explodir a cabeça (sim, isso foi humor negro), e deixou a impressão de que tudo que a filha de Hershel passou até ali, todo seu amadurecimento, havia sido uma perda de tempo. Fato é que Game of Thrones tem a fama de descartar personagens do nada, mas The Walking Dead não fica muito atrás. (Por Erik Wilhiamis)

 

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6) Kai Parker (The Vampire Diaries)

Poderia falar de muitas mortes bizarras, mas não podia deixar passar a do menino Kai, na season finale da 6ª temporada de The Vampire Diaries. O personagem recuperou um pouco do oxigênio da série ao trazer o típico vilanismo que fazia Elena e Cia tremerem na base. Um traço que tinha desaparecido desde que Klaus foi para New Orleans. Kai foi uma grata surpresa neste respectivo ano de TVD, e merecia uma morte mais elaborada. Tipo, um pedala na cabeça? Não, senhor! Ok que morrer assim não é tão bizarro, afinal, é dessa série que falo, onde coisas insanas acontecem o tempo todo. Porém, o gêmeo do mal, que sambou em Mystic Falls e que quebrou a monotonia de grande parte dos episódios, merecia um capote mais caprichado. Foi muito do nada: uma hora ele estava ali, quase matando a Bonnie e, depois, ploft, cadê?Dava para investir em algo que fizesse jus ao vilão, independente da saída do Chris ter sido confirmada já no meio desta temporada. Mágoa eterna por ter perdido meu crush emo gótico dos anos 90 de um jeito muito simples e… Bizarro! (Por Stefs Lima)

 

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5) Heather Brooks (Grey’s Anatomy)

Para quem acompanha os dramas médicos e políticos da série de Shonda Rhimes, sabe que ninguém está a salvo. Principalmente em Grey’s Anatomy, onde estamos nos encaminhando para 12ª temporada. A morte sempre esteve presente, por muitas vezes trágicas que marcaram os fãs e dividiram opiniões. Mas como o Top Mix de hoje vai falar das mortes trashs ou WTF?!, selecionei uma mais recente. No inicio do 9º ano, após o trágico acidente de avião, fomos apresentados aos novos internos. Entre eles, uma se destacou pelo seu humor, Heather Brooks. Dos novos internos, ela era a que eu mais gostava sem sombra de dúvida. Mas na season finale, eis que o carrasco Shondanás dá as caras e resolve eliminá-la da trama, adivinhem como? Com um choque! Sim! Ela foi eletrocutada e morreu, sem mais nem menos. Não acreditei quando vi a cena, principalmente pelo fato de ter outros que poderiam ir e não fariam falta (Oi Ross!). Ficou a sensação de que só porque era season finale alguém precisava morrer. Uma pena! (Por Diogo Azis)

 

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4) Susan Ross (Seinfield)

Vocês já devem ter reparado que nas séries e filmes americanos as pessoas costumam lamber envelopes para fecha-los, nos levando a concluir que a cola talvez seja um privilégio exclusivo dos brasileiros. E esse costume problemático atingiu outra proporção quando Susan, noiva de George, morreu intoxicada por lamber os convites de casamento, vítima da mesquinheza do noivo, que decidiu comprar os mais baratos. Os envelopes em questão até vinham com um tipo de cola, mas qualquer que fosse, devido à baixíssima qualidade do produto, exigia muita saliva para funcionar e, com isso, Susan acabou sofrendo uma overdose do conteúdo tóxico da cola. Com todo o sarcasmo e insensibilidade de Seinfeld, o acontecimento acabou sendo mais uma grande piada e ninguém realmente pareceu se importar com a morte em si, que foi até um alívio para George, que já estava procurando um jeito de se livrar do compromisso. Em uma entrevista recente, Jason Alexander (intérprete do personagem) deu a entender que Susan saiu da série porque a atriz não se relacionava bem com o restante do elenco, o que ele tentou disfarçar dizendo que a performance dela apenas não era compatível com a série. Com isso, os responsáveis deram um jeito bem “Seinfeld” de tirá-la da série, e o público se importou tanto com a perda quanto os personagens – ou seja: nada. Então a morte bizarra da personagem e todo o mistério envolvendo a tradição americana de lamber envelopes acabou sendo apenas mais uma situação para a lista de bizarrices dessa série desalmada. (Por Tainara Hijaz)

 

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3) Emilio Solano (Jane The Virgin)

Quando Jane The Virgin estreou, o personagem Emilio Solano nada mais era que o pai do protagonista masculino, Rafael. O empresário era um rapaz rígido, que tinha uma relação meio complicada com os filhos, além de ser casado com Rose. O casamento dele com a ruiva lhe custou a própria vida, que chegou ao fim de uma forma não muito tradicional de se ver em produções de cinema ou TV. Emilio escondia diversos mistérios, principalmente envolvendo os negócios de seu hotel, fazendo com que ele nos últimos episódios em vida fosse tachado pelos telespectadores como o principal suspeito de ser Sin Rostro, o misterioso assassino que rondava na série. A sua morte foi um divisor de águas na história, pois descobrimos então que sua esposa era na realidade o misterioso serial killer, porém sua saída foi retratada da forma mais bizarra possível. Seduzido por Rose, o rapaz então é atingido por um jato sem fim de cimento, acionado pela vilã, até perder definitivamente a vida. Isso é o que chamamos de morte horrível! (Por Eduardo Nogueira)

 

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2) Paulo (Lost)

Quando Rodrigo Santoro entrou para o elenco de Lost o Brasil ficou em festa, pois era um ator brasileiro, com um personagem de sua nacionalidade na série mais badalada do momento. Foi ele aparecer pela primeira vez para sabermos que o personagem não era lá essas coisas. Totalmente alheio aos acontecimentos da ilha, era mais do que lógico que ele morreria. O complicado mesmo foi como a forma como Paulo morreu. Ele e Nicky se amavam e se odiavam ao mesmo tempo, mas a ambição era certamente o sentimento mais forte ali. Picado por uma aranha (encomendada por Nicky) os dois encontraram o amor no fim, exatamente enquanto Paulo era enterrado vivo. (Por Letícia Bastos)

 

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1) Charlie Harper (Two And A Half Men)

Como relatar mortes bizarras e não comentar sobre Charlie Harper? O pianista de Malibu, marcado por ser um grande conquistador, tem sua vida mudada quando seu irmão e sobrinho chegam para morar com ele. Com um relacionamento conturbado com a mãe e sempre jogando na cara do irmão o seu sucesso na vida, o personagem que por oito das doze temporadas reinou sobre a série Two and a Half Men, teve sua morte no mínimo enigmática. Após se casar com Rose e ir a Paris para sua lua-de-mel, seu instinto conquistador fala mais alto, e ele acaba traindo a esposa com a camareira do hotel, um mímico e uma cabra. A garota descobre a verdade, foge até o metrô, e com sede de vingança pretende joga-lo em frente ao trem, mas a cabra foi a grande vítima. Esperançosos com uma possível reaparição no último episódio da série, os fãs se decepcionam. Rose conta a verdade, dizendo que Charlie ficou preso por quatro anos em uma casa de Malibu e agora está atrás deles procurando por vingança. O personagem é morto pelo piano que encomendou para seu retorno, onde o instrumento é transportado pelos céus através de um helicóptero para a casa de praia e cai direto em sua cabeça, no momento de sua aparição triunfal. A cena final mostra Chuck Lorre, diretor da série, comemorando a morte de Charlie e sendo morto por outro piano. Para muitos isso deixa claro o arrependimento de Chuck de ter tirado Charlie Sheen da série. A saída, após discussões com os produtores e uso abusivo de entorpecentes, causou impacto aos fãs e a troca por Ashton Kutcher não foi muito satisfatória. A série perdeu seu foco central e a mudança drástica do estilo de roteiro não proporcionou o mesmo sucesso, durando mais quatro temporadas e acabando no início de 2015. (Por Lucas Franco)

 

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Menção Honrosa 1: As mortes de Six Feet Under

A morte era algo predominante em Six Feet Under, sendo a sua principal característica. Por se tratar de uma série que justamente aborda os mortos, com uma família – os Fisher, que tocam um serviço funerário, a cada início de episódio, o “morto da semana” ganhava uma morte, que por muitas vezes era bizarra. Situações do cotidiano, que levavam uma pitada de ousadia. Existiam todos os tipos de morte – da mais engraçada, como a senhora que é atropelada por ver bonecas infláveis flutuando e confundi-las com anjos, ou das mais nojentas como cabeças esmagadas, corpos triturados… Eram mortes que impactavam o começo do episódio, e por muitas vezes, davam o tom daquele episódio. Uma marca registrada da série que merece ser lembrada. (Por Anderson Narciso)

 

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Menção Honrosa 2: As mortes de Nip/Tuck

As cirurgias e os pacientes mais bizarros, necrofilia, sexo com animais, colágeno em bebês, auto-asfixia erótica, pessoas viciadas nas mais loucas drogas (tinha até um médico viciado no Gás do Riso), tarados em leite materno, ninfomaníacos suicidas e muito mais. O programa dos cirurgiões plásticos Sean McNamara e Christian Troy é a série bizarra por excelência, onde as coisas mais impossíveis aconteciam naquele cenário de pessoas totalmente sem escrúpulos. Até corpos para jacarés eles jogaram, DUAS VEZES. Se você não viu Nip/Tuck não sabe o que é uma morte bizarra.(Por Letícia Bastos)

 

Tantas mortes bizarras né, gente? E na sua opinião, qual delas foi a mais trash? Teve alguma outra que não entrou na lista que queira comentar conosco?

Até a próxima semana!

Equipe Mix

Equipe Mix

Perfil criado para realizar postagens produzidas pela equipe do Mix de Séries.

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