Top Mix: Mortes chocantes

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Olá! Tudo bem? Por aqui as coisas não andam nada bem. O Top Mix hoje vai falar de um assunto delicaaado, nem sei se você vai querer saber. Mas o Mix não tem pudor. Logo, se você não tem sangue frio e não é forte, pode ir ver outra coisa no site… Prometo não ficar chateada. Pois é, é que hoje vim aqui, junto com os colaboradores, para falarmos de mortes que chocaram o público. PESAAADO! Eu sei. Mas fazer o que, faz parte da vida, né?! Para morrer basta estar vivo, não é mesmo?!

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E quantas mortes já nos chocaram neste mundo das séries!? O que estes showrunners nos fizeram passar!? Quanto sofrimento, lágrimas derramadas na frente da tela. Personagens queridos que não tinham necessidade de passar por aquilo. Algumas ocorrem porque os atores saem da série por algum motivo, mas outras são simplesmente pelo prazer do sofrimento do telespectador. Como pode os produtores fazerem isso? Cadê a dignidade da pessoa humana? Não é drama, é tristeza mesmo. Não é fácil. Me abraça!

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Foi complicado até demais ordenar as mortes, foram tantas especiais, impactantes, cruéis. O mérito da escolha foi simplesmente o impacto, a repercussão e o choque que a morte trouxe para o público. Mas já aviso, amiguinho, este top poderá conter alguns (muitos) SPOILERS. Então, se você não está atualizado com Dexter, Grey’s Anatomy, Chicago Fire, Chicago PD, Lost, Homeland, Game of Thrones, ER, The Good Wife, The Walking Dead, The OC e One Tree Hill, leia por sua conta e risco!

Pegue o lencinho e venha comigo chorar as mortes mais chocantes e sentidas das séries de TV!

R.I.P.

#lutoforever

#apenassentir

(Por Paula Reis)

SPOILER ALERT

SPOILER ALERT

 

 

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10) Leslie Shay (Chicago Fire)

A terceira temporada de Chicago Fire começou dizendo adeus a uma das personagens mais queridas da série. Meses antes da temporada começar muito se especulou quem iria sair. Eu fiz minhas apostas aqui no Mix e, ainda assim, fui pega de surpresa, da mesma forma que a maioria dos fãs da série. Um dos motivos de tanto choque é que a saída de Lauren German foi sem motivo. Geralmente, quando um personagem morre numa série tem um motivo por trás, mas dessa vez Dick Wolf quis apenas causar muita dor e sofrimento. Os melhores amigos da paramédica, Severide e Gabriela Dawson, custaram a superar a perda da amiga. Num crossover com Chicago PD e Law & Order:SVU o caso foi reativado, trazendo muitas lembranças e saudades de uma das personagens mais engraçadas, bem humorada e complicada da série. Quem sente falta dos casos amorosos de Shay e da amizade que ela tinha com Severide? Eu sinto demais! (Por Aliandra Souza)

 

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9) Mark Greene (E.R.)

A morte de Mark Greene me impactou de forma surpreendente. Nunca fui muito fã do protagonista de E.R., mesmo tendo convivido oito temporadas com o personagem e vivenciado muitos dos dramas a qual seu personagem vivenciou. O mais legal disso tudo porém, foi o modo como a sua saída da série foi arquitetada. Anthony Edwards, dois anos antes de deixar E.R., acertou sua partida, dando tempo dos roteiristas criarem uma incrível história sobre um tumor cerebral. A história culmina em uma emocionante despedida com um episódio triplo, dando destaque para “Orion in the Sky“, episódio que o médico atende sua última paciente. “On the Beach” que mostra a morte de Mark é extremamente emocionante, e sob a trilha de “Somewhere over the rainbow” nos despedimos do personagem. Sim, mesmo nunca tendo gostado dele, me emocionou como nunca, e talvez por isso tenha me impactado tanto. Talvez seja culpa do excelente texto que E.R. sempre carregou em seus 15 anos de existência! (Por Anderson Narciso)

 

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8) Nadia Decotis (Chicago P.D.)

Como não amar Nadia? A ex viciada entrou em nossos corações quando Erin Lindsay resolveu dar uma chance para a garota. Nadia em duas temporadas conseguiu mostrar que podemos nos modificar quando existem pessoas que acreditam em você. Durante essas duas temporadas, a personagem cresceu muito no seriado e os fãs, assim como eu, torciam para que ela virasse policial. Ela merecia isso, ainda mais depois de tudo pelo o que passou. O problema é que Dick Wolf não pensou assim e decidiu matá-la de uma forma cruel e brutal. Exatamente no segundo Crossover Week, a personagem foi raptada por um serial killer e morta da maneira mais cruel que alguém poderia ter sido. Isso abalou a estrutura da Inteligência, principalmente da Erin que se sentiu culpada pela morte da amiga, justamente em seu aniversário! Uma tristeza que marcou os fãs do seriado, porque Nadia tinha muito o que acrescentar. Iremos sentir saudades da Nadia sim, afinal, ela também era um membro importante da Inteligência de Chicago PD! (Por Gabriella Siggia)

 

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7) Charlie Pace (Lost)

Charlie não era protagonista de Lost, nem de longe um personagem tão relevante para a história. Charlie não tinha grandes mistérios, e no meio de tanta gente interligada e cheia de pendências, o que mais o segurava na ilha era sua incapacidade de se auto perdoar. Mas tudo mudou quando ele conheceu Claire. Muitos dizem que o grande casal de Lost era Jack e Katie, ou Sawyer e Katie, mas para mim o melhor casal era mesmo Charlie e Claire. Os dois eram cheios de dilemas, de problemas do passado que ainda os faziam sofrer (a dependência química de Charlie e a gravidez de Claire), mas juntos eles se completavam, assim como acontecia com Charlie e Hurley, os BFF’s oficiais de Lost. Aliás, mesmo não sendo um personagem tão importante para a mitologia da série, Charlie era essencial para o seu bom andamento. Divertido, carismático, cheio de dramas, mas vencendo todos eles na nossa frente, Charlie logo conquistou o público. Era difícil não amar o roqueiro inglês. E quem sabe por isso sua morte doeu tanto, arrisco até dizer que foi a morte dele que desandou a série. Antes de Game of Thrones chocar a todos com suas mortes inesperadas, Lost já era especialista em matar seus personagens sem perdão. Foram inúmeros os apelos para que o personagem não morresse, foram feitos abaixo-assinados, movimentos na internet, protestos no Twitter, mas foi inevitável. Na ânsia de salvar todos, principalmente Desmond, Charlie morreu afogado, mas naão antes de avisar a todos que o barco tão esperado não era de Penny. Foi duro, foi cruel, e foi impossível conter o choro. Após a morte de Charlie, Lost perdeu parte do seu brilho e da sua audiência. (Por Letícia Bastos)

 

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6) Keith Scott (One Tree Hill)

Se o assunto é morte chocante nas séries, eu precisava vir mais uma vez me desabafar por uma que até hoje não consegui superar. A morte de Keith na terceira temporada de One Tree Hill foi em um dos episódios que mais me destruíram em toda minha vida de seriador. Foi exatamente no episódio intitulado “With Tired Eyes, Tired Minds, Tired Souls, We Slept”, um dos melhores de toda a série, quando Jimmy resolve entrar na escola atirando para todos os lados e se suicidar logo depois. O que ninguém esperava era Keith tentando ajudar o rapaz, mas acabar sendo morto pelas mãos do próprio irmão. Dan Scott sempre foi o vilão da série, mas esse fato foi de longe o pior que cometeu em toda sua vida. Se não bastasse toda a intensidade do episódio, a série ainda continuou me destruindo com “Who will survive and what will be left of them?”, o episódio seguinte, que trouxe o funeral do Keith, mostrando todo o sofrimento de Karen e Lucas, e claro, o da minha pessoa que estava compartilhando o luto dos dois. Sem sombra de dúvida, foi uma morte que afetou toda a série, uma dose de sofrimento que se estendeu por muitas temporadas. E lá no momento em que estávamos prontos a nos despedir, na nona temporada, Mark resolveu fazer uma surpresa maravilhosa, trazendo Keith de volta, no episódio “Danny Boy” para buscar seu irmão que estava prestes a morrer. (Por Lucas Santtos)

 

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5) Nicholas Brody (Homeland)

Apesar da morte de Brody ter sido bastante chocante e inesperada, não foi tão lamentada como provavelmente todas as outras desse top. Alguns entendiam o personagem como o protagonista junto com Carrie, mas a verdade é que ele foi só uma página na saga da personagem, a qual muitos de nós, fãs da série, ficamos felizes por ter sido virada. A relação dos dois foi intensa e interessante até certo ponto, mas depois chegou perto de uma obsessão por parte de Carrie. Começaram a ir muito a fundo na desinteressante família de Brody (pra que tanta Dana, minha gente?) e a série passou a ficar cansativa, Carrie muito limitada, com praticamente todos os plots girando em torno de Brody… Ou seja, era necessária uma mudança desse nível para a série se reerguer da instável terceira temporada. Simplesmente não tinha mais nada a acrescentar à história de Brody, com toda aquela confusão na Venezuela. Não estava movimentando a trama, não estava rendendo, e a própria essência de Carrie foi ofuscada. Então, apesar do choque e da descrença inicial de que aquilo realmente estava acontecendo, já que ninguém espera que uma série simplesmente mate um personagem de tamanha importância, acredito que a maioria dos fãs concorda que foi a decisão mais acertada e o que Homeland estava precisando para se renovar. E isso resultou naquela excelente quarta temporada. Então, não dá para negar que foi um acontecimento benéfico. Brody saiu, mas parte dele ficou na série, na forma da filha dele com Carrie (que é tão a cara dele que é difícil dizer que ele não está mais lá), que rendeu assunto para o quarto ano e pode render ainda mais daqui para frente. (Por Tainara Hijaz)

 

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4) Marissa Cooper (The O.C.)

A protagonista de The O.C. era uma das personagens mais complexas de uma série voltada ao público jovem. Marissa já se envolveu com drogas, consequentemente tendo uma overdose. Dona de um comportamento complexo, quase foi estuprada pelo irmão de Ryan, na sequência atirou no mesmo, namorou outra garota, etc. Essas são apenas algumas das coisas que ela passou durante as três primeiras temporadas do show, tendo então uma carga dramática bastante intensa. Por conta disso, a atriz Mischa Barton cansada dos rumos de sua personagem vinha tendo e querendo alavancar sua carreira, pediu então para sair da atração. Os produtores bolaram um desfecho totalmente inesperado para os fãs, assim descartando qualquer hipótese de uma possível volta sua no futuro: a morte. Na reta final daquela temporada, as coisas para Marissa Cooper estavam começando a entrar nos eixos, pois ela estava se formando no colégio, prestes a entrar na faculdade e ao lado de Ryan finalmente, após conturbados momentos. Porém, o que era para ser um momento feliz entre o casal acabou se tornando uma verdadeira tragédia, pois eles acabaram, durante uma noite após a formatura, sendo perseguidos por Volchok, ex-namorado problemático da personagem, que não aceitou ser deixado por ela. Esse enredo acabou tendo um desfecho trágico, onde o bad boy causou um capotamento no carro que Ryan dirigia. O protagonista saiu praticamente ileso do acidente, porém a coisa foi mais séria para a jovem, que morreu então de forma trágica nos braços de seu amado. A morte de Marissa causou revolta em boa parte dos fãs e, após o ocorrido, a audiência de The O.C. despencou na temporada seguinte, resultando então em seu cancelamento. (Por Eduardo Nogueira)

 

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3) Will Gardner (The Good Wife)

Dramatics, Your Honors“. Assim se chama o episódio que mais mexeu comigo, e que até agora, mais de um ano depois, ainda não consegui superar. Will Gardner foi assassinado pelo cliente que, em uma medida desesperada de suicídio, atirou em várias pessoas dentro do tribunal, entre eles Will, no qual foi atingido no peito e morreu pouco tempo depois. Shonda é acostumada a matar todos os que amamos, certo? Mas pelo menos ela dá um tempo para nos prepararmos psicologicamente para a perda. Mas os King não. No episódio da morte do Will, eu tive a esperança que ele iria sobreviver e sair dessa, mas antes de assistir o episódio, li uma carta que foi postada na página da série explicando o motivo da saída do ator. Desesperei. Foi uma morte violenta, inesperada, chocante, que afetou boa parte dos personagens na época, e até hoje, a morte “assombra” Alicia Florrick. E o que Will queria falar para ela no “The last call“? Essa é uma pergunta que nós, nem Alicia, nunca saberemos a resposta. (Por Janyne Bibs)

 

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2) Derek Shepherd (Grey’s Anatomy)

De todas as mortes de Grey’s Anatomy, a que mais me deixou abalada foi a morte do McDreamy Dr. Derek Shepherd. Talvez seja pelo fato de ele ser um dos protagonistas da série ou, talvez, porque me apaixonei pelo personagem assim como Meredith. Quem assiste ao seriado sabe muito bem do que Shondanás é capaz de fazer: essa mulher não tem limite quando se trata em desgraça. Sim, eu chorei com cada morte no seriado. Quase infartei quando vi George no elevador se encontrando com Izzie; quase larguei o seriado quando Lexie morreu no acidente de avião, mas continuei só para chorar na morte de Mark Sloan. A cada morte, tentei tirar um aprendizado. Mas com Derek não deu: foi demais para mim. Ela tirou a minha esperança do “happy ending”. MerDer era mais do que um casal, era a personificação do que é amor. Como sobreviver a isso? Pois bem, uma coisa complicada, ainda mais quando escutamos “Chasing Cars” na série, embalando os momentos lindos e épicos de MerDer. A morte foi bem trabalhada e arrisco dizer que foi o melhor “assassinato” de Shondanás no seriado. O problema é que Derek me foi apresentado como um Príncipe Encantado, daqueles que chega num cavalo branco e salva a heroína da sua escuridão. Eu vi ele sobreviver a tiroteio, a queda de avião, a muitas coisas para depois vê-lo morrendo praticamente nos braços de Meredith, e isso me deixou em profundo choque. Como Meredith, estou viúva e não sei até quando ficarei nessa situação. Queria uma máquina do tempo para evitar que essa morte acontecesse, mas temos que continuar andando nesse carrossel que nunca para de girar. (Por Gabriella Siggia)

 

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1) Catelyn/Talisa/Robb Stark (Game of Thrones)

Mais chocante que uma morte, são três mortes. Aliás, quatro, porque uma das pessoas mortas carregava uma outra no ventre. E lógico, tinha que ter acontecido em Game of Thrones. O casamento vermelho, como ficou conhecido o evento que ocorreram as quatro mortes chocantes (além do massacre de uma galera), teve tanta repercussão, gerou tanto burburinho que, com certeza, merecia constar no topo desta lista. Ver Catelyn Stark morrer já foi um sofrimento, a mãezona da série; ver uma grávida morrer daquele jeito, com espadadas na barriga, foi mais tenso ainda. Agora, GOT extrapolou tudo, ao matar o Rei do Norte, Robb Stark, a esperança que tínhamos de vingar a morte de Ned. Foi triste, foi impactante, foi inesperado, foi cruel. Eu lembro que nem consegui dormir direito a noite depois da cena. O público ao redor do mundo ficou atordoado. Até rolam na internet vídeos das reações das pessoas ao assistir o fatídico momento. Acredito que o pior de tudo, além da violência, foi o massacre ter ocorrido durante um casamento, que em tese é uma festa alegre (não em Game of Thrones – traumas). E para piorar ainda mais, Arya Stark, a filha querida que estava indo reencontrar sua família, fica sabendo que todos morreram e tem que fugir. Não tem muito o que falar… é muito sofrimento para uma família só! (Por Paula Reis)

 

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Menção Honrosa: Lori Grimes (The Walking Dead)

Lori era o tipo de personagem “ame ou odeie”. Considerada chata, péssima mãe e outros termos pejorativos pelos fãs mais calorosos, acabou indo embora de uma forma brutal, depois de um ataque na prisão, sem que ninguém esperasse, em pleno quarto episódio da terceira temporada. Aguentou a dor de um parto sem anestesia, feita a mão e faca, literalmente, pela Maggie. E no fim, levou um tiro de Carl numa das cenas mais tristes de toda série. – É tão fácil fazer a coisa errada nesse mundo. Se parecer fácil não faça. Não deixe o mundo ferrar você, meu amor! – Impossível não se emocionar. Mesmo muitos tendo a considerado uma péssima mãe, no fim, acabou dando a vida para que a filha nascesse. Mesmo sabendo das possibilidades mínimas de um recém-nascido sobreviver em pleno apocalipse zumbi. E com isso, fez despertar um pouco a loucura do Rick, durante a temporada (o que chegou uma hora que estava enchendo o saco já), e o amadurecimento do Carl, onde deixou cicatrizes profundas no pequeno. E a cena final, com o grito do Rick ao descobrir sobre sua morte? Não tenho o que dizer, só sentir! (Por Diogo Azis)

 

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Menção Honrosa 2: Rita Morgan (Dexter)

Diferente de boa parte dos presentes nessa lista, que inclui até personagens centrais das séries em questão, Rita não era uma personagem de tanta significância em Dexter, ou que lamentaríamos tanto a morte se fosse em diferentes circunstâncias. No entanto, posso afirmar seguramente que sua morte na season finale da quarta temporada, foi a cena que mais me chocou – no sentido mais literal da palavra – em qualquer série até então. Eu assisti Dexter em maratona. A série estava prestes a iniciar sua oitava e última temporada quando eu comecei a assisti-la e, portanto, eu não estava completamente desavisada de alguns dos principais acontecimentos. Fugi de spoilers como pude, mas eu sabia que alguma coisa muito chocante ia acontecer naquele episódio. Rita foi a esposa de Dexter e, ainda que não tivesse conquistado a simpatia de todos, estávamos aprendendo a gostar dela e daquela vida de Dexter. Mas eis que, depois de finalmente Dexter dar um fim naquele que foi o mais emblemático vilão da série, Trinity, e eu ingenuamente pensar que era aquele o final que todos comentavam de forma um tanto exagerada, veio aquela cena. Dexter chega em casa e encontra Rita morta na banheira (modus operandi de Trinity), com o filho bebê deles no recinto, chorando sentado em uma poça de sangue, exatamente da mesma forma que o próprio Dexter, ainda criança, ficou sentado na poça de sangue da sua mãe biológica, morta e desmembrada por traficantes na frente de Dexter e seu irmão, o que seria a causa da necessidade de ambos em matar. Depois do acontecido, fiquei um bom tempo encarando a tela, boquiaberta. Se tem uma morte que pode ser definida como chocante, mais do que qualquer outro adjetivo, é a de Rita. (Por Tainara Hijaz)

 

E aí, você ainda está por aí? Também voltei a ficar de luto depois da lembranças de tantas mortes. Tem mais alguma que te chocou? Deixe nos comentários.

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