Top Mix: Protagonistas que evoluíram nas séries de TV

evolução

Olá! Começando mais um Top Mix de derrubar forninhos. Por que? Porque hoje vamos falar dos protagonistas que mais evoluíram ao longo das séries de TV, que consequentemente aqueles que derrubaram mais forninhos na história toda. Aquele personagem principal que você não dava nada para ele, era coitadinho, ou era insuportável, ou até mesmo deixava a desejar por ser protagonista. Agora ele cresceu, evoluiu, atingiu níveis inimagináveis e veio parar aqui na lista dos fodões! Incrível como temos muitos protagonistas assim, que melhoraram ao longo das temporadas. No entanto, escolhemos apenas dez e duas menções honrosas, porque este top tem limite, infelizmente. Interessante que a maioria são mulheres… geração Girl’s Power?! Seja como for, ter um papel principal requer uma enorme responsabilidade, que pelo visto, no fim das contas, cada um destes personagens cumpriram com louvor e até superaram a nossa expectativa.

Então, vem comigo conferir os protagonistas que mais evoluíram nas séries de TV!

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(Por Paula Reis)

 

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10) Peggy Olson (Mad Men)

Peggy Olson começou em Mad Men como uma simples secretária de Don Draper, e passou a ser uma respeitada publicitária da época. Com todas as adversidades que a personagem encontrou, como o machismo e o preconceito, ela conseguiu vencer todos os obstáculos que a profissão lhe ofereceu. Sua principal inspiração foi o seu chefe, e ele lhe ajudou no que podia. Devida sua convivência com Don, Peggy acabou incorporando algumas de suas características. A série consegue desenvolver sua história sem se tornar uma personagem caricata: é inegável que algumas mulheres, não só da área da publicidade, como também as mulheres modernas, se identifiquem com os dilemas e desafios de Peggy. Para mim, ela é uma das maiores personagens femininas do mundo das séries. (Por Daniele Duarte)

 

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9) Clarke Griffin (The 100)

Clarke Griffin tinha tudo para ser apenas mais uma protagonista irritante das séries da CW, e com o passar dos episódios na série, ela apenas conseguiu derrubar esse conceito em todos os gêneros, números e graus possíveis. Para início de conversa, Clarke já entra na série com habilidades médicas, o que para uma série pós-apocalíptica, é tipo o nível mais alto de profissão (ao lado de soldados). Continuando a linha “vou pisar na cara de vocês, pois sou foda”, Clarke apresenta uma ótima qualidade em criar alianças e esquematizar planos de guerra, tornando-se uma líder nata e estando disposta a fazer tudo o que tiver em seu poder para salvar a si mesma e ao seu povo. Por último, mas não menos importante, Clarke é a primeira protagonista bissexual da CW, caso confirmado pelo criador da série, Jason Rothenberg. A garota que um dia foi presa apenas por esconder informações sigilosas, hoje é enfermeira, soldado, líder, sambista, bi e tudo o que se puder imaginar, e se formos por em termos, ela é realmente a primeira protagonista boa que a CW tem desde Nikita. (Por Walter Hugo)

 

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8) Klaus (The Originals)

Niklaus Mikaelson definitivamente é um dos protagonistas mais queridos, mas vamos relembrar quem era o Klaus no início da primeira temporada de The Originals. Ele era um personagem totalmente focado no poder, tudo o que ele fazia e fez era apenas de seu interesse, nada era sem ter algo em troco. Mas com o passar do tempo, ele começou a ter uma mudança, principalmente em relação aos seus sentimentos. Com a chegada de sua filha, passou a lutar por ela, se dedicou mais e gostou da menina, pela qual está fazendo o que pode para mantê-la segura. O que vale ressaltar é que, apesar da demostração afetiva de Klaus estar mais evidente na segunda temporada, o personagem ainda está sujeito a mudanças, creio eu que positivas, considerando que a pequena Hope é o principal fator que mostra esse lado mais afetivo do híbrido. (Por Paulo Henrique)

 

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7) Brooke Davis (One Tree Hill)

Se existe uma personagem que pode ser definida pela palavra evolução em One Tree Hill, esta é Brooke Davis. A líder de torcida que chegou no primeiro ano da série para ser uma pedra no sapato entre o casal protagonista Lucas e Peyton, acabou por conquistar a audiência roubando o show para o casal “brucas”. Mas sua evolução foi além. Tanto que, seu romance com o personagem logo teve um fim na terceira temporada, e a partir dali, ela decolou ainda mais. Com a iniciativa de fazer roupas e desenhos de moda no último ano do colégio, quando a série teve um salto no tempo de quatro anos, encontramos a personagem como presidente da empresa Clothes Over Bros., grife criada por ela, que a fez ser multi bilionária. Entretanto, sua fortuna não dura para sempre, e por problemas de fraude feitos pela sua própria mãe, acaba ficando pobre e tendo que recomeçar do zero. Mas Brooke não enfrentou essa barra sozinha. Foi ao lado do namorado Julian, com quem casa na oitava temporada, que ela reencontra a felicidade e consegue seu final mais do que esperado, após ter conquistado maturidade e sucesso nos nove anos da série. (Por Anderson Narciso)

 

regina

 

6) Regina Mills (Once Upon a Time)

A eterna Rainha Má fez muitas maldades para muitas pessoas, mas sabemos muito bem que ela só fez isso porque foi manipulada por sua mãe Cora e teve o seu coração machucado muitas vezes. Regina amadureceu, evoluiu e grande parte disso foi por conta de seu filho adotivo Henry. O relacionamento dos dois é tão bonito e real que fez com que a vilã pudesse se modificar. É claro que Emma Swan também ajudou Regina a ser menos má. Aliás, a amizade das duas é um dos pontos altos do seriado. Como não amar as duas? Como não torcer para a felicidade da Regina? Pois bem, a personagem é tão carismática que deixou Branca de Neve (Mary Margaret) e Príncipe Encantado (David) completamente apagados na série. Quem assiste ao seriado torce para que Regina seja feliz e tenha seu merecido “happy ending“. Grande parte disso se dá por conta da evolução do personagem. Ela ainda tem um coração gelado, mas isso vem se amenizando com o passar dos episódios. Henry e Emma acreditam nela, assim como Mary Margaret e David, e isso a ajudou a ser o que é hoje: uma ex vilã. A maior prova de que ela mudou veio quando ela precisou deixar Robbin Hood ir embora para salvar a sua esposa. Por mais que os dois se amassem, ela fez de tudo para salvar a esposa dele e aceitou perder o grande amor de sua vida em prol do bem. Ela pode ainda ser intimadora, mas sabemos que existe um grande coração nela. Só falta achar o Autor para que ele modifique a sua história e ela deixe de ser uma vilã nos livros de Contos de Fadas. Já sabemos que ela não é mais uma vilã faz tempo, mas agora ela precisa de uma ajudinha especial. Torcemos por Regina. Queremos que ela seja feliz e continue roubando as cenas em OUAT. A única coisa que falta mesmo para ela ser feliz é achar seu Príncipe Encantado. Mas até que esse momento chegue, iremos sofrer com ela, porque a amamos. OUAT jamais seria o que é hoje se não fosse pela Diva Regina Mills! (Por Gabriella Siggia)

 

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5) Kim Burgess (Chicago PD)

A evolução de Burgess é, sem dúvidas, uma das melhores coisas que aconteceram em Chicago PD. Na primeira temporada, onde ela dividia a tela com Atwater, ela não tinha tanto destaque. Assim que seu colega foi promovido, Kim deu uma guinada em seus plots. Acredito que a partir desse momento, Burgess renascia para a série. O nível de seriedade e foco da policial triplicou, tanto que ela foi convidada por Voight a integrar a equipe da Inteligência, o que negou; E conseguiu fisgar o coração de Ruzek, criando o shipp mais cute da série. Burgess, de todos os personagens da série, foi a que mais apresentou uma linearidade, e quando precisou, cresceu e sambou. Jamais haverá Chicago PD sem Kim Burgess, ela é uma das principais personagens. (Por Ana Maria de Oliveira)

 

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4) Meredith Grey (Grey’s Anatomy)

É unânime: todo seriador odeia quando determinado protagonista não tem um desenvolvimento da maneira necessária, ou esperada, se comparado com o desenvolvimento que a trama, e os personagens secundários, têm. Por muito tempo, mas coloquem muito tempo mesmo, Meredith foi uma das protagonistas mais insuportáveis da minha watchlist. O drama incessante com Derek, o continuo modo que Shonda trabalhava a questão da “imortalidade” da personagem, a sua relação entediante com Yang – sim, odiava esse lance de “person” – dentro outros fatores, fizeram que outros personagens, como a própria Yang, tomassem o lugar que fora destinado à protagonista. Entretanto, o segredo para tornar Greys uma personagem visivelmente desenvolvida e amada por todos estava no tempo. É inquestionável que para muitos a produção já deveria estar caminhando para um fim, se já não estivesse sido finalizada. Se esse desejo ocorresse, nunca veríamos uma cirurgiã idolatrada pelos residentes, que não teme mais nenhum acontecimento e que mantêm uma relação agradabilíssima em seu ambiente de trabalho. É inegável o contínuo processo de desenvolvimento da personagem e, principalmente, que ela continuará a ser desenvolvida da maneira digna. (Por Alex Fonseca)

 

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3) Ryan Atwood (The O.C.)

Ryan, eu posso ser quem você quiser! Assim como ele foi para todos que lhe acolheram e amaram. Ele foi nosso herói da vida real durante quatro temporadas, foi o melhor amigo da Marissa segurando todas as barras dela, foi o irmão que o Seth precisava, foi o filho problemático dos Cohen queridos e foi o conselheiro da Summer quando ela quisesse. Ele foi exatamente o que queríamos que ele fosse, não perfeito, mas aperfeiçoável! Pega a primeira cena dele, quando Sandy o resgatou, e depois veja a última cena da série, trabalhando, formado, arquiteto, roupas boas, sério. Só aí já da de ver o quanto ele mudou. Ele saiu da defensiva, do anonimato e da solidão, aceitou sua nova família e amigos. Defendeu eles com unhas e dentes, comprou briga, mas aprendeu a virar as costas quando ele sabia que tinha razão. Viu que violência não resolve metade das coisas, e a outra metade pode ser solucionada com uma conversa madura. Ele se abriu, nos fez rir e chorar e cá entre nós, ele foi o único protagonista para mim na série. The O.C. foi a história do Ryan, e Seth, Summer, Marissa todos orbitavam ao redor da história que ele ajudou a criar e mudar. Ryan Atwood, toma meu like forever, você agregou na vida de todos que te acompanharam. Sinto saudades, sua eterna admiradora, Carol! PS.: Estou acompanhando Gotham, primeiramente, devido ao amor ao BenMc! Ele nunca me decepciona, nunca. (Por Caroline Marques)

 

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2) Alicia Florrick (The Good Wife)

Falar em evolução é lembrar de Alicia Florrick em The Good Wife. No início da primeira temporada, Alicia era simplesmente a mulher do procurador Peter, que foi preso por um escândalo envolvendo sexo com prostitutas e corrupção. Alicia era uma esposa humilhada que aceitou tudo isso e manteve-se ao lado do marido. Após começar a trabalhar como advogada na Lockhart/Gardner, ela iniciou sua evolução. Começou como associada, conquistou espaço, mesmo diante de advogados jovens espertos como Cary, chegou a ser sócia e resolveu sair e criar sua própria firma. A evolução de Alicia chega ao seu ápice, quando ela consegue superar a perda do seu grande amor Will, ao mesmo tempo que lidera seu escritório Florrick/Agos e consegue ser uma mãe para seus filhos. Alicinha alcança níveis mais altos ainda, quando consegue a proeza de ser advogada, candidata super cotada para Procuradoria do Estado, amante e ainda boa mãe, tudo ao mesmo tempo. Além de continuar linda e elegante, como ela sempre foi. Agora com roupas mais imponentes e uma visão mais decidida sobre tudo, nossa diva master tenta lidar com os problemas da vida, sem se rebaixar, ou ser vista como coitadinha. Alicia Florrick é a rainha do samba! Valeu toda a espera para ela chegar onde chegou! Agora como Procuradora do Estado, espero que venham mais sambas por aí! (Por Paula Reis)

 

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1) Rachel Green (Friends)

Rachel é o exemplo mais claro quando falamos da evolução de um personagem. Quando Friends começou, a loira que veio de uma família rica, abandonou o noivo no altar e decidiu recomeçar sua vida do zero. Para isso, a filhinha de papai foi morar com Monica, sua melhor amiga dos tempos de colégio, e começou então a trabalhar como garçonete, dando assim o passo inicial para sua independência. Pouco tempo depois, vimos Rach tendo grandes progressos em sua vida profissional, e na pessoal também, principalmente por conta de seu relacionamento cheio de altos e baixos com Ross. Um dos maiores desafios da personagem foi quando ela descobriu que estava grávida, e o nascimento da pequena Emma lhe trouxe um turbilhão de emoções, dúvidas e incertezas, mas que no final tudo deu certo. No final da série, Rachel ainda continuava sendo uma garota mimada, porém isso se tornou algo muito secundário em sua vida, já que a essa altura ela havia se tornado uma mulher forte, independente, dona de uma carreira bem sucedida e uma mãe de família para ninguém botar defeito. Sua evolução aconteceu de forma gradual ao longo das dez temporadas de Friends, e tudo acontece de forma tão natural e no momento certo, que a torcida pelo merecido final feliz dela aumentava a cada progresso que obtinha. (Por Eduardo Nogueira)

 

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Menção honrosa – Carol Peletier (The Walking Dead)

Carol Peletier talvez tenha sido uma das personagens que mais evoluíram até agora ao se tratar de The Walking Dead. Uma mulher que chegou oprimida pelo marido, sofria de violência doméstica e ficava calada. Quando o apocalipse zumbi começou, ela não era metade do que é hoje. Ela já chegou a inclusive tomar atitudes que dividiram opiniões, como matar Karen e David para que eles não esparramassem uma doença para o grupo todo, ou quando matou Liza, a garotinha que não aceitava que os zumbis fossem mortos. Ela chegou a ser excluída do grupo de Rick e sobreviveu, até ser incluída novamente. É sem dúvidas, parte fundamental do grupo. Sempre com ideias firmes, acabou virando um guia para muitos outros personagens, e desenvolveu uma profunda relação com Daryl. Merece sem dúvidas esta menção honrosa! (Por Anderson Narciso)

 

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Menção honrosa 2 – Laurel Lance (Arrow)

Quando o assunto é Laurel Lance, tenha certeza que uma montanha russa de altos e baixos faz parte desse processo. A personagem feminina principal de Arrow dividiu opiniões na primeira temporada, como a ex-namorada de Oliver Queen, que foi traída pelo mesmo com a própria irmã no passado, que então ficou com o melhor amigo dele e por aí vai. Com a morte de Thommy no final do primeiro ano da série, a loira se entregou a um lado sombrio em que entrou de cabeça no fundo do poço, se tornando uma alcoólatra, além de uma mimizenta de primeiro escalão. Por conta disso, a personagem foi bombardeada e duramente odiada por quase todos os fãs da série, mas após ter descoberto a identidade do vigilante, a loira começou a ter uma reviravolta incrível. Sua evolução começou para valer na atual temporada, após a morte de sua irmã. Para vingar Sara, Laurel então decidiu fazer justiça com suas próprias mãos e começou a treinar para isso. Agora que se tornou a nova Canário Negro, ela abraçou a causa de fazer justiça pela cidade que nasceu e vive, sendo atualmente parceira de Oliver e sua equipe, mesmo que ainda contra a vontade dele às vezes. Ela vem apanhando muito, mas seu progresso está sendo tão incrível, que vem calando a boca de muita gente e sendo uma das melhores coisas da atual temporada de Arrow. (Por Eduardo Nogueira)

E aí, concorda com a evolução destes personagens? Tem mais algum protagonista que você acredita que evoluiu? Deixe nos comentários.

Equipe Mix

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Perfil criado para realizar postagens produzidas pela equipe do Mix de Séries.

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