Top Mix: Séries baseadas em livros

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Ler livro é tão bom né, gente? Sempre tem aquela história que te cativa, te prende, e faz despertar mil e uma ideias em sua mente. O melhor disso tudo é quando uma obra literária que tanto gostamos acaba se tornando referência para o desenvolvimento de uma série, e quando isso acontece podemos dizer que o amor aqui então é completo.

Com base nisso, o Top Mix dessa semana vai abordar justamente algumas séries que tiveram como base livros que valem e muito a pena entrar em sua lista de coisas a serem lidas. Foram tantas ideias, que muitas produções acabaram ficando de fora, mas isso também pode ser um ótimo pretexto para uma continuação no futuro. Vamos conferir? (Por Eduardo Nogueira)

 

 

O Ministério do Mix de Séries adverte: os comentários a seguir podem conter SPOILERS.

 

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10) The 100

Poucos meses após a publicação de The 100: Os Escolhidos, a CW já estava com o piloto da série para ser exibido. The 100, apesar de ser mais um romance adolescente, tem uma maneira diferente de abordar esse tema. Temos personagens de características fortes e marcantes, que vão à luta por sobrevivência e pelos outros, apesar de demorarem um pouco para chegarem a essa união. Para você que é fã da série e não leu o livro, pode vir a amá-lo ou odiá-lo. Existem grandes diferenças entre os dois modos de contar a história. Os livros, por exemplo, contem personagens que ainda não foram apresentados na série, a história é contada por quatro pessoas, alguns casais dos livros ainda não foram claramente formados na produção televisiva. Apesar dessas diferenças, eu gostei bastante das duas narrativas, o livro não fica tão enjoativo pois a autora consegue mesclar ação, aventura e romance no meio do enredo e a série conseguiu extrair bem essa ideia. (Por Lucas Franco)

 

My Mad Fat Diary

 

9) My Mad Fat Diary

My Mad Fat Diary é uma série de drama/adolescente baseada nos diários da escritora Rae Earl, publicados em formato de livros com os títulos de My Fat, Mad Teenage Diary e My Madder, Fatter Diary. Os livros retratam as experiências da escritora em sua adolescência e ingresso na universidade, e abordam temas como obesidade, bullying e auto-aceitação, tendo sido adaptados para TV britânica entre os anos de 2013-2014. No livro, Rae é uma garota de 17 anos, gordinha que mora em Lincolshire com sua mãe e seu gato branco. Lá temos o diário engraçado e comovente da vida real dela, com personagens do mal como sua “amiga” Bethany, e outros garotos que estudam no mesmo colégio, Haddock e Battered Sausage. Na série ainda temos drama, mas é menos. É muito diferente, porque fala mais do dia a dia de Rae tentando arrumar um namorado para perder a virgindade, tentando se enturmar e superando seus problemas psicológicos. Na série também não temos “Bethany”, a amiga do mal que tem a necessidade de diminuir Rae ou fazer ela passar vergonha. Temos Chloe, amiga que Rae desconfia, mas que no final da segunda temporada descobrimos que é mais problemática do que ela, e que sempre precisou mais da protagonista do que o contrário. Chloe mostra que mesmo sendo bonita é possível ter problemas de auto-estima, e é um verdadeiro ensinamento para Rae. E a terceira temporada da série já começou. (Por Letícia Bastos)

 

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8) Gossip Girl

Gossip Girl foi baseada na coleção de 12 livros homônimos, escrita por Cecily Von Ziegesar, entre 2002 e 2009. A série, que teve sua estreia em 2007, até começou lembrando um pouco o objeto de sua inspiração, mas depois foi caminhando para um destino bem diferente. A trama principal dos livros é o triângulo Blair-Nate-Serena, que dura toda a coleção, enquanto que, nas telas, só é abordado durante a primeira temporada. Já o casal mais famoso da série, Chuck e Blair, nem existe nos livros! E, para surpresa de quem não leu, lá o personagem é gay. Dan e Serena até tem um pequeno affair na literatura, mas diferente da série, o grande amor da vida do rapaz não é ela, e sim Vanessa, sua melhor amiga alternativa e careca. Nos livros Dan é um poeta, magrelo, branquelo, que fuma o dia todo e é viciado em café. Quando passamos para os irmãozinhos, se Jenny é uma bitch loira na série, nos livros ela não passa de uma menina boba e artista, que tem peitos enormes e cabelos crespos morenos. Já Eric, no livro, é o irmão mais velho (e que quase nunca aparece) da Serena. Gato, sarado, super apaixonante e hetero. Na TV, Eric é o irmão mais novo e gay da mesma. Essas são só algumas das diferenças entre os dois e daria um texto enorme falar todas elas. Afinal, após assistir a alguns episódios da série, já não dá nem para compará-los e a única coisa que passamos a enxergar em comum entre eles é o nome dos personagens.(Por Fernanda Azevedo)

 

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7) Revenge

O romance francês de Alexandre Dumas, O Conde de Monte Cristo, serviu de inspiração para uma das séries mais ousadas e clichês dos últimos anos. No famoso livro, Edmond Dantès é um marinheiro que acaba sendo preso por conta de uma falsa acusação contra ele, o mesmo que acontece em Revenge com David Clarke, que vai parar atrás das grades após ser vítima de uma emboscada armada pela poderosa família Grayson, envolvendo a sabotagem de um avião. Na história de Dumas, Edmond é solto anos depois e possui desejo de vingança contra aqueles que roubaram sua liberdade, assumindo diversas identidades. A série da ABC por sua vez, quem faz as rédeas nesse quesito é a filha de David. Após a suposta morte de seu pai, a jovem Amanda Clarke nutre durante anos um plano de vingança contra aqueles que derrubaram ele, assumindo a identidade da milionária Emily Thorne. Apesar de ter tomado rumos totalmente diferentes, Revenge contou com uma ótima base tendo O Conde de Monte Cristo como referência, mesmo que de forma quase nula nas temporadas seguintes. (Por Eduardo Nogueira)

 

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6) True Blood

Investindo no sucesso de vampiros e humanos, o canal HBO aproveitou a modinha de vampiros e lobisomens para lançar sua própia série: True Blood. O seriado, que teve 7 temporadas, foi baseado na série de livros The Southern Vampire Mysteries, As Crônicas de Sookie Stackhouse (como é conhecido no Brasil), da escritora Charlaine Harris. O livro, assim como a série, é narrada em primeira pessoa pela perspectiva de Sookie Stackhouse, uma garçonete telepata habitante da fictícia cidade de Bon Temps, na Louisiana, que conhece Bill Compton, um vampiro boa pinta (se podemos dizer) e vê seu mundo virar de cabeça para baixo. Apesar do seriado ter muitas semelhanças com os livros, os criadores de True Blood modificaram algumas histórias para trazer mais realidade para a trama. Uma das grandes diferenças é que no livro, Sookie chega ter um relacionamento mais intenso com Eric Northman, o que não acontece na série, apesar dos dois terem um breve e conturbado romance. Em suma, podemos dizer que a HBO seguiu muito bem a obra e fez uma ótima homenagem mais picante e mais sensual. Para quem tiver ânimo de ler a história de Sookie e seus amigos (e inimigos) de Bon Temps, recomendo a leitura dos livros (são apenas 13 obras até agora) escritos por Harris. Porém, tenham paciência pois os livros não são tão dinâmicos como os episódios do seriado. (Por Gabriela Siggia)

 

Orange is the new black

 

5) Orange Is The New Black

A essa altura todos devem saber que a famosa série do Netflix é biográfica, originada de um livro de memórias escrito por Piper Kerman, retratada na série como a Piper Chapman de Taylor Schilling. Esse é um dos raros casos em que a adaptação se sobressaiu à obra original. Entre o livro de Kerman e a série de Jenji Kohan existem diversas distinções. A série Orange Is The New Black é facilmente uma das melhores da atualidade, um sucesso mundial de crítica e público. Em contrapartida, o livro biográfico, apesar de ter recebido críticas positivas, não alçou metade da popularidade e aclamação de sua versão televisiva. No seriado, muitas personagens são retratadas de formas bem diferentes, com nomes diferentes, comportamentos e aparências completamente desligados da versão da biografia. Várias situações, plots e personagens da produção são totalmente originais. Podemos considerar o livro de memórias como um mero ponto de partida para a série, uma inspiração, e nela apenas alguns aspectos retratam a realidade. A essência da história pode estar ali, mas as comparações entre um e outro não podem ir muito adiante, já que a série possui sua devida liberdade criativa e muito menor preocupação em manter-se fiel à realidade ou ao que foi escrito. Por isso, falar de superioridade de um ou de outro é um tanto injusto, exceto pelo fato de que a série indiscutivelmente chegou muito mais longe. O objetivo de Kerman era contar sua história, enquanto o de Kohan era pegar a essência dela e criar a sua própria, dentro do mesmo contexto, mas permitindo-se todas as possibilidades. Então a leitura é válida, mas tendo em mente que a relação entre as duas é limitada. (Por Tainara Hijaz)

 

Hannibal Lecter

 

4) Hannibal

This is my design! Ai que lindo. Venho aqui novamente puxar mais um pouco o saco de Hannibal, no bom sentido. Porque eu amo a série, mesmo ela tendo sido cancelada. Bryan Fuller fez um trabalho de lapidador para trazer Hannibal dos livros Dragão Vermelho, O Silêncio dos Inocentes, Hannibal e A Origem do Mal, de Thomas Harris para as telas na NBC. Tudo na ordem cronológica, sendo que a terceira temporada está abordando mais a Origem do mal, onde o personagem é um psiquiatra forense que ajuda na resolução de crimes e desenvolve uma amizade com Will do FBI. Sem os direitos do filme onde a personagem Clarice aparece, ninguém sabe se ela aparecerá na série, nem se Hannibal chegará a ser preso, mas gostaríamos que chegasse nesse ponto. O livro tem um clima bem pesado como a série, mesmo sem o tom de sofisticação. Adaptaram muito bem o sofrimento do personagem com o trauma da morte da irmã Mischa nos confrontos nazistas. Mesmo a série não ter trazido cenas flashback, podemos sentir sobre o que aconteceu. As mortes são muito bem elaboradas, cinematográficas, e alguns personagens, como Mason Verger, foram trazido com glória, e mesmo a mudança de atores não afetou o papel, porque não conseguimos mais dar cara ao crachá dele, vocês sabem por quê. Dr. Chilton e Jack Crawford foram transportados do livro com muita classe e seriedade e Francis Dollarhyde ainda veremos na terceira temporada, aguardando com ansiedade pela Fada do Dente. Dizem que a série é lenta (sim é um pouco), mas o livro também às vezes é massante, muita psicologia para envolver você nos pensamentos do antagonista. Mads Mikkelsen está dançando na cara da sociedade e fazendo os fãs se apaixonarem por Hannibal, se entregando para ele de corpo e alma. Sabe, acho que é o caso onde a adaptação está tão boa quanto o livro, e fico muito feliz por viver para ver isso tudo! (Por Caroline Marques)

 

the vampire diaries

 

3) The Vampire Diaries

Quando The Vampire Diaries estreou na CW em 2009, a emissor aproveitou da onda vampiresca estava em alta por conta dos filmes Crepúsculo para criar uma de suas atrações de maior sucesso. O que pouca gente até então sabia era que a atração foi originária de uma saga de livros homônimos, escritos pela escritora L. J. Smith no início dos anos 90. As obras da autora inicialmente eram constituídas em quatro volumes, que abordava o triângulo amoroso entre a jovem Elena Gilbert e os irmãos vampiros Stefan e Damon Salvatore. A série seguiu essa premissa inicial, é claro com algumas diferenças no enredo, começando pelas características de alguns personagens. Enquanto nos livros Elena era loira dos olhos azuis e Bonnie ruiva, no seriado as amigas são respectivamente morena e negra, sem contar que a bruxa na TV é muito mais poderosa. Meses antes da estreia de The Vampire Diaries, uma nova trilogia dos livros foi anunciada, porém poucas coisas das novas obras foram inseridas na atração da CW. Outras diferenças entre os dois universos são, por exemplo, o nome das cidades, onde na primeira se chama Fell’s Church e na segunda Mystic Falls. Nos livros Elena tem uma terceira amiga além de Bonnie e Caroline, chamada Meredith e que possui certa relevância na história. Na série, por sua vez, a personagem surge apenas na terceira temporada como uma médica da cidade que se envolve com Alaric, algo que também ocorre na obra literária. A produção está indo para sua sétima temporada e os livros já possuem 12 volumes, mesmo tendo tomado rumos distintos com o passar do tempo, as histórias acabam se encontrando. (Por Eduardo Nogueira)

 

Sherlock BBC (1)

 

2) Sherlock

Sherlock é uma obra de arte da BBC, e Sherlock Holmes é igualmente uma obra prima de Sir Arthur Conan Doyle. Ambas são ambientadas em Londres 221B Baker Street, onde Sherlock Holmes conta com a ajuda de Dr. Watson para desvendar crimes misteriosos. Como nos livros, temos um antagonista de peso, Moriarty, que na série foi adaptado como um louco sociopata e que nos livros é mais sério, focado. Porém, ambos prendem a atenção. Lógico que para a série eles iriam mudar coisas para superar o salto de um século no tempo, poderíamos esperar até mais estragos, porém Benedict Cumberbatch e Martin Freeman dão um show a parte e nos deixam presos a telinha por 90 minutos, que é o tempo de cada episódio. O ambiente é igualmente misterioso e instigante. O Cão dos Baskervilles é um dos romances de Doyle, e foi adaptado na segunda temporada assim como a introdução da personagem Irene Adler, do conto Um Escândalo na Boemia, do livro de Aventuras de Sherlock Holmes. O Problema Final também foi ali aprimorado com a perseguição de Sherlock a Moriarty. Cenas muito marcantes ocorreram com esses dois até a finale. The Reichenbach Fall, que diz muito sobre o que ocorreu no livro nas cataratas de Reichenbach na Suíça. Claro que depois dessa finale estupenda viria a adaptação de A Casa Vazia, onde Holmes havia fingido sua morte e também o Signo dos Quatro, onde a personagem Mary Morstan surge pedindo ajuda em uma investigação da morte de seu pai e acaba em um envolvimento com Watson. As referências são infinitas, em que notamos que os escritores sabem o chão que estão pisando e se aprofundaram na obra de Doyle com imenso cuidado e apreço. Sherlock é uma série extremante inteligente que explora os livros de forma proveitosa e nos diverte a cada temporada, que demora mais que ano bissexto para ser gravada. Mas fã que é fã dela espera. SherLOCKED! É uma maravilha inglesa que deve ser vista e lida! (Por Caroline Marques)

 

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1) Game Of Thrones

O Jogo dos Tronos começou em 1996, quando George R. R. Martin lançou seu primeiro livro, A Guerra dos Tronos, pertencente As Crônicas de Gelo e Fogo, que posteriormente seria adaptado pela HBO para TV. A primeira temporada da série Game Of Thrones foi bem fiel às crônicas de Martin, e os diretores conseguiram captar as principais cenas do volume 1. No entanto, adaptação sempre sofre, pois é humanamente impossível repetir na tela todas as cenas, os personagens e situações que se passa nos livros, ainda mais esses enormes de Martin e que possuem milhares de personagens. Logo, então, com o tempo, a série foi distanciando um pouco da obra original. Mas Benioff e Weiss, os showrunners de GOT, parecem saber o que estão fazendo, porque, por mais que Martin não tenha terminado de escrever e lançar os volumes das crônicas, ele já contou o final aos diretores, possibilitando, assim, uma adaptação direcionada, mesmo que um pouco diferente. Muitos leitores estão inconformados por Sansa estar casada com Ramsay, Tyrion encontrar Daenerys, Shireen ser sacrificada… A série hoje, no fim da quinta temporada, está sim bem diferente dos livros. No entanto, acredito que a série caminhará, de alguma forma, para o fim que Martin definiu para a sua história dos tronos. De qualquer maneira, a sexta temporada é um mistério para todos, pois a série alcançou os livros, o mocinho morreu, e Georginho ainda não lançou Ventos de Inverno, o volume 6. Mas este mistério todo, que está deixando todos loucos, só faz a série/livros ter mais sucesso! Super ansiosa! A quinta temporada mal acabou e eu já estou com saudades desta história maravilhosa. “Valar Morghulis!” “Valar Dohaeris!” (Por Paula Reis)

 

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Menção Honrosa: Mandrake

Baseado nos livros  A Grande Arte e Mandrake, a Bíblia e a Bengala, ambos do grande Rubem Fonseca, Mandrake foi a primeira série produzida pela HBO em solos tupiniquins. Ambientada no Rio de Janeiro, a série conta a história de Mandrake, ou Paulo Mendes, seu verdadeiro nome. Advogado criminal especializado em resolver casos de chantagem e extorsão, bem do tipo “porta de cadeira”, ele se envolve tanto com indivíduos da alta sociedade carioca, como com as camadas mais baixas. Conquistador e extremamente volúvel, Mandrake se envolve com muitas mulheres e é a personificação do malandro carioca. O tom das histórias é sempre realista, sendo o enredo mostrado pelo ponto de vista do advogado, que se mostra cínico e desiludido. A série é narrada em primeira pessoa, isso é um dos elementos mantidos do livro, e que deixa o programa muito mais charmoso e nostálgico, além de totalmente original. Mesmo ambientada no Rio de Janeiro, a fotografia da série foi escurecida, para dar um tom mais noir para o ambiente. Muito bem montada e roteirizada, Mandrake é uma série para ninguém botar defeito. Marcos Palmeira está tão bem no papel, que renovou a série para mais episódios e um telefilme. Indicada duas vezes para o Emmy Internacional, Mandrake traz para a telinha a mesma excelência e malandragem das páginas. (Por Letícia Bastos)

 

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Menção Honrosa 2: O Canto da Sereia

A produção nacional, de apenas quatro capítulos, foi um verdadeiro sucesso. Baseada na obra homônima de Nelson Motta, O Canto da Sereia conta a história da personagem título, moradora da Bahia e ao conhecer o produtor Paulinho de Jesus vê sua vida mudar drasticamente. Sereia acaba se tornando um ícone da música baiana quando, no auge de sua carreira, é misteriosamente assassinada na terça-feira de carnaval no meio da multidão. A partir desse momento, começa uma investigação para encontrar a identidade do verdadeiro assassino da artista. Tanto o livro como a minissérie são contemporâneas, utilizando de elementos noir. Alguns elementos diferem as duas obras, como as características físicas de alguns personagens, como da própria Sereia, por exemplo. A protagonista nos livros é uma loira, dos olhos azuis e alta, já na TV, interpretada por Ísis Valverde, a personagem é morena e baixinha. Outro elemento que a série acabou sendo diferente, nesse caso por opção do autor George Moura, foi a identidade do assassino. Se no livro a cantora contratou uma pessoa para matá-la, após descobrir que tinha um tumor cerebral. Na série o personagem Só Love, que foi criado para a trama, era um grande fã da artista, e ela pediu para que o rapaz a matasse, pelo mesmo motivo apresentado na obra de Nelson Motta. Essa com certeza foi uma das melhores obras da TV nos últimos anos. (Por Eduardo Nogueira)

 

Quantas séries né galera?! Agora queremos saber de vocês, quais dessas citadas é a sua favorita? E das que não entraram nessa lista, quais merecem estar numa possível continuação? Venha comentar e debater conosco.

Até a próxima semana!

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Equipe Mix

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