Top Mix: Séries que todos amam, menos eu – Parte 2

eu não sou todo mundo

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Olá! Vim mais uma vez em uma super missão, malhar as queridinhas, parte 2. Hahaha. Explico. O Top Mix, no ano passado, fez um post sobre séries que todos amam, menos eu. Convidei os colaboradores do site para colocarem a boca no trombone e falarem quais séries de sucesso, que tenham altos pontos de audiência, que eles não gostam. Não deu outra, polêmica na certa. É o post mais comentado do site de todos os tempos. Muitos concordaram com o que foi tido, alguns se identificaram e outros não. Algumas pessoas ficaram irritadíssimas com o que foi dito. Eu mesma não concordei com alguns textos, mas é a opinião do cara, vamos respeitar. Gosto é gosto, né minha gente. O que seria do preto se todos gostassem do azul? Logo, deixa o cara lá. Se você acha a série tão boa assim, quem está perdendo é ele, não é mesmo?! Mas então qual o propósito do post? Provocar o pessoal para uma discussão saudável, conhecer novas opiniões e pontos de vistas diferentes do seu. Muita gente tem bons argumentos para não gostar da sua série favorita. Não é porque uma série é amada pela maioria que ela é perfeita e a pessoa é obrigada a gostar. Então é bom ler opiniões de outras pessoas que não curtiram a série tanto quanto você para talvez abrir os olhos para pontos que não tinham percebido antes. Enfim, estou eu aqui de novo para fazer a parte dois deste tema tão polêmico. A verdade é que não dá para agradar todo mundo e nenhuma série é perfeita. Então bora ver as opiniões divergentes que temos e como nem todo mundo pensa igual.

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Eita Giovanna, segura este forninho, que hoje tem Top Mix: Séries que todos amam, menos eu, parte 2! Vem!

(Por Paula Reis)

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10) The 100

Na época em que a série estreou e eu estava bastante animado graças ao material de divulgação liberado pela CW. O piloto até apresentou de maneira bacana a proposta da série e, mesmo para mim não tendo sido dos mais animadores, me segurou para assistir o episódio seguinte e formar melhor minha opinião. A ideia de o Planeta Terra ser totalmente inabitável após uma guerra radioativa chega ser interessante e, logo no primeiro episódio, eles mostram que os humanos sobreviventes vivem no espaço, em um local intitulado “Arca”, que também está começando a enfrentar problemas de suprimentos graças ao crescimento da população. Fiquei curioso pra ver qual seria o desenrolar da trama quando eles resolveram enviar 100 adolescentes de volta para descobrir se existia a possibilidade de se viver novamente no planeta depois de tantos anos. Mesmo com as reviravoltas apresentadas já no começo da temporada, bem como os vestígios de criaturas estranhas na floresta, para mim os primeiros episódios acabaram ficando bastante arrastados. Se não me engano, assisti três ou quatro episódios, até decidir abandonar de vez. Hoje vejo o pessoal elogiando a série ao extremo, dizendo maravilhas sobre a segunda temporada, mas para mim realmente não funcionou e confesso que nem vontade de tentar assistir novamente eu tenho, porque a única coisa que me lembro é do sono que me deu enquanto assisti o início da primeira temporada. (Por Lucas Santtos)

 

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9) 30 Rock

O sitcom criado e estrelado por Tina Fey pode ter acumulado muitos prêmios nos EUA e ter sido um sucesso de crítica, mas eu não vejo o motivo! Uma história sem pé nem cabeça – saudades de Studio 60 on the Sunset Strip -, sem graça e sem audiência também. E olha que eu tentei ver o piloto da série, mas dormi na metade do episódio. Girando em torno do elenco e equipe da série de comédia fictícia The Girlie Show with Tracy Jordan (TGS), filmada no Estúdio 6H dentro do 30 Rockefeller Plaza, 30 Rock podia até ter um grande elenco: Alec Baldwin, Tina Fey, Jane Krakowski e Tracy Morgan eram alguns dos famosos. O problema era que o seriado não colou comigo. Foi decepção total durante 7 anos, vários prêmios, além de ver algumas injustiças do mundo das premiações – Stevie Carell é um exemplo clássico. Eu adoro uma ótima comédia, aceito até aqueles seriados clichês, mas aguentar 30 Rock e suas histórias zzzZZZ sem graça é como ir a praia de agasalho: não rola! Eu poderia ficar horas falando mal desse seriado porque tenho uma lista gigantesca de motivos para não recomendar 30 Rock, mas vou ser boazinha e não citar. Se pelo menos a NBC tivesse visto minha lista, 30 Rock não teria passado do episódio piloto. Quem precisa de Liz Lemon quando se tem Fausto Silva? (Por Gabriella Siggia)

 

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8) American Horror Story

Por todos os lados dos grupos de série eu costumo ver as pessoas dando mil e um elogios à American Horror Story. Não que a série não mereça, mas algo nela simplesmente não conseguiu me agradar tanto quanto eu queria que ela me agradasse. Vi os pilotos de Murder House, Freak Show e Coven, e das três, a única que acabei acompanhando foi Coven e isso só por causa da Emma Roberts. A série tem seus altos e baixos, e pelo que tenho visto ultimamente, o pessoal não anda gostando muito das temporadas mais recentes, mas talvez isso mude em Hotel, que eu também verei o piloto, só que não tenho um pingo de expectativas para ela. PS: Não vi Asylum por trauma do desgosto que eu tive por Murder House e Freak Show, mas vai de cada um,? (Por Walter Hugo)

 

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7) Gossip Girl

Para, né gente!? Até hoje me pergunto como essa série conseguiu sobreviver a seis temporadas, se ela é resumida única e exclusivamente em futilidade. Quando Gossip Girl foi anunciada eu fiquei na fúria de assistir por ser uma série do mesmo produtor da saudosa The OC (Californiaaaa). Eis que a série das “menininhas malvadas” estreou, e olha… foi difícil de engolir. Na época, assisti até o quinto episódio e não rolou. Anos depois, Gossip Girl foi exibida no horário nobre pelo SBT, dei uma nova chance e vi quase que a primeira temporada inteira, e a vontade de cortar os pulsos foi muito grande. Tudo se resume à relação entre tapas e beijos de Serena e Blair, duas meninas chatas, sem sal, patricinhas e que fazem o maior drama do universo, POR NADA. Bitch please, para que está muito feio. Poucas das coisas que salvam a produção são personagens como a Jenny (que logo depois fica toda gótica), e o casal Lily e Rufus, que eu shipei mais que qualquer relacionamento que tivesse a dupla protagonista envolvida. E aquele Dan? Cara sem graça, que dá náusea só de olhar pra ele. Kristen Stewart nos cinco filmes da saga Crepúsculo era mais expressiva que ele. (Por Eduardo Nogueira)

 

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6) Hannibal

“A primeira impressão é a que fica”. Não! Sabemos que, quando nos referimos à séries, esse ditado não é aplicado por uma questão simples: séries maravilhosas tiveram um piloto horrível, como foi retratado no Top Mix da semana passada, e temos séries que tiveram um piloto maravilhoso, mas que decaíram de maneira inexplicável. É preciso apreciar, no mínimo, uma temporada de determinada produção para chegarmos a uma conclusão pessoal. Para quem nunca assistiu Hannibal e vê todo o burburinho que a produção da NBC causa nas redes sociais, esperamos algo grandioso e épico. Um psiquiatra que auxilia, algumas vezes, um agente do FBI e que come carne humana? Gente é canibalismo! Só a leve introdução nos remete a visões extraordinárias da série. Reconheço o caráter psicológico que ela impõe em seu público, mas o que era esperado por mim, uma coisa mais brutal, não tem – pelo menos até onde deu para ir com a série. Terminei a primeira temporada, esperando algo relativamente extraordinário e… Não vejo o motivo dessa euforia toda não. (Por Alex Fonseca)

 

Gotham

 

5) Gotham

Essa série já começa errada pelo seu nome. Nos quadrinhos, Gotham City é praticamente um personagem, uma entidade, que abriga toda aquela loucura. No seriado, é apenas uma cidade feia. Talvez a intenção tivesse sido emular a Gotham mais real de Christopher Nolan nos recentes filmes do Batman, mas como a série não se decidiu entre o estilo Noir e a modernidade, ficou apenas estranha. E a escalação de Ben McKenzie como protagonista também não foi uma escolha acertada. O eterno playboy de The O.C. é tão insosso, que perdeu o posto de protagonista para o personagem mais vergonhoso da rica galeria de vilões do homem-morcego. Ok, eles até deram uma personalidade interessante para o Pinguim, mas gente… ainda é o Pinguim. E ele ser a coisa mais legal dali está muito errado. E as crianças prodígio? Se a série tivesse apenas uma, seria aceitável. Mas tem um monte! É mini-Mulher Gato, mini-Hera Venenosa, mini-Batman… e ainda não sei como o pequeno Bruce Wayne vai conseguir vestir a máscara de morcego com aquelas orelhas. Os pontos negativos acima seriam deixados de lado, tornando a série minimamente suportável, se não fosse o maldito fan service. Para disfarçarem a total falta de qualidade dos roteiros, eles enchem de personagens dos quadrinhos, muitos sem propósito algum. E não dá para esquecer o quão patético é pegar o maior vilão de todos, o Coringa, para transformá-lo em um adereço de enredo para criar um mistério tosco sobre sua identidade. O Batman, aos 12 anos, já vai ter conhecido todos os seus inimigos, algo tão absurdo quanto o Superman demorar 10 anos para sair da adolescência e aprender a voar (alô Smallville). Como um grande fã do Batman eu queria ter gostado de Gotham, queria mesmo. Talvez se tivessem direcionado para algo mais leve e despretensioso como Arrow ou Flash, eu teria curtido. Mas imaginem o Tiririca com um livro de física quântica embaixo do braço. É assim que a série me parece… se leva a sério demais, sem ter conteúdo pra isso. (Por Erik Wilhamis)

 

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4) The Walking Dead

The Walking Dead, para mim, já deu. A primeira temporada dela foi maravilhosa. Assisti todos os episódios vidrados e esperando ansiosamente pelo próximo. Quando iniciou a segunda temporada, coloquei todas as expectativas lá no alto, porém, me frustrei. A segunda temporada de TWD foi monótona e com um plot bem óbvio. A terceira temporada foi ótima. Gostei bastante do plot do governador. No entanto, meus amigos, o que foi a quarta temporada de TWD? Uma palavra define: CATASTRÓFICA. Eu odiei a quarta temporada por vários motivos: 1) Achei sonífero; 2) O Rick tinha se transformado em um pé no saco, assim como seu filho; 3) Alguns personagens estavam irreconhecíveis (vide o Rick e a Carol – nesse caso, a sua mudança foi para melhor) ; 4) A série estava mega arrastada, com direito a encheção de linguiça. Enfim, The Walking Dead se tornou uma série mais dramática que qualquer coisa, algo que nunca foi sua premissa. A série conseguia muito bem mesclar drama com ação que se sucedeu na primeira e terceira temporadas. Não sei porque alguns a idolatram e amam incondicionalmente. (Por Daniele Duarte)

 

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3) How I Met Your Mother

Eu juro que tentei dar uma chance para a série diversas vezes, mas não rolou. Tem gente que fala de uma rivalidade, o qual quem assiste Friends odeia How I Met Your Mother, e vice-versa. Por um lado até acontece isso, mas rola algumas excepcionalidades, onde há quem goste de ambas ou nenhuma. A comédia de um grupo de amigos que mora em Nova York que sempre se reúnem em um lugar específico para jogar conversa fora foi a fórmula encontrada para apostar nela, já que era um tema que dava super certo, ? Errado. Na minha humilde opinião, tudo soa tão caricato e forçado, sem contar na falta de identidade própria que a atração tem. E daí que a série é premiada, aclamada pela crítica e tal? Para mim isso não importa, pois na chance de preencher o espaço vago, após o fim de Friends, a comédia nada mais era que uma versão da mesma com algumas alterações apenas. Era como se estivesse vendo versões caricatas de Rachel, Ross, Monica, Chandler, Phoebe e Joey. Sem contar que dos episódios que vi, os quais foram avulsos, dá para contar nos dedos aqueles que soltei uma risada DE LEVE. (Por Eduardo Nogueira)

 

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2) Friends

Sabe aquela série que você não entende o porquê dela ser tão aclamada e tão superestimada? Pois é, Friends entra nessa lista. Mas, primeiro, antes de começar o texto, quero deixar bem claro que reconheço a qualidade de Friends, pois marcou uma geração de seriadores. Sendo assim, a série favorita de muita gente. No entanto, PARA MIM, não deu. Fui assistir e, simplesmente, não me fez rir e não achei graça nenhuma nos personagens e nas piadas. O plot não conseguiu me prender de jeito nenhum, porque os personagens são caricatos e forçados, principalmente o Joey que, para mim, é o personagem mais chato e inconveniente. Enquanto via, pensava: “como as pessoas conseguem rir disso e eu não? Como as pessoas conseguem se identificar com os personagens e eu não?”. Daí, me dei conta de que a série era comum, não contendo nada de genial. (Por Daniele Duarte)

 

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1) Game of Thrones

Ok, antes que vocês comecem a me jogar pedras, vou dizer que sim, eu vejo Game of Thrones, e que sim, a série faz totalmente meu estilo, já que sou fã do gênero medieval, com muito sangue, sexo, tiro, porrada e bomba. Mas vamos ser sinceros? A série é boa, mas não é essa maravilha toda. Com um roteiro arrastado e que nos prepara para algo que nunca chega (o tal inverno), temos vários episódios que só servem para tapar buraco, onde nada acontece. Aliás, dependendo da temporada, como a quarta, podemos salvar apenas uns três episódios que foram realmente relevantes. Graças a isso, muitos personagens que no início eram ultra hypes, como Daenerys, vão caindo na chatice, na insistência em um mesmo plot. Sério, quando começam a narrar seu nome é hora de ir ao banheiro. Isso é parecido com o que acontece com Jon Snow, personagem que deveria ser o grande herói e fodão, mas que padece pela falta de “sabedoria” e que só agora realmente começou a mostrar alguma utilidade. Outra coisa chata são os personagens que somem por temporadas inteiras. Sabe GoT, assim fica difícil te defender! (Por Letícia Bastos)

 

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Menção honrosa: Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. 

Tudo bem, S.H.I.E.L.D. não é uma série tãão amada sim. Mas não podemos perder a oportunidade de dar uma pequena alfinetada nela, não é verdade? Isso porque eu vejo muitos fãs da Marvel idolatrando o show e, verdade seja dita, o roteiro desta série é bem capenguinha, não acham? Perto da imensidão que Os Vingadores proporcionam para o Universo Marvel, o Agente Coulson se vê preso aqueles dilemas bobinhos de Agents of S.H.I.E.L.D., envolto a personagens nem um pouco carismáticos. Não é à toa que a audiência da série caiu drasticamente. Mesmo assim há quem defenda. Entretanto, sou da parcela que não entende porque esta série ainda está no ar. (Por Anderson Narciso)

Eita! Estou no chão e de coração partido com algumas declarações aí! Mas, e você, se identificou com algum texto? Tem alguma série que todos amam, menos você? Deixe nos comentários e até semana que vem!