O Globoplay prepara uma de suas estreias mais ousadas do ano: Vermelho Sangue, série original que mistura fantasia, terror e romance em uma narrativa enraizada na cultura brasileira.
Ambientada na fictícia cidade de Guarambá, no coração do cerrado mineiro, a produção estreia em 2 de outubro de 2025, prometendo conquistar o público com criaturas fantásticas, dilemas familiares e paixões proibidas.
A história de Vermelho Sangue
Na trama de Vermelho Sangue, conhecemos Luna (Leticia Vieira), uma jovem de 20 anos que carrega um segredo devastador: em noites de lua cheia, ela se transforma em lobimoça-guará, criatura mítica inspirada no símbolo da região. Sua mãe, Carol (Heloísa Jorge), é uma cientista determinada a “curar” a filha dessa condição genética, acreditando que só assim poderá dar a ela uma vida “normal”.
Enquanto Carol busca respostas em experimentos científicos, atrai a atenção de Otto (Rodrigo Lombardi), um pesquisador enigmático que enxerga em Luna não apenas um enigma biológico, mas também a chave para avanços perigosos. Paralelamente, a cidade se torna alvo de vampiros seculares: Michel (Pedro Alves) e Celina (Laura Dutra), que se disfarçam de estudantes no Instituto de Biologia local para colher o material genético da lobimoça.
O conflito central surge quando Michel, enviado para manipular Luna, acaba se apaixonando pela jovem — sentimento que ele não experimentava há mais de um século. Esse envolvimento inesperado ameaça os planos do clã de vampiros e expõe Luna a novos perigos, ao mesmo tempo em que a ajuda a aceitar e controlar seus próprios poderes.
Romance, mistério e criaturas fantásticas
Mais do que uma narrativa sobrenatural, Vermelho Sangue aposta em conflitos profundamente humanos. O relacionamento entre mãe e filha é o coração da história: Carol insiste em “consertar” Luna, enquanto a jovem questiona se realmente precisa ser “normal”. Esse embate coloca em pauta temas como identidade, aceitação e liberdade de escolha.
Além dos dramas familiares, a série apresenta um triângulo de forças:
- A ciência de Otto, que beira a obsessão;
- O clã dos vampiros, liderado pela poderosa Elizabeta (Alli Willow);
- A natureza selvagem de Luna, que se revela a cada transformação.
Tudo isso acontece em Guarambá, cidade fictícia que combina a beleza do cerrado mineiro com o misticismo das lendas brasileiras.

O elenco estelar de Vermelho Sangue
O elenco reúne grandes nomes da dramaturgia nacional:
- Leticia Vieira como Luna, a lobimoça-guará;
- Alanis Guillen como Flora, jovem que terá sua vida entrelaçada à de Luna;
- Heloísa Jorge como Carol, a mãe protetora e cientista;
- Rodrigo Lombardi como Otto, o pesquisador enigmático;
- Pedro Alves como Michel, o vampiro dividido entre missão e paixão;
- Laura Dutra como Celina, vampira implacável;
- Alli Willow como Elizabeta, líder do clã vampírico;
- Além de participações de Bete Mendes, Fafá Rennó, Ana Clara, Flávio Souza e Rogeann Bibiano.
Quem está por trás da produção
Vermelho Sangue foi criada e escrita por Claudia Sardinha e Rosane Svartman, com direção artística de Patricia Pedrosa, produção de Erika da Matta e Lucas Zardo, e direção de gênero de José Luiz Villamarim.
Segundo a diretora Patricia Pedrosa, a ideia da “lobimoça-guará” é um dos grandes diferenciais da obra:
“Rosane e Claudia foram muito felizes ao trazer uma lobimoça-guará para a dramaturgia. Essa ideia abriu caminho para a construção de uma narrativa brasileira, original, com ingredientes da nossa cultura e do nosso povo.”
Quantos episódios terá Vermelho Sangue?
A primeira temporada conta com 10 episódios disponíveis a partir de 2 de outubro no Globoplay. E a boa notícia para os fãs de fantasia nacional é que a segunda temporada já está confirmada para 2026, prometendo explorar ainda mais os dilemas de Luna, Flora, Michel e Celina.
Por que assistir?
Combinando mistério, fantasia, romance e crítica social, Vermelho Sangue se diferencia ao adaptar o gênero sobrenatural para um contexto tipicamente brasileiro. Ao mesmo tempo em que entrega ação e suspense, a série provoca reflexões sobre pertencimento, preconceito e o direito de ser quem se é.
É uma aposta ousada do Globoplay para quem gosta de histórias sombrias, apaixonantes e com identidade nacional.