O Globoplay estreia no dia 2 de outubro sua mais nova série original, Vermelho Sangue, uma trama que mistura romance, mistério, terror e fantasia em um cenário profundamente brasileiro.
A narrativa, protagonizada por Letícia Vieira e Alanis Guillen, acontece na fictícia cidade de Guarambá, no cerrado mineiro, lugar onde a natureza exuberante divide espaço com criaturas fantásticas como vampiros, lobisomens e a enigmática lobimoça.
Um encontro marcado pelo destino
Na história, acompanhamos Luna (Letícia Vieira) e Flora (Alanis Guillen), jovens que carregam insatisfações e desejos aparentemente opostos. Seus caminhos, no entanto, acabam se cruzando em Guarambá, revelando que seus mundos são mais conectados do que elas imaginam. Entre dilemas pessoais e descobertas intensas, a relação entre as duas se torna o centro da trama, despertando a atenção de forças sombrias que rondam a cidade.
A ameaça dos vampiros em Vermelho Sangue
Entre os observadores desse relacionamento estão os vampiros bicentenários Michel (Pedro Alves) e Celina (Laura Dutra). Fingindo ser irmãos e estudantes, eles chegam a Guarambá com um segredo: a real motivação da VPTech, empresa que investe em pesquisas com lobos-guará.
Ambos foram transformados em vampiros pela mesma pessoa: a poderosa Elizabeta (Alli Willow), líder do clã e figura influente da VPTech, que comanda tudo mesmo vivendo nos Estados Unidos.
- Celina, portuguesa de quase 300 anos, herdou da família a habilidade para costura e traz na moda sua forma de expressão.
- Michel, de mãe brasileira e pai francês, carrega no bandolim do avô paterno sua verdadeira vocação: a música, que atravessou séculos com ele.

Fantasia em detalhes
A produção de Vermelho Sangue investe em efeitos práticos e digitais para dar vida a esse universo. O ator Pedro Alves, que interpreta Michel, chegou a gravar cenas de saltos impressionantes — como escalar a torre de 32 metros do campanário da igreja — com o uso de cabeamento, auxiliado por dublês e equipe de efeitos visuais.
Os vampiros exibem sua atemporalidade não apenas por meio da imortalidade e da sensibilidade ao sol, mas também pelo visual: caninos pontiagudos feitos com lentes especiais e figurinos que misturam história da moda com referências modernas, sobretudo na caracterização de Celina.
Outro destaque é o sangue cenográfico, elemento central da trama. A equipe de arte, liderada por Guga Feijó, desenvolveu uma fórmula especial que mistura água, glucose, álcool de cereais, hibisco, sumagre, corantes alimentícios e sal rosa, garantindo realismo nas cenas.
Uma trama de raízes brasileiras
Ambientada em um cerrado rico em simbologias, com o lobo-guará como figura emblemática, Vermelho Sangue promete se diferenciar por trazer elementos de fantasia internacional para um contexto brasileiro. Entre paixões proibidas, dilemas familiares e batalhas contra criaturas sobrenaturais, a série aposta em emoção e autenticidade para conquistar o público.
Estreia
Vermelho Sangue chega ao Globoplay em 2 de outubro, unindo romance, terror e fantasia em uma narrativa que promete marcar o catálogo nacional do streaming.