Vikings – 4×12 – The Vision

Imagem: Banco de séries.
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Já fazia um tempinho que não tínhamos um episódio tão bom em Vikings, porque estava tudo focado na separação das jornadas de Bjorn e Ragnar. Contudo, agora ingressamos nas jornadas, e todo o misticismo Viking voltou com tudo. E o destaque desse episódio foi com certeza Aslaug, que realmente nunca conseguiu ser rainha em Kattegat.

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Lagertha sim, sua presença impõe respeito aonde chega, acompanhada de um homem ou uma mulher, ela brilha, de qualquer forma. Uma união entre Aslaug e Lagertha seria o fim dos inimigos, uma tem a força e a outra as visões, seria perfeito. Mas Aslaug roubou Ragnar, sem querer amor, apenas o trono, e isso Lagertha jamais esquecerá.

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Ivar, também um ícone, quer manter a escrava agora ao seu lado, para que guarde seu segredo de impotência. Mas era obvio que não ia durar, e agora ele quer fama, quer ir com o pai para a guerra. Aslaug, no entanto, viu que se ele fosse, morreria em uma tempestade. E o episódio acabou justamente nessa parte. Ivar sobreviverá, contra todas as visões dos deuses? Será o ícone Viking conhecido até hoje? Teremos que assistir essa para comprovar.

Como já disse, Aslaug foi o centro desse episódio, sua presença ficou marcada no ritual de sacrifício para os deuses, para que os homens voltem a salvo de suas jornadas além mar. Ela ama os filhos de uma forma cega, mas sabe do que cada um é capaz, e não soube educá-los com respeito, ou talvez seria apenas mais um jeito Viking de ser. Quer que se casem, se estabeleçam, tenham filhos – mas podem galinhar pois são filhos do Rei (eu ri).

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Ragna,r por sua vez, teve que comprar pessoas para viajar consigo, e isso realmente para mim, mostrou o fim de toda a honra e presença que esse Rei um dia teve. Agora ele parece cansado e louco. Pedindo ajuda para o filho Bjorn. Um pouco mais sábio talvez, como quando disse aquelas bonitas palavras para sua esposa Aslaug – que realmente nunca colocou os filhos contra ele, mesmo ele sendo um péssimo pai. Já vi muitos historiadores criticando a série, do modo como representa os Vikings, mas pelo que li até hoje, essa é a primeira adaptação que não tem medo de mostrar como eles eram selvagens, e um pouco primitivos, claro que não mostram tal e qual pois temos limites na televisão, porém mesmo assim, gosto muito de assistir sobre essa era tão importante.

Voltaremos a ver Ecbert agora? Rollo? Já estávamos com saudade desse bando de malucos!

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