Ghost Whisperer: Você consegue nos ouvir?

Essa era a frase que uma menininha dizia na abertura de Ghost Whisperer (sdds!). E qual o fã que nunca olhou essa abertura em câmera lenta no computador porque queria entender todas as referências mitológicas e históricas que se passavam ali? CULPADA!

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Uma das séries mais tocantes em minha vida, por falar do mundo sobrenatural com muita ternura, paciência e emoção (bem diferente de Supernatural que eu também amava), foram cinco temporadas de inúúúmeras lágrimas e dor no coração. Logo eu que não gosto de pagar pra chorar, me encantei de uma forma com a trama de Melinda Gordon que até hoje eu não consigo desassociar a personagem para com a atriz Jenninfer Love Hewitt. Criada em 2005, por John Gray, GW foi nomeada duas vezes para o Emmy e teve transmissão em diferentes canais. Passou pela CBS, depois surgiu na Sony e também no Fox Life (em Portugal).

A trama contava o dia a dia de uma mulher que conseguia falar com os mortos. Isso mesmo. Hoje e sempre essa história parece clichê, mas o tom de nostalgia dado a série é que torna tudo tão especial. Melinda não gostava de ir a hospitais porque ficava sendo abordada por diferentes espíritos, e só ia em cemitérios quando era extremamente necessário. A gente vai entendendo o porquê das coisas ao longo de todas as temporadas, afinal, ela ajuda taaaaaaaanta gente a passar ~pela luz que chega a cansar. Mas quando ela perde uma das suas melhores amigas, ou quando seu marido fica assombrando-a sem saber que ele tinha se ido, garantem episódios extremamente tocantes. Ela sempre dizia que não importa o motivo da pessoa ainda estar nesse plano, a prioridade dela era ajudar. E assim foram se indo inúmeras tramas, sempre individuais a cada episódio e com uma narrativa macro rolando por trás. Aparentemente, Melinda é uma mulher normal e que vive com seu marido bombeiro, tem uma casa linda e um antiquário no qual trabalha (nem tanto porque ela está sempre fora da loja resolvendo os pepinos dos outros). Mas a gente descobre que por trás dessa vidinha pacata ela é uma pessoa superforte no quesito emocional e, indiretamente, o espectador aprende muita coisa da mitologia relacionada ao mundo dos mortos e também fica expert em segurar lágrimas.

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Saudades ~eternas~ desse seriado querido que terminou em 2012 com um final meio abstrato e confuso. Mas mesmo assim ela é uma das que está no fundo do meu coração e a dica é: se você é muito emocional, ela acaba te deixando ainda pior ahahaha

Um adendo aqui para os fãs de De Volta para o Futuro: a cidade em que Melinda vive é exatamente a mesma cidade-cenário da quadra da torre do relógio, nada foi colocado a mais, nada foi tirado dali 😉

Equipe Mix

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Perfil criado para realizar postagens produzidas pela equipe do Mix de Séries.

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