Memórias em Série: XoXo, Gossip Girl

Me diz, não sei se não é da minha cultura mesmo ou se é da cultura deles, mas que mania de: 1) se mandar recado de voz e 2) mandar mensagem só com a frase sem nem mandar beijo nem dar oi nem nenhum cumprimento, não é mesmo?

Assim que o universo de Upper East Side se mostrou como um mundo a parte pra mim: patricinhas (óbvio que tinha no meu colégio, mas não nesse nível), internet e mensagens de grátis para todos os amigos (naquela época, eu colocava cartão no meu), roupas magníficas (not), festas e bebidas incríveis e carérrimas (não, eu era do interior, não tinha essas coisas), todo mundo já tinha pego ou estava pegando alguém da escola (desculpa, eu era patinho feio então, not).

Obviamente que eu, como uma menina fantasiosa que sou, achava tudo uma extravagância sem limites o que as meninas de Gossip Girl viviam. Nada como um conto de fadas ao contrário e um bando de garota fofoqueira e desocupada para iluminar uma vidinha rica e cheia de intrigas, né pessoal? Mas vamos admitir: parecia uma novela mexicana muito elegante! Quanta confusão com aqueles personagens, quanta disputa, quanta traição, quantos dólares! Mas que eu amava demais viver por 47 minutos esse mundo totalmente a parte do meu, oh se amava!

 

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Fonte: Jornal do Brasil

                                               Imagem: Divulgação/CW

Eu fui muito fiel a Serena e Blair, mesmo quando brigaram com a Georgina e até quando expulsaram a Jenny do circuito. Me apaixonei pelo Dan desde o início e comecei a ter uma queda gigantesca pelo Chuck quando ele começou a ser, além de sedutor, um cara amor com um vira-lata na cobertura. Eu queria bater no Nate algumas vezes e afogar a Lily de tão enrolada que era aquela mulher, mas fazer o que, eles eram meu drama queen favorito.

Mesmo tendo sido criada em 2007 e acabando de forma que eu achei digníssima em 2012, eu acompanhei e gritei e esperneei em 121 episódios riquíssimos de bolsas, bares e tretas. E se você está órfã assim como eu de tanta bagunça familiar, dá pra continuar com as intrigas loucas pela série literária que originou a série televisiva. De mesmo nome, Gossip Girl, a escritora Cecily von Ziegesar não perde tempo e apresenta um contexto muito mais pesado do que o mostrado na TV, por isso que acho que tiveram que dar uma maneirada em algumas loucuras que os personagens aprontavam. Mas é meio impossível reler os livros (eu li e depois vi, que linda!) sem imaginar os personagens na pele de Blake Lively e Leighton Meester. Sem falar que depois de ver seis temporada de Gossip Girl com a Kristen Bell narrando as aventuras baphônicas da Queen B e depois ouvir ela cantando como Anna, em Frozen, é meio que ligar uma coisa na outra.

E também pra quem quer seguir a linha novela do SBT, fique sabendo que existem as versões chinesa e mexicana, onde os nomes são adaptados, mas as intrigas são praticamente as mesmas.

Saudades de ver o Empire State Building iluminado em todo final de episódio, não é?

 

 

 

Equipe Mix

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5 comments

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  1. Avatar
    Alice Risso 18 agosto, 2014 at 19:38 Responder

    Assisti as duas primeiras temporadas, depois não aguentei mais. Mas Chuck Bass era melhor.
    E obrigada por ter falado sobre a Kristen Bell, não sabia que ela era a Anna do Frozen, assisti um vídeo dela cantando e amei ela mais ainda.

  2. Avatar
    Alice Risso 18 agosto, 2014 at 19:38 Responder

    Assisti as duas primeiras temporadas, depois não aguentei mais. Mas Chuck Bass era melhor.
    E obrigada por ter falado sobre a Kristen Bell, não sabia que ela era a Anna do Frozen, assisti um vídeo dela cantando e amei ela mais ainda.

  3. Avatar
    João Victhor Sales 25 agosto, 2014 at 13:05 Responder

    Kristen Bell me manteve forte nos momentos ruins pelos quais GG passou (e não foram poucos!), aquele XOXO no fim de cada episódio era mágico <3

  4. Avatar
    João Victhor Sales 25 agosto, 2014 at 13:05 Responder

    Kristen Bell me manteve forte nos momentos ruins pelos quais GG passou (e não foram poucos!), aquele XOXO no fim de cada episódio era mágico <3

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