Crítica: 1×04 de Black Lightning alterna entre um pouco mais do mesmo e certas peculiaridades

Imagem: CW/Divulgação

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A quarta semana da nova queridinha da CW vem com um pouco mais do mesmo. Mas acalmem-se, não me entediei com Black Lightning. Apenas não percebi grandes mudanças como das últimas semanas. Há sim uma intensa ascensão, mas com os mesmo elementos já utilizados. O destaque dessa vez pode ser voltado à uma ligeira troca no protagonismo.

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Para Anissa, usamos o clichê: “Com grandes poderes vem grandes responsabilidades…”

Venhamos e convenhamos, Anissa está crescendo e muito dentro da série. Com um pai secretamente poderoso, a garota não fica atrás. Mesmo que ainda insegura de utilizar suas habilidades em público, ela honrou o nome dos Pierce. Foi até onde viu necessário para proteger seu povo e o fez brilhantemente. Devemos enaltecer e muito sua coragem e nos preparar para lutas ainda maiores. Gosto de ver essa força crescendo dentro dela, assim como tenho um carinho especial pela pessoa que ela representa.

Este é um ponto bem forte na série. Ela nos apresenta não somente o herói, mas aquele que está por detrás dos poderes. Já cansei de falar por aqui como J. Pierce é um homem íntegro. O título do episódio já fortalece que seu apelido de Black Jesus não é atoa. Mas o poder sempre sobe a cabeça e devemos tomar muito cuidado. Foi exatamente assim que o diretor fez inimigos dentro e fora de seu traje. Não vai ser tão simples agir de forma justa e limpa com pessoas que julgam a ética e moral ao pé da letra em suas costas. Mesmo que não seja o plot mais interessante que poderiam criar, acredito que isso ainda renderá boas discussões em episódios.

Imagem: CW/Divulgação

O enredo não se desenvolveu muito, mas teve suas marcas. Tobias claramente controla tudo e rostos familiares vão se aproximando dele. Ainda estou curioso com a relação entre Peter e ele, pois é óbvio que há uma. O final com Khalil no hospital também nos dá esperanças de um plot twist interessante. Mesmo que o texto não tenha sido surpreendente, existe um ponto específico que devemos enaltecer nesta produção: a trilha sonora.

A melodia consegue levar o enredo e ainda traz uma playlist incrível

Como já disse em alguns textos, é bem característico a importância do som em uma produção. Ele tem o poder de trabalhar nossos sentimentos perante a cena. A produção consegue fazê-lo de uma maneira coesa que vi poucas vezes. Canções que remetem à situação que está sendo descrita em cena. Quase como um enredo em forma de melodia. Realmente é um ponto de destaque por aqui.

Por essa semana me despeço de vocês. Na próxima, meu amigo Eduardo Nogueira dará continuidade às reviews. Mas para não perder o costume, segue um pouco do que acontecerá no próximo capítulo. Continuem acompanhando o Mix para mais reviews e notícias e até uma próxima… 😀

Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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