Crítica: Elevador roubou a cena no episódio 15×09 de Grey’s Anatomy

Imagem: ABC/Divulgação

Ah se o elevador de Grey’s Anatomy falasse…

Grey’s Anatomy retornou do breve hiatus de fim de ano, e mostrando o poder que o elevador tem no hospital. Roubando a cena, a maioria das tramas se passou dentro deste local. Ok, o episódio prometia muito e se não fosse pelo poder do elevador, o nono episódio da décima quinta temporada poderia nem existir. Aliás, eu fiquei o episódio inteiro querendo saber quantos elevadores existem no Grey Sloan Memorial Hospital. Alguma ideia?

Tirando esta curiosidade, posso dizer e afirmar que das três histórias a que mais me chamou a atenção foi da Meredith e DeLuca. Sim, eu fiquei o tempo todo torcendo para que rolasse alguma pegação dos dois naquela caixinha quadrada. Será que estou com um parafuso a menos? Bom, de qualquer forma, desde que Meredith Grey ficou viúva, DeLuca foi o único médico que consegui shippar com a Mer.

E não teve como não ficar toda derretida quando ele falou em italiano! Amei as cenas dos dois e já quero MerLuca para ontem! Não sei como ficará o chove não molha para este potencial casal, o que eu sei é que os roteiristas estão loucos para colocar um triângulo amoroso para a Mer. Porém, depois de assistir uma cantada do DeLucca sobre Doctor Who para a minha amada Meredith Grey, não tem como aquele novo médico (que de tão importante esqueci o nome) ganhar a minha torcida!

Grey’s Anatomy, para quê tantos triângulos amorosos?

Se o triângulo amoroso de Mer tem tudo para ser nos entreter (se é que podemos chamar isso de entretenimento), o mesmo não podemos dizer de Teddy, Owen e Amelia. Todo o plot dos três presos no elevador foi um pé no saco. Não sei porque os roteiristas ainda insistem em dar bola para o Owen. O cara não é toda esta coca-cola que pintam não. Eu jurava que Owen fosse ter um ataque de fúria e xingar até não poder mais a sua melhor amiga por ter escondido a gravidez, mas não foi isso o que vi.

Imagem: ABC/Divulgação

Owen agiu novamente como um idiota e não duvidaria de no final ele acabar sozinho e sendo rejeitado até por seus filhos. O mais irônico nisso tudo é que Owen sempre quis ser pai e ele, agora, tem dois filhos. Por mais que a barriga da Teddy ainda não tenha aparecido – e isso é estranho pois sabe-se lá quantos meses já se passaram desde que ele foi atrás dela – essa história da gravidez vem me irritando muito. Eu adoro a Teddy, mas não acho que ela mereça ficar com o Owen. Por mim, ressuscitavam o Henry, pois esse sim merecia o amor de Teddy.

Já Amelia vive sendo massacrada pelos roteiristas. A neuro já sofreu muito em Private Practice e continua sofrendo em Grey’s Anatomy. Além disso, não bastava perder o Owen para o passado dele, agora ela enfrentará uma barra tremenda para adotar aquela adolescente. Só Jesus na causa para dar um pouco de paz para a irmã caçula de Derek!

O carrossel não para!

Se não bastasse toda a confusão e pegação no hospital, minha amada Bailey anda num inferno astral. Adorei toda a tensão que ela e a residente tiveram no elevador. Porém, minha estrutura foi ppor água abaixo quando ela desabafou para o Alex. Realmente, não está nada fácil ser Miranda Bailey ultimamente.

E neste carrossel chamado Grey’s Anatomy, o novo casalzinho Glasses e Nico continuam ganhando espaço no meu coração. O mundo acabando e os dois só pensando em se pegarem. Até Karev deu umas dicas sobre locais para pegação no hospital. Cena impagável!

Nem mesmo a fofoqueira da Maggie foi capaz de ofuscar o novo casalzinho. Isso porque a bomba ainda está prestes a estourar, ainda mais quando Jackson já foi fofocar para o Richard sobre a doença da mãe. Nem quero ver como mamãe Avery ficará quando descobrir que todos já sabem sobre sua doença. Só sei que vai sobrar para a minha Meredith Grey. Ai Senhor! Dai-me paciência para aguentar todo este mi mi mim!

PS 1: Que elevador é este que funciona com as portar abertas?

PS 2: RIP Cece! Seus conselhos farão falta!

Leia também: Clima esquenta entre Meredith e DeLuca em Grey’s Anatomy, confira

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Gabriella Siggia

Quem eu sou? Eu sou uma em um milhão: escritora nas horas vagas, seriadora de coração, cinemática de plantão e amante da literatura. Divertida, alto astral e bastante bem humorada. Só não achei ainda minha outra pessoa. Ah, música faz parte da minha vida.