Lá em Pato Branco…

Semana passada nos despedimos da série brasileira mais clássica de todos os tempos, A Grande Família. Foi triste? até foi. Já era hora? Lógico. Mas não é de A Grande Família que vamos falar por aqui hoje.

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Hoje o destaque do Memórias em Série é uma outra série sobre uma outra família, quem sabe ainda mais maluca: Toma lá, dá cá, criada por Miguel Falabella, que deve estar com suas orelhas fritando nos últimos tempos devido a estreia de sua nova série, Sexo e as Nega. Então, é aproveitando essas duas premissas que vamos falar da saudosa comédia de 2007, que podia não ter o melhor título de todos, mas divertia demais.

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Imagem: Divulgação/Globo

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Criada no modelo das mais clássicas sitcoms americanas – aquelas onde os cenários são sempre os mesmos, onde não tem cenas externas e um público acompanha a gravação – a série começou como quem não quer nada, e ganhou fãs fiéis. O piloto foi ao ar em 2005, sem todo aquele elenco que aprendemos a amar. Mas a série só foi estrear episódios novos em 2007, logo após o encerramento de A Diarista.

A série durou três temporadas deliciosas, e trouxe personagens que ainda fazem parte da nossa memória – e vocabulário – como a ninfomaníaca Copélia de Arlete Salles, e seu icônico e atemporal “Prefiro nem comentar”; Sr. Ladir, interpretado pelo saudoso Ítalo Rossi; Isadora, a mau-caráter interpretada por Fernanda Souza; Bozena, a empregada MITO de Alessandra Maestrini; e Dona Álvara, a síndica maluca de Stela Miranda.

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Imagem: Divulgação/Globo

A premissa da série era interessante, era o retrato do cotidiano e desventuras de dois casais vizinhos, Mario Jorge e Celinha, e Arnaldo e Rita. A parte “interessante” está no fato de que Mario Jorge é ex-marido de Rita, e Celinha ex-mulher de Arnaldo. Junto dessa confusão toda estavam os dois filhos de Mario Jorge e Rita, o filho de Celinha e Arnaldo, a mãe de Celinha, Copélia, e a síndica do Jambalaya Ocean Drive, Dona Álvara, casada com o já citado Sr. Ladir, e claro, a empregada dos dois casais, Bozena.

Os roteiros eram basicamente simples, focando em piadas fáceis sobre o tal cotidiano das duas famílias. Só que era exatamente nessa simplicidade que a série conquistava o seu público. Os personagens eram muito diferentes e marcantes, politicamente incorretíssimos, e donos de bordões inesquecíveis. As noites de terça-feira eram mais deliciosas com Toma lá, dá cá.

 

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Imagem: Divulgação/Globo

Em 2009 a série encerrou, não por queda de audiência ou desgaste dos personagens, mas porque Falabella resolveu se arriscar em outras produções. Para aqueles que eram fãs ficou a boa lembrança, e a decisão acertada de encerrar a série quando estava no auge, algo tão raro hoje em dia.

De qualquer forma quando a saudade aperta é só colocar no Viva, ou lembrar dos inúmeros bordões, porque olha… prefiro nem comentar… <3