Legends of Tomorrow – 2×08 – The Chicago Way

Imagem: Banco de Séries/Divulgação

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Olha essa Legião do Mal sendo formada… Por mais que tenhamos inúmeros motivos para odiar vilões como Damien Darhk ou Malcolm Merlyn, essa união está se mostrando bem eficaz. Dividir as responsabilidades, trabalhar com assuntos pessoais no meio de toda a cena. Essa nova formação de vilania tem tudo pra dar certo, quer dizer, até o momento que as lendas conseguirem destruí-los. Realmente espero que façam um trabalho infinitamente melhor do que o apresentado até agora com os personagens separados.

Eu amo profundamente quando séries retratam as grandes épocas da história americana. Eu não sou um historiador como o Nate, longe disso, mas me interesso muito pelos estilos de cada década. E quando busquei saber um pouco mais dos anos 20, já me encantei por tudo. O episódio retratou bem a época e a memória do grande criminoso de Chicago, Al Capone. O que me deixa as vezes indignado é a facilidade com que eles botam personagens do passado aceitando as condições de superpoderes ou máquinas do futuro. Se para nossos personagens de 2016 já não foi fácil, imagina para quem vê isso em uma época onde computadores nem sonhavam em existir…

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O time conseguiu se acertar muito bem nesta nova temporada, e vejo interações incríveis e outras nem tanto crescendo com o plot principal. Com certeza Ray e Nate já foram irmãos em outras vidas. Nunca vi uma amizade encaixar tão bem a dois personagens. E por mais bobo ou infantil que eles demonstrem, acaba ficando divertido ver a união do dois. Já a relação que está florescendo entre Amaya e Mick não me agrada nem um pouco. Eles não tem NADA a ver um com outro e é totalmente desnecessário criar uma aura emocional em cima de Mick neste momento.

Imagem: Banco de Séries/Divulgação

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Falando do nosso querido incendiário, suas loucuras trouxeram a tona uma grande surpresa neste episódio. Snart voltou as cenas como Capitão Frio. Claro que tudo como um fruto da imaginação do antigo amigo, mas foi bacana rever o personagem por aqui. Tenho certeza que toda essa alteração temporal de todas as séries ainda vão refletir no retorno do personagem para as telinhas. Enquanto isso poderemos ver mais da dupla no retorno de Prison Break que já está quase chegando…

Depois do mega crossover da semana passada, estou a todo momento tentando correlacionar eventos das séries e criar teorias mirabolantes. Em uma das loucas teorias, eu tenho um pensamento bem interligado entre o final deste último episódio de Arrow e a oferta de Malcolm para Sara. Seria possível que os vilões tenham conseguido alterar o destino de suas vidas, a ponto de trazer Laurel de volta e ainda confirmar minha suspeita de que o vilão Prometheus é realmente Tommy Merlyn? Apesar de ser totalmente louca e sem fundamentos, essa seria uma opção que já vem sendo discutida a um tempo.

Um episódio que fecha o primeiro ciclo e termina de modo controverso às minhas expectativas. Era óvio e evidente que Rip Hunter teria que voltar um dia para a série, mas a equipe se encaixou tão bem sem sua presença, que realmente não vejo necessidade de traze-lo de volta no momento. Enfim, voltamos no fim de janeiro com os vilões em busca do antigo capitão, e agora resta a dúvida, quem continuará comandando Waverider? Espero que eles não façam Sara desistir do cargo com muita facilidade, pois o trabalho que a personagem vem apresentado está incrível, como já era esperado.

Foi ótimo estar com vocês até aqui e nos vemos em 2017 com mais LoT, até lá! 😀

Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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