Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. – 4×17 – Identity and Change

Imagem: YouTube/Reprodução

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Sim! Mais um episódio excelente de Marvel’s Agents of S.H.I.E.L.D. passou e trouxe algumas reviravoltas interessantes. Faltando poucos episódios para o fim da temporada, as coisas só parecem piorar para as nossas heroínas tentando salvar a equipe das garras desse mundo bizarro de Aida.

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Primeiro e talvez o mais bizarro de tudo, já que estamos num mundo de “e se…”, adorei que Coulson seja um fanático por teorias de conspiração. Considerando que ele era, no começo de tudo, o homem que a S.H.I.E.L.D. enviava para lidar com o material alien que rendia essas teorias.

Já no departamento de novas histórias, finalmente descobrimos onde Mack está. Sua realidade alternativa parece muito corriqueira e, confesso, acho que não me incomodaria nada se o personagem tirasse um tempo de folga para fazer exatamente isso… Casar, sossegar, ter filhos, agentes geralmente não conseguem fazer isso, mas para Mack talvez desse certo. Além disso, ia abrir espaço em cena para personagens novos – e mais interessantes. Mas, enquanto isso não acontece, que tiro foi Mack trair Skye?

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Falando em novas histórias, Mace como líder da resistência foi uma surpresa e tanto. Certo, considerando que o Framework é um lugar que deveria realizar sonhos, tirar arrependimentos – you know, all that self-help crap – e tudo o mais, até faz sentido que alguém tão obcecado em seguir os passos do Capitão América como Mace lutasse pela liberdade, mas organizar e comandar uma resistência? Realmente surpreendente.

Nesse meio tempo, tirando o nojinho de ouvir Fitz usar uma das melhores frases que ele já disse para Simmons agora para “Ophelia”/Aida, nunca considerei possível, mesmo com toda a admiração que o personagem tinha por esse pedaço específico de tecnologia, que ele fosse ser tão enredado pela trama dela no Framework. Na verdade, fica claro que as coisas estão pra lá de péssimas quando Grant Ward – mesmo que, de certo modo, ele ainda seja um agente duplo – e Jeffrey Mace são as pessoas defendendo a liberdade e Leo Fitz é o segundo no comando da HYDRA.

Contudo, apesar de toda a “bondade” dele, continuo, como Simmons, cético no que diz respeito a Ward. Afinal, depois de tudo o que vimos ele fazer nas temporadas anteriores, incluindo todo o problema com Hive, parece difícil crer nessa boa vontade e honestidade dele.

Reencontrar Radcliffe, preso no que parece ser a colônia de férias dos pirados foi, a princípio, terrivelmente desanimador. Mas o bom mau doutor nunca decepciona completamente, e pelo menos ele disse umas boas verdades a Aida.

Enquanto isso, e mesmo sem os seus poderes, Daisy fez bom uso de seu treinamento e quebrou a cara de vários dos agentes dessa HYDRA. Mesmo sendo perseguida dentro de um prédio da HYDRA e com ninguém menos que Melinda May no comando da caçada, ela conseguiu impressionar. É claro, ela foi enganada exatamente pelo seu desejo de resgatar seus amigos e acabou se tornando o novo objeto de testes de Fitz.

Mas, agora que a hora parece mais escura, algumas dúvidas começam a aparecer. O que acontecerá com todos eles se eles retornarem do Framework? Afinal, se eles manterem a consciência de tudo o que fizeram, dessa segunda vida bizarra, não acredito que haja como reparar o time. Fitz e provavelmente May nunca teriam confiança ou perdão depois de tudo isso, mais ainda se ele erradicar o gene Inumano de Daisy, algo que, acredito, refletiria no mundo real. E, falando nele, o que aconteceu no mundo real nesse meio tempo? Quanto tempo se passou enquanto Daisy e Simmons tentavam salvar o time dessa prisão bizarra e o que as versões deles controladas por Aida fizeram com o mundo? Respostas para tudo isso são o material dos próximos episódios, então não deixem de acompanhar. See ya!

HYDRA FILES 1: Daisy transformando a teoria de conspiração de Coulson em piada? Melhor momento!
HYDRA FILES 2: “We will defeat these subversives and make our society great again”. Todo mundo entendeu a referência?

Richard Gonçalves

Richard Gonçalves

Professor de Língua e Literatura, apaixonado por quadrinhos, música e cinema. Viciado em café, bons livros, boas animações e ocasionais guilty pleasures (além de conversas sem começo, meio nem fim). De gosto extremamente duvidoso, um Reviewer ocasional aqui no Mix de Séries e Colunista no Mix de Filmes.

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