Orange is the New Black – 3×10 – A Titin’ And a Hairin’

Orange is the new black 3x10
Imagem: Banco de Séries

 

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Que episódios meus amigos, que episódio! Ouso qualificá-lo como um dos melhores de toda a série. E quem diria que a protagonista da história de hoje seria a nossa caipira, Pennsatucky. Nunca gostei de Tiffany Doggett. Desde a primeira temporada, tinha uma implicância com ela e seus atos. Mas este ano algo mudou. Ela parecia diferente, ou de certa forma, estar aberta à mudanças. E neste episódio, começamos a entender a origem disso tudo.

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Claro que o seu “lance” com o guarda que “tem a cara do Jack Nicholson em O Iluminado” chegaria a um caminho prejudicial para detenta. Mas quem iria imaginar que, através disso, eles tratariam de um tema tão delicado de ser tratado como o estupro feminino.

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O seu flashback mostrou a forma como ela cresceu, se tornou mulher cedo e o modo como sua mãe lhe ensinou como o ato sexual deve ser tratado. A personagem foi capaz de se envolver com prostituição, drogas, e é fundamental para compreendermos o porque ela está na cadeia hoje. Entretanto, da mesma forma que compreendemos a sua visão do mundo, seja com o preconceito contra negros, entre outros, percebemos que para ela, o sexo sempre foi uma forma de barganha. E por mais que possa soar como prostituição, um ar inocente de compreender o papel da mulher é fundamental para ver o quão ela vê o seu sexo submisso a uma sociedade predominada pelo homem.

É incrível o quão avançamos na forma sentimental e sexual com Tiffany, desde quando ela se deixa aproximar de um rapaz, e ambos assistem um filme pornô juntos, que explicita mais uma vez, o quão as mulheres ali se enxergam submissas ao homem, até o momento que ela descobre que a mulher também tem direito de ter prazer sexual.

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E da mesma forma como fez no passado, decidindo não agir contra essa submissão, nós a vemos no presente com a mesma situação. É de dar pena de verdade a cena em que ela é estuprada pelo guarda. Mas é de bater palmas, o quão rico foi a cena. De certa forma, agradeci a produção por me mostrar um outro lado da caipira, e tentar entender porque às vezes nos comportamos de certa forma.

O plot de Alex avançou também neste episódio, quando descobrimos que Lolly não passa de uma doida varrida. Em um misto de alívio, eu ri bastante da situação. E ao mesmo tempo, tivemos uma ação entre Gloria e Sophia no outro lado do banheiro, que rendeu a direção do episódio elogios merecidos. O avanço deste plot inclusive merece consideração pois, temos diversos aspectos como a homofobia envolvida. O envolvimento de Aleida só piorou a situação, e me fez a odiar ainda mais. Cenas dos próximos capítulos irão explorar isso melhor, com certeza.

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Mas não se pode deixar de comentar do quão fofa foi Crazy Eyes se aproximando da sua mais nova admiradora. Suzanne tem uma imaginação tão fértil para escrever e, ao mesmo tempo, possui tanta inocência, que demonstra, que na verdade, ela é uma doce e pura menina no corpo de uma mulher.

Fechamos esta review com uma menção a cena das presidiarias assistindo à condenação de Judy King. Foi extremamente engraçado. E na boa? Estou torcendo para uma reviravolta levar a mulher para Lintchfield. Vai ser no mínimo hilário!