Revenge 3×20 – Revolution

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Revolution não nos deixou respirar.

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Reviravoltas atrás de reviravoltas, nos trouxeram um episódio recheado de intrigas e surpresas. Depois de duas semanas era o mínimo que esperávamos, mas certamente ninguém acreditava que o episódio seria tão bombástico. Aliás, episódios bombásticos já estão virando rotina em Revenge, GRAÇAS A DEUS.

Pascal teve medo da agente federal Rebeca Stone, mais um dos disfarces de Emily, que foi tão bem feito que fez o francês acreditar. Sim, o amor dele por Vitória era verdadeiro, tanto que a defendeu até o final. Complicado essa história de se apegar ao personagem perto de sua morte, especialidade de Revenge. Mas após a rendição a Emily, e a reconciliação dele com Margaux, alguém mais tinha dúvida que ele morreria? Ficou claro ali naquele instante que sua morte não demoraria.

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E Daniel hein? Surpreendentemente mais mortal que Conrad e Victória juntos, ele é do tipo que não suja as mãos, e chama o próprio pai para eliminar seus desafetos. Sim, a ambição sempre corrompe. E no caso de Daniel corrompeu rápido. Ele usa todos para atingir seus objetivos. Filho de manipuladores profissionais, ele tem dominado essa arte como ninguém. Confesso que fiquei chocada com as escolhas dele, com a mentira para Victória, e com a falta de remorso na hora de consolar Margaux.

Já Charlotte mostra cada vez mais seu potencial de Kim Bauer (a filha chatinha de Jack Bauer) e ganha sua própria história de psicopata perseguidor. Quem é aquele homem? O que ele procura? Que ligações ele tem com David? Não sei, mas confesso que quando ele arrastou Charlotte na praia, fiquei até feliz. “Leva e não traz mais”.
Mas o grande momento do episódio, ou até da temporada, foi entre Pascal e Conrad. Ali naquele momento da morte, tivemos o duelo de objetivos dos dois, e logicamente, aquele com as motivações mais nobres (no caso Pascal, sempre movido por seu amor por Vitória) seria o eliminado. Já Conrad mostrou que mesmo fora dos holofotes não consegue nos enganar, ele quer e “sempre quis” vencer a todo custo, e é só isso que importa. Agora como a polícia acreditou na sua desculpa esfarrapada do tropeço, eu também não entendi.

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E Javier se dando mal? Mexeu com Nolan, fio, esperava o quê? Aliás, coisa linda as expressões cínicas de Nolan e Emily nesse episódio hein. Os dois juntos são demais. 

Já o discurso de Emily no final do episódio foi apenas uma declaração óbvia de que ela se unirá a Vitória. Afinal é preciso aproveitar a tristeza de nossa rainha, que mais uma vez teve sua felicidade aniquilada por Conrad. Quem mais além de mim pensou que a pessoa entrando no quarto de Vic aquela hora era Emily? Eu pensei, e acredito que a tal revolução do título é exatamente essa, Emily e Vic unidas. Vem logo Impetus.

 

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