Supernatural – 12×13 – Family Feud

Imagem: Youtube/Reprodução

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Problemas familiares. Este foi o tema principal do episódio “Family Feud”. Nada disso é novidade para nós, fãs de Supernatural. Tanto que parece até redundante falar desse assunto e não remeter automaticamente às eternas picuinhas entre Dean e Sam. Surpreendentemente, desta vez não são os irmãos Winchester que estão se estapeando, mas os outros personagens da trama. Rowena e Crowley estão a ponto de saírem no braço. Mary e seus rebentos não compartilham uma relação muito amistosa. Sobrou até para o “capiroto”, que está na expectativa do nascimento de seu guri.

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A história começa com alguns assassinatos cujas vítimas, por coincidência, são todas professores que visitaram recentemente uma exposição sobre um navio afundado em 1723, o The Star. Ao ouvir o nome da embarcação, Dean recorda que o filho de Crowley, Gavin, deveria ter morrido nesta ocasião. Caso vocês não se lembrem, Crowley retornou ao passado e salvou a vida de seu filho e, assim, acabou modificando o curso da história. A consequência desta ação pode ser testemunhada neste episódio: Gavin se safou do naufrágio, porém sua namorada, Fiona, não teve a mesma sorte. Por conta disso, ela se tornou um espírito vingativo.

Para resolver a situação, Gavin deveria retornar ao seu lugar no ano de 1723 e, assim, tudo correria do modo como deveria ter sido: ele e Fiona embarcariam no The Star e morreriam juntos. Crowley mostrou-se complemente contra essa possibilidade, mas Rowena o impediu de tomar alguma atitude. Na verdade, a bruxa estava se vingando pela vez em que Crowley a abrigou a matar Oskar, um garoto que ela amou e cuidou como se fosse seu filho.

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No clã Winchester, Mary resolveu (finalmente!) revelar que está trabalhando para os Homens das Letras Britânicos. A decisão não agradou em nada Dean e Sam, pelo contrário, os dois se mostraram bastantes decepcionados pela falta de espírito familiar de Mary. Aliás, para quem se mostrava totalmente perdida com os aparatos tecnológicos e com a frieza dos relacionamentos modernos, Mary está de parabéns! Além de dominar os artefatos de última geração fornecidos pelos Homens das Letras, ela tem pecado com força no quesito “cuidado materno”. Jesus, essa mulher pisa na bola demais! Espero que essa parceria com os ingleses renda bons frutos e não seja uma hiper-mega-master furada!

Quanto ao “coisa ruim”, muitas surpresas estão por vir! Lembram-se que no último episódio um dos prince of hell foi morto pelos nossos heróis? Pois é, agora a confusão está armada: Dagon, princesa do inferno e irmã de Ramiel, se tornou a protetora da mulher que carrega na barriga o filho do “capiroto”. Crendeuspai! Com certeza, ela é mais uma dos que engrossam a fila enorme daqueles que desejam se vingar de Dean, Sam, Cas e companhia. O trem tá feio!

Em minha opinião, Dagon vai agitar o lado negro da força, libertar o “coisa ruim” da prisão e abrir caminho para o filho dele. Creio que esse enredo tem potencial para ser continuado nas próximas temporadas, pois os detalhes se encaixam muito bem. Não é igual àquele fiasco dos Leviatãs e Dick Roman no sétimo ano da série. Não gosto nem de lembrar! Eu acho aquela a estória mais fraca de Supernatural.

“Family Feud” foi bastante morno, em nada comparável ao episódio sensacional de semana passada. Entretanto, deu para sentir que o clima está cada vez mais tenso entre os personagens. Agora que já passamos da metade da temporada, a tendência é que a atmosfera fique cada vez mais densa, até que se torne insustentável. Qual destino está reservado para esta trama: céu ou inferno? O que vocês acham, heim, heim, heim?

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