Top Mix: As séries mais bizarras (e amadas) da TV

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Olá! Momento confissão hoje no Top Mix. Não se envergonhe se você se identificar com algumas das séries da lista de hoje. É que falaremos de séries um pouco excêntricas, eu diria. Pode até ser seu guilty pleasure, mas não se acanhe, pois hoje chamei os colaboradores do Mix para abrirem seus corações para falarem das séries bizarras que mais amam. A série é ruim, mas é tão ruim que acaba sendo muito boa, entende?! É estranha, exótica, tem personagens diferentes, efeitos especiais bizarros, plots clichês, momento “WTF?”, mas que acabam conquistando o seu público. Sinta-se a vontade para vir comigo e conferir as séries mais bizarras (e amadas) da TV!

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(Por Paula Reis)

 

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10) Witches of East End

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Quando tratamos de séries bizarras e um tanto esquisitas, Witches of East End não pode faltar em nossa lista! A série tem de tudo: bruxas com poderes sobrenaturais, imortalidade, efeitos especiais digno de filmes de Sessão da Tarde, romances, bruxas sendo burras… Witches conta a história das irmãs Wendy (#sddswendy) e Joana Beachump, que não tem um bom relacionamento, mas que são obrigadas a dividir a mesma casa. Para piorar, Joana convive com a maldição de ver suas filhas morrerem jovens e engravidá-las novamente em outras vidas. Louco, não? Pois é. Imaginem só que coisa mais maravilhosa: uma não se dá bem com a outra e moram no mesmo teto. Então é certeza que nos episódios haverá brigas, discussões e muita feitiçaria uma contra a outra, com direito aos efeitos especiais sofríveis. Infelizmente, o show só teve duas temporadas e terminou sem um final digno (#crying). Sem dúvidas meu Guilty Pleasure favorito que foi cancelado pela Showtime. Um pena isso, porque a série, apesar da sua qualidade duvidosa, cumpria o seu papel de entreter. Netflix, ressucita a série pánois! PS:. Ao escrever esse texto, bateu saudades das minhas bruxinhas burrinhas favoritas. <3 (Por Daniele Duarte)

 

Wet Hot American Summer Poster

9) Wet Hot American Summer

Wet Hot American Summer é desenhada para ser bizarra. O filme que inspirou a série acabou se tornando um clássico cult justamente por pegar os elementos mais loucos dos anos 1980 e trabalhá-los na forma de paródia. É tanta coisa sem noção, sem explicação, que acaba por se tornar engraçado. Só o fato de pessoas com mais de quarenta anos interpretarem adolescentes já valeria como argumento para a série ser considerada bizarra. Mas nem por isso deixamos de gostar dessa que também se tornou um clássico. Obrigado, Netflix, uma dose de bizarrice de vez em quando é bom. (Por Anderson Narciso)

 

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8) The Strain

Até agora me questiono se The Strain pode ser considerada uma série bizarra mesmo. Acredito que sim, pois ela conta a história de um vírus vampírico que se espalha por Nova Yorque. Quer mais bizarro que isso? Monstros em todos os lugares. Mas ao mesmo tempo, The Strain mostra uma realidade, uma realidade estilizada. É um drama de terror, logo a sensação de medo é palpável. Os personagens tem que descobrir como se manter vivos. Com o tempo, você acaba acostumando, mas a série chega a ser tão bizarra no quesito monstro atacando, mas ao mesmo tempo é um ridículo maduro que faz você continuar assistindo. Pensando bem, The Strain é uma série tão viciante por ser bizarra e por dar medo, e sobretudo, por ser desconcertantemente sedutora, que ela tinha que estar nesta lista. (Por Paula Reis)

 

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7) 3rd Rock From The Sun

Imagina que você descobre que há quatro alienígenas vivendo em seu ciclo social, o que você faria? 3rd Rock From The Sun aborda de forma bizarra e escrachada, que ao mesmo tempo era inteligente. Com uma história bem esquisita, onde os personagens principais fazem de tudo para se adaptar aos modos terráqueos, nada mais era uma crítica bem direta à população humana, assim como a adaptação de pessoas estrangeiras fora de seus países de origem. Com essa sacada, por um momento dá até para esquecer os plots non senses, e as atuações pífias de muitos ali presentes. No meio de tanta bizarrice, a série teve um total de seis temporadas, está bom de açúcar? (Por Eduardo Nogueira)

 

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6) Metástasis

A série colombiana Metástasis basicamente é uma “paródia” da série americana Breaking Bad. Fico me questionando a necessidade da existência desta série. Chego a conclusão de que o objetivo é divertir o público pelas semelhanças e bizarrices que o show mostra. Começa pelo nome do protagonista, Walter Blanco, fazendo uma referência a Walter White. Jesse é José, e Skyler é Cielo Blanco. O remake se torna mais bizarro ainda quando tenta se copiar realmente tudo, mas deixando muito a desejar na produção, cenário, fotografia, etc. Sei que a série é de drama, mas chega a ser vista como de comédia de tão divertida é a cópia. Entre as adaptações mal feitas é de que Walter e José cozinham os primeiros lotes de metanfetamina em um ônibus escolar, já que na Colômbia trailers não são muito conhecidos. A versão espanhola de BrBa não deixa de ser querida, pois sua bizarrice faz com que possamos manter contado com a excelente história produzida por Vince Gilligan. (Por Paula Reis)

 

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5) Um Drink No Inferno

Baseado nos filmes de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, a série, que expande o universo dos filmes, dá espaço ao aprofundamento dos personagens e tramas. “, mas por que a série é bizarra?” Te respondo com um “Você esperava algo normal saído da cabeça de Quentin Tarantino?” Precisa de mais? Ok. Vampiros… isso já costuma deixar qualquer coisa meio estranha, mas calma, não é qualquer tipo de vampiro. “Los Culebras” são meio homens, meio cobras sugadoras de sangue e mexicanos (Astecas pra ser mais exato).  Aliado de atuações beeeeeeeem mais ou menos Um Drink No Inferno aposta na mesma receita dos filmes, ou seja, muita trasheira, muito gore, mulheres lindas e Danny Trejo, o único que aparece tanto nos filme quanto na série. Como é que Um Drink No Inferno é tão boa, sendo tão bizarra? Talvez seja a beleza hipnotizante de Eiza González, no papel que foi de Salma Hayek, ou o vilão “Carlos” interpretado pelo eterno FEZ de That 70’s Show. Honestamente, não sei.  Só sei que não consigo parar de assistir, e toda quarta feira estou lá, conectado no Netflix para mais um episódio. (Por Estevão Monteiro)

 

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 4) Scream

Por mais que a franquia cinematográfica de Scream, para os íntimos Pânico, tenha sido sucesso de bilheteria e tudo mais, rendendo quatro filmes na bagagem, cá entre nós que é uma história bizarra. A produção televisiva feita pela MTV esse ano não fica muito atrás. E por que a série aqui seria bizarra? Para início de conversa, tudo bem que estamos em tempos modernos, onde celular domina e temos mais recursos tecnológicos, diferente do primeiro filme há 19 anos atrás. Mas velho, como assim ameaçar por mensagem? Ligar para celular com número restrito ou clonando a linha de outra pessoa, ótimo, perfeito. E sem contar que a máscara também criou uma identidade própria, mas consegue ser tão bizarra quanto a original. Finalizando, tudo muito clichê, e é uma fórmula que ainda dá certo, e o pior de tudo que as pessoas gostam disso até hoje, principalmente a pessoa que vos escreve. (Por Eduardo Nogueira)

 

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3) True Blood

True Blood teve vampiro, lobo, metamorfo que se transformava em rato e mosca, monstro de fumaça, bruxa, sexo banhado em sangue, sexo em uma viagem de ácido, sexo com uma cabeça girando 180 graus,… Se tem uma série que possa ser sinônimo de bizarrice, esta é True Blood. Eu imagino os roteiristas sentados ao redor de uma mesa pensando nas coisas mais absurdas para se colocar em um episódio, jogando para ver quem teria a ideia mais louca. A série criada por Alan Ball testou os limites da sanidade e até mesmo do bom senso, tornando-se um dos maiores guily pleasures da TV. O desfecho decepcionou, mas as primeiras temporadas foram umas das coisas mais viciantes que a HBO já criou. (Por Matheus Pereira)

 

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2) American Horror Story

Definida como uma minissérie de antologia, American Horror Story possui uma sequência de personagens e cenários ímpares, que são muito mais que bizarros, aliás, ser exóticos e estranhos é o atrativo do show. Cada temporada tem um enredo e um local diferente, com começo meio e fim. Já tivemos Murder House, Asylum, Coven, Freak Show, e agora vamos ter Hotel. Super aclamada pela crítica, AHS traz muitos momentos “WTF?“, como quando duas personagens usaram sangue fresco no rosto para um tratamento de beleza, ou quando os lábios de um personagem foram costurados, ou ainda, quando nos deparamos com cenas de estupro, incesto, aborto e assassinatos. Um seriado que tem aranha robô, papai noel perturbado, palhaço que assusta, zumbis, fantasmas, aliens, seres de duas cabeças e outros seres estranhos não pode ser muito normal, ?! Por causa desta excentricidade toda que AHS é tão amada por ser bizarra!  (Por Paula Reis)

 

Scream Queens

1) Scream Queens

Ryan Murphy sabe muito bem usar o exagero e deixar sua marca nos seriados. Depois de Glee e AHS, Murphy decidiu investir no terror adolescente, utilizando o humor negro para criticar os filmes de terror adolescente das décadas de 80 e 90. Pode ser maluquice minha, mas não enxergo o seriado como uma obra prima, mas sim uma forma de criticar alguns conceitos hollywoodianos. A protagonista, Channel, é um exagero a parte e mesmo assim faz com que o público deseje que o demônio vermelho não a mate, mesmo que ele seja um pouco diferente do habitual dos filmes de terror. Utilizando mortes um pouco fora do convencional – como esquecer a morte da Ariana Grande que, mesmo machucada pela faca, não deixou de postar no Twitter o que estava acontecendo -, Screen Queens pode pecar no exagero que traz em sua história, lotada de clichês e ser bem bizarra, mas sabe muito bem divertir quando quer. Agora é só esperarmos para saber quais mortes fora do comum veremos no seriado e aguardarmos ansiosamente para sabermos quem é o demônio vermelho, o serial killer que anda matando universitários! SQ é tão bizarra que é excelente! (Por Gabriella Siggia)

 

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Menção Honrosa: Inside Nº. 9

É incrível que uma das séries com mais sustos e cenas assustadoras seja uma comédia. Ou quase. Inside Nº 9 é uma antologia britânica que possui, até então, duas temporadas com seis episódios cada. Cada capítulo é original e diferente do outro, na mesma pegada de Além da Imaginação. São histórias absurdas com apenas três coisas em comum que as conectam: todas possuem ligações com o número nove, todas se passam em um só ambiente (uma casa, um trem, um armário, etc.) e todas contam com a presença de dois atores fixos que se revezam em papeis maiores e menores. Os episódios fazem uma mescla perfeita entre comédia e terror, num tom sombrio que poucos programas têm coragem de atingir. Em uma das histórias, os passageiros de um trem descobrem que uma pessoa está morta, mas decidem não contar a ninguém, pois isso atrasaria a viagem e todos possuem compromissos sérios. Melhor deixar o cadáver para alguém achar, não é mesmo? São episódios curtos, de 25 minutos, no máximo. E é impressionante como os roteiristas são capazes de construir histórias e personagens tão bons e complexos em tão pouco tempo. Bizarra e imperdível. (Por Matheus Pereira)

 

E aí, o que achou, muita bizarrice? Tem alguma série neste estilo que deixamos de fora? Deixe nos comentários.