Chicago Fire – 5×18 – Take a Knee

Imagem: Elizabeth Morris/NBC

A reviravolta, amigos, ela é imprevisível. Tivemos neste episódio a volta de um personagem desnecessário à vida do Severide, Casey sendo mais uma vez o salvador e Herrmann com problemas familiares.

Primeiramente, a promo do episódio não fez jus ao mesmo. De fato, o episódio não passou nada de suspense que o curto video passou. Achei um erro.

Voltando ao episódio, “Take a Knee” trouxe Lee Henry, o filho mais velho de Herrmann, tendo uma presença mais efetiva. O menino foi suspenso por não fazer o juramento à bandeira, algo bem comum, pelo visto, no país. Vimos um Herrmann extremamente nacionalista, ao mesmo passo que tentava entender o que Lee Henry fez. Embora não tenha dado muito certo a reunião convocada pelo vice-diretor da escola do menino, vimos uma parte da família Herrmann que havia um bom tempo que estava sumida. A amizade entre os três mais velhos do batalhão é ótima, e ver Boden, Mouch e Herrmann juntos é alívio para os momentos dramáticos.

Além dele, tivemos Dawson e Brett com um trainee. O rapaz era muito bom, e até achei que seria uma ótima adição ao elenco da série. Embora tenha cometido um erro, conquistou a admiração das duas paramédicas ao deixar seu instinto paramédico tomar conta de sua razão (como trainee, ele só poderia observar, era proibido agir de qualquer forma como paramédico). Gosto muito de Dawson na Ambo, mas sinceramente, ela é bombeira e merece estar lá na Truck. Na espera de recolocá-la no seu devido lugar.

Casey e sua síndrome de Superman está me irritando. Tudo ele resolve, tudo ele conserta. Tristemente ele está se tornando o que Herrmann era no início da série, aquele personagem chato. O plot até que não foi ruim, uma menina viciada em drogas que está sob custódia de um traficante barra brava, enquanto sua família tenta a todo custo a tirar dessa vida. O ator que interpretou o traficante foi perfeito em sua interpretação, nunca senti tanto medo em olhar um personagem. Porém, todo o clima foi cortado por Casey e a necessidade de ser o salvador da pátria sempre. Entendo que a série precisa de um personagem pra dar o norte de personagens principais, mas apaguem e façam de novo que está irritando.

O que me decepcionou no episódio foi a Anna. Tudo de boa no início, esses dois juntos tinham um enorme futuro, e eu super queria ver Severide entrar nos eixos. Porém, só o retorno de Benny, seu pai, que notamos o quão nociva a presença dele é na vida do bombeiro. Por algum motivo, aquela súbita diferença de comportamento da enfermeira no encontro com o seu sogro me intrigou. Algo que desconfio é que tem dedo do Benny no rompimento do namoro do filho. Sei lá, ele a encontrou antes e contou alguma coisa do filho; ela descobriu algo dele que a gente não tem conhecimento. Não aceito isso, achei mal roteirizado. O cara quer mudar, encontra a mulher que ele sente algo a mais, eles iam super bem, com algumas dificuldades como qualquer outro relacionamento, mas com uma visita completamente desnecessária, o clima muda e eles se separam. Melhorem, produção…

O próximo episódio, intitulado “Carry Their Legacy”, traz perigo a Casey ao tentar resgatar um irmão de farda.

Take a Knee

Nota do Episódio - 8

8

Review do décimo oitavo episódio da quinta temporada de Chicago Fire, da emissora NBC, intitulado "Take a Knee".

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About Ana Maria de Oliveira

Ana Maria de Oliveira
Gaúcha de tradição, colorada de coração, jornalista por vocação e seriadora por livre e espontânea opção. Aqui no Mix de Séries é editora de reviews, tradutora de notícias e escreve reviews de Chicago Fire.
  • Patrícia Carvalho

    Eu amo Hank Voight. Ele é literalmente o meu malvado favorito! Adoro a franquia Chicago, mas acredito que ao longo de tantos Chicagos, algo se perdeu… Em Chicago Fire, o Matt ficou ohhhhhhhhhh meu deus… A Gabi se perdeu no meio do caminho e virou justiceira. A Brett e o Antonio… Nada mais foi falado, sem nexo. Otis deu um UP, gostei da atitude dele em peitar o Herrman nas decisões do Molly’s. A Kidd, não curto muito ela. O personagem deveria ser mais explorado. O Sevelindo… Coitado, que infortúnio, agora que o cidadão quer criar raízes, vem bomba. Os produtores deveriam fazer o personagem crescer. Claro que, com drama, mas o coitado nem disfrutou da felicidade, do gostinho da mudança de estilo de vida, e bummmm.