Crítica americana elogia a 2ª temporada de American Crime Story

Imagem: FX/Divulgação
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Com a aproximação da estreia da segunda temporada de American Crime Story, subtitulada de The Assassination of Gianni Versace, é possível que o telespectador esteja questionando a necessidade de assistir uma produção que, a partir dos materiais divulgados pelo FX, parece um tanto exagerada e desnecessária em tempos que as pessoas querem consumir “conteúdo que importa”. Será que vale mesmo a pena?

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Pensando nisso, o Mix de Séries elaborou uma lista com as opiniões de alguns jornalistas dos meios de comunicação mais importantes do mundo com o intuito de fazer esse processo de decisão mais fácil. Quanto ao veredicto, observa-se que em comparação com The People v. O. J. Simpson: American Crime Story a recepção ficou aquém, mas isso não quer dizer que foi negativa.

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The Wall Street Journal destacou a performance de Darren Criss ao dizer que o ator consegue manter a “boa educação, charme atrativo e sacada apesar de interpretar o vilão,”; a Time afirma que “Versace quer ser uma ópera [novelão] também. A série, copia uma história recente para construir uma narrativa de indignação altíssima, é rigorosa sobre sua devoção a estética e a suas grandes ideias sobre cultura e sociedade”. 

Orlando Sentinel, um dos poucos veículos a publicar uma crítica um tanto dura, afirma que “Versace parece esforçar-se demais e se mostra pálida em alguns momentos“. Opinião completamente diferente que a Variety traz ao afirmar que “com um grande número de performances fantásticas e uma discussão fantástica sobre a complexidade da homossexualidade contemporânea, American Crime Story produziu outra história interessante que as pessoas podem assistir à vontade“.

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Ainda na costa leste, temos o New York Post sinalizando que o segundo ano pode ser ainda melhor do que a primeira temporada. O jornalista Robert Rorke sinaliza que “The Assassination of Gianni Versace é ainda mais pessoal e sensível do que The People v. O.J. Simpson, prova que quando se trata de fascínio sedutor atado com ameaça, ninguém bate Murphy na televisão“. O Washington Post avaliou o primeiro episódio com a esperança de que “haverá um ponto confortável entre fato e sensação, especial quando Donatella tomar conta do império“.

Do outro lado do país, temos o San Francisco Chronicle elogiando a qualidade do roteiro que “consegue dar a direção certa, principalmente para Matt Bomer, Gwyneth Horder-Payton através das ideias do criador Ryan Murphy, além de uma performance excelente de Darren Criss“. Por fim, o The Hollywood Reporter é mais realista ao afirmar que “mesmo cheio de dúvidas no início do primeiro episódio, The Assassination of Gianni Versace mostra o porque Murphy e companhia acreditaram que essa história valia a pena conta“.