Crítica: Com a emoção necessária, 3×14 de Legends of Tomorrow homenageia o eterno Rei

Imagem: CW/Divulgação
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É incrível ver como Legends soube explorar tão bem um episódio bem peculiar e decisivo como este. Já é mais do que nítido que o Arrowverse entrou na onda da magia e do mistério que existe dentro dos quadrinhos. Viagens no tempo, infinitas terras, fantasmas, possessão. Tudo muito bem desenhado e que pode se encaixar perfeitamente dentro da série que vos escrevo. Legends tem o seu papel de elo entre todas as outras, seja na adesão dos personagens ou nos seus plots.

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Foi no Tennessee onde tudo começou.

Foi exatamente com todo o amor pelo Rock’N’Roll que me vi representado nestes quarenta minutos. As frases de Nate vinham em meus pensamentos a todo momento. Aquele brilho no olhar ao ver seu ídolo tocar é impagável. Tivemos pontos cruciais para um provável desfecho da temporada com a revelação do último totem. Mesmo com uma conexão perdida entre episódios, tenho fé que tudo se encaixará de forma perfeita no fim. Não gosto de botar muitas esperanças pois há chances de decepção. Mas se não fizer isso, que tipo de seriador sou?

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Tudo bem que esperava um pouco mais de números musicais por aqui – já tivemos isso em outros momentos. Mas mesmo a edição vocal de Elvis nas canções criou uma empatia ao personagem. Meus sinceros parabéns ao ator que interpretou o eterno rei. Alguns trejeitos eram clássicos, mesmo sem sua dança de joelhos característica. Ainda assim, no meio de toda a confusão espiritual, consegui me sentir abraçado pela canção.

Amazing Grace ficou bem marcado na voz de Elvis e a cena de apresentação da canção é de arrepiar. Poderiam ter colocado um pouco mais de emoção? Talvez. Mas Legends não está aqui para nos fazer chorar, já temos This Is Us e outros dramas para isso. A beleza falou mais alto e conseguiu encaixar perfeitamente com o ideal do episódio. Até mesmo a apresentação do Totem da Morte, que foi bem atípico à condição do plot, teve sua importância.

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Imagem: CW/Divulgação

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Quando vimos o episódio em que Zari volta no tempo para prevenir a morte de seus companheiros, cheguei a comentar que a série ainda não havia encontrado o lugar certo para a personagem. Mas aos poucos, percebe-se que ela vem conquistando seu momento. A chegada de Wally tem sido bem peculiar nesse ponto. A química é perceptível e seria bem aceita, desde que feita de forma natural como criaram o casal Nate e Amaya. O passado de Legends quanto a romance não é bem glorioso, mas vem sendo desenvolvido com melhor adesão nesta temporada.

A pergunta final é: O que acontecerá quando todos os totens estiverem juntos?

A resposta ainda é uma incógnita. Com a posse do último Totem, a centralização do plot se faz mais do que necessária. Está na hora de criarmos espaço para a grande batalha contra Mallus. Isso já se faz presente no episódio da próxima semana, com o retorno de Constantine. A série abraçou a temática demoníaca e isso traz boas aquisições. Seria pedir demais ter o personagem dentro da Waverider por mais momentos? Espero muito que isso se torne realidade. Ou então que ele finalmente retorne com seu projeto solo pouco valorizado na época.

Enfim, já falei demais por hoje. Continuem acompanhando o Mix para mais reviews e notícias dessa reta final de temporada e nos vemos na próxima semana. Um grande abraço!