Crítica: De maneira peculiar e curiosa, 3×13 de LoT nos faz refletir

Imagem: CW/Divulgação

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Nunca imaginei que um episódio quase inteiramente protagonizado por Darhk e Nora me faria refletir tanto sobre Legends. A sequência desconcertada de episódios pela qual estamos passando é totalmente insana e justificável. Estranho abordar dessa maneira, mas espero que me entendam. Sim, não há uma ordem na série. Ao mesmo tempo que estamos na busca pelos totens, paramos um pouco com um episódio de volta no tempo ou para refletir sobre os vilões. Claro que tudo isso é uma jogada de marketing para aumentar a afinidade por Darhk que já está fazendo hora extra. Mas eles miraram no peixe e acertaram na gata, pois Nora foi quem se expressou melhor.

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Para os mais desinformados, Courtney Ford (Nora Darhk) e  Brandon Routh (Ray Palmer) são casados. Desde sua entrada para o elenco, venho esperando o exato momento que ambos seriam colocados frente a frente para contracenar. Finalmente o fizeram e foi exatamente como pensei. Há uma química perfeita que soube ser bem executada em todos os âmbitos. As frases de efeito, a sintonia bem diferente e característica entre os personagens. Tudo feito da melhor maneira, conseguindo criar boas cenas de ação e alívio cômico.

Assim está sendo a série este ano. Uma receita perfeita de plots seguros com alívio cômico bem característico. São as referências que nos trazem o prazer de estar frente a tela. Aquela coisa de ver uma cena e ter logo um outro pensamento. Uma associação que traz um sorriso natural. Legends vem conseguindo abordar isso como nunca e é imprescindível que não perca esse viés.

Mesmo com esta medida desesperada de colocar Damien como estrela do episódio, o episódio não perdeu suas estribeiras totalmente. Tivemos momentos importantes como a explicação da existência de Mallus. Está mais do que na hora de abordarem verdadeiramente a identidade do vilão principal. Foi aquele final arrepiante, com a face de Nora em transformação, que conferiu o gás necessário para que a saga impulsionasse. Nem preciso falar de seu controle sobre o totem de Amaya né? Já é nítido que isso dará uma disputa acirrada nos próximos episódios…

Imagem: CW/Divulgação

Wally foi outro que já teve mais função aqui dentro do que em seus anos de The Flash. Mesmo que o personagem precisasse da série mais do que a série precisasse dele, foi uma boa jogada. Ele sempre teve a presença de espírito e parece estar bem contente em trabalhar em equipe. Não vejo sua adesão como uma substituição do Nuclear, como muitos estavam dizendo por aí. A equipe já passou por diversas adições e perdas sem que houvesse necessária comparação. Cada um que esteve por aqui tem seu motivo e teve sua função na equipe.

Já contando os dias para o próximo episódio, me vejo na obrigação de revelar minha ansiedade. Finalmente vamos abordar minha maior paixão, a ascensão do rock mundial. Isso tudo feito em uma trama cômica e ainda com a presença de Elvis. Tenho receio do que pode vir por aí, mas não nego que já conto os dias… Abaixo tem um pouco do que vai rolar para vocês!! Até a próxima semana e não deixem de acompanhar o Mix para mais notícias e reviews.

Time Notes:

  1. Qual será o grande segredo de Ava que Rip pediu que Guideon deletasse? Seria ela uma inteligência artificial? Um projeto do governo?? Alguém relacionado ao futuro de Sara?
  2. Como assim colocam Grodd no fim e não tem nenhuma menção dele na promo do episódio seguinte? Essa linha temporal bagunçada já está confusa demais.