Crítica: Episódio 2×14 de Lethal Weapon ressalta o valor de uma irmandade genuína

Imagem: IMDb/Divulgação

Jess Bailey apareceu para abalar a vida de Sonya e colocar à prova seu comprometimento com a família e com o departamento.

A rivalidade entre as irmãs da família Bailey deu o que falar nesse episódio. A irmã mais velha com uma grande responsabilidade e a irmã caçula sendo sempre desacreditada por conta de erros do passado. Quem dera se o programa “Casos de Família” tivesse tretas desse tipo. A relação entre a detetive Bailey e sua irmã foi posta em xeque com tudo o que aconteceu. O legal da série é que, quase sempre, tudo se acerta no final e não foi diferente com as irmãs.

Um ponto bem interessante do episódio foi que Riggs deu apoio à detetive. Isso mostrou um pouco mais do seu lado humano. Apesar de Roger ter ficado irado ao descobrir sobre a irmã de Bailey, ele também conseguiu ajudá-la com alguns conselhos. Ele, mais do que ninguém, sabe o que é envolver trabalho e família não é mesmo? O cara montou uma operação para fazer tocaia com a filha, usando recursos do departamento só para descobrir se ela estava sendo traída.

Imagem: YouTube/Reprodução

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Roger tem um jeito bem “paizão” de agir e esse é um aspecto muito bem explorado da série. Ele é o cara que tem a cabeça no lugar e que não costuma deixar a família na mão. O melhor de tudo isso é que Martin também é família para ele. Foi fantástico saber ao fim do episódio, que a caminhonete de Riggs estava na casa dos Murtaugh esse tempo todo.

A ideia de ter três caras que se vestiam igual foi muito boa tanto no sentido cômico, como no sentido prático, para os assassinatos. Até eu fui pego de surpresa quando vi os três juntos na cena do sequestro. As confusas deduções de Roger enquanto estava no porta-malas do carro com Bailey deram conta de fazer a gente rir um pouco naquele momento de tensão em que a vida dos dois estava em perigo.

Lethal Weapon tem acertado quando permite que outros personagens sejam explorados…

Esse rodízio de tramas que envolvem personagens coadjuvantes tem sido muito bom, mesmo não tendo muita relação com a trama principal, eles agregam bastante para o caminhar da série, fazendo com que gostemos dela por inteiro. Lógico que eu gostaria muito que a trama ao redor de Martin Riggs se desenrolasse, mas estou gostando bastante desse movimento que a série faz para dar visibilidade a outros personagens.

Já passamos da metade dessa temporada, então eu suponho que os próximos capítulos virão para abalar nosso sistema nervoso. Vamos esperar para ver. Até a próxima!

Ah, só para deixar registrado: ainda estou aguardando o retorno da agente Palmer. Não sei se vai rolar, mas confesso que o romance entre ela e o detetive me deixou bastante animado. Martin também se deu muito bem com a Moly, mas ainda assim eu investiria no romance com a loira. 

Albert Moura

Albert Moura

Jornalista e seminarista, além de pai de primeira viagem. Casado com a Ana, mas amante das séries. Atualmente acompanha Outcast, Better Call Saul, American Gods, Lucifer, Gotham, o universo Marvel, Arquivo X e mais algumas, além de também ser um eterno fã de Friends. No Mix, escreve sobre Preacher e Lethal Weapon.

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