Crítica: Episódio 5×10 faz Chicago PD voltar aos trilhos

Imagem: Captura de tela
Imagem: Youtube/Reprodução

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Um episódio para acabar com todas as mentiras. Esse foi Rabbit Hole, onde o nome realmente fez sentido e alguns personagens perderam o valor com o chefe Voight. Talvez o primeiro episódio para salvar o roteiro dessa temporada, com Woods perdendo a cabeça pela primeira vez. Acreditamos que a grande finale dessa quinta temporada traga o acerto de contas entre os cachorros grandes Voight vs. Woods. A analogia de Woods me lembrou muito a briga de 007 Skyfall, a história dos ratos.

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Gostei muito do fim da vida dupla de Jay, apesar de achar a atuação de Jesse miserável perto de todos os acontecimentos. Ele parece que só tem uma cara, bonitinho, mas ordinário. Jesse poderia ter entregado um momento visceral em sua carreira com o dilema desse episódio, mas ele foi somente mediano. Camila que nos surpreendeu. Uma vez que apenas irmã do cara encrencado, ela resolveu entrar no mundo das drogas, vender, recrutar outros, para conseguir dinheiro, e ainda disse que era para ficar perto do Jay. Nessa parte me perguntei qual era o tamanho da burrice dessa garota. Gostar de uma pessoa ok, mas começar vender drogas para ficar perto dela, não ok. E aquele “eu te amo” que o Jay lançou? Muito equivocado, ele estava completamente desesperado, fora de si.

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Voight finalmente jogou todo seu desprezo em cima de Rusek, na lata mesmo, fez ele saber que sabia, deixou no ar se vai matar ele ou não. Fiquei até com um pouco de pena. Porém, quem mereceu destaque no episódio foi a queridinha Upton. Ela soube fazer os movimentos certos e acabou livrando Jay de destruir sua própria carreira. Porque, francamente, desde a saída da Erin, ele apertou o botão autodestruição, aliás, ele sentou no botão!

Até a próxima!

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