The Voice UK – 7×01/02/03 – Blind Auditions

Imagem: ITV/Divulgação
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2018 começou e com ele a safra de reality shows. Um deles é o The Voice UK, marca já registrada no Mix há três anos. No começo do mês deu início à sétima temporada da versão britânica do programa, que trouxe novamente nas famosas cadeiras giratórias Will.i.am, Tom Jones, Jennifer Hudson e o estreante Olly Murs, figura já conhecida da franquia The X Factor, por ter sido vice campeão e anos depois apresentador da atração.

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A estreia da nova edição veio com tudo, e já mostrou que essa pode ser uma das melhores temporadas do reality. Vamos conferir?

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PRIMEIRO DIA

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Jake Benson – “Issues”

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Bernardo: O que eu mais gostei dessa apresentação foi a evolução. Jake começou um tanto perdido, bagunçado e nervoso, mas logo concentrou-se, entendeu a importância do momento e finalizou com um resultado positivo. É claro que precisa de ajustes, de melhoramentos, mas é um candidato que eu certamente prestarei atenção.

Edu: Jake começou muito nervoso e logo pensei que talvez ele deixasse isso lhe vencer, mas aos poucos foi evoluindo. Ele precisa trabalhar melhor nesse seu aspecto, e nada melhor que nossa rainha suprema JHud – de volta ao verdadeiro The Voice que lhe valoriza mesmo – para moldá-lo de forma surpreendente, e assim indo muito longe na disputa.

Luke F.: Gostei da apresentação de Jake, acho que sua voz tem uma originalidade interessante. O nervosismo toma conta de muitos, e é comum até certo ponto desta competição. Espero que o trabalho com JHud possa render bons frutos ao garoto.

Luke S.: Foi pra abrir a temporada muito bem. Não vou dizer que achei o Jake um cantor sensacional, mas o cara me ganhou com esse tom de voz mais rouco, que sempre me agrada. Tem também o fato dele ter começo super nervoso, mas aos poucos foi se entregando e crescendo com a música! Ansioso pra ver ele e JHud trabalhando juntos.

 

Chloe Jones – “Just Like A Star”

Bernardo: Eu consigo entender o porquê a Chloe foi escolhida no final da performance, pois ela destacou-se apenas nos segundos finais. É verdade que a apresentação foi agradável, mas não me emocionou como imaginava. Faltou aquele fogo, sabe? Aquela emoção. Espero que ela possa me surpreender nas apresentações futuras.

Edu: Se tem uma coisa que eu adoro no The Voice UK é justamente essa abrangência incrível de estilos, algo que no US não rola tanto assim. Chloe já se tornou uma das minhas favoritas, depois dessa apresentação maravilhosa. Foi doce, combinando com sua voz angelical, e essa música foi um verdadeiro match perfeito. Uma adição e tanto no time de vovô Tom.

Luke F.: Que combinação incrível de voz e violão. O arranjo da banda encaixou muito bem com sua escolha. Falando em escolhas, nada melhor que uma dupla com Tom para uma garota tão suave e que tem grandes chances de ir longe. Já me simpatizei com ela de cara e vou marcar um ponto nesta voz para as próximas apresentações.

Luke S.: Essa música é uma delícia e combinou perfeitamente com a voz mais suave da Chloe. Eu pensei aqui que ninguém iria virar e já estava surtando, mas felizmente ela passou e já quero ver a próxima performance.

 

Lauren Bannon – “Lean On”

Bernardo: Foi sensacional? Ainda não. Entretanto, Lauren mostrou que precisa de pequenos ajustes para entregar uma grande apresentação. Foi um arranjo diferente para Lean On”, que eu gostei bastante e mal posso esperar para descobrir o que ela trará em seguida. Algo me diz que o Olly Murs como coach foi a melhor pedida.

Edu: Que versão mais espetacular! Fiquei com um pé atrás a princípio, mas quando veio essa energia dela, o receio se foi na hora. Apesar de ter adorado, não sinto que Lauren vá muito longe na disputa, a não ser que Olly possa nos surpreender com seu trabalho em relação a ela. Veremos…

Luke F.: Eu fiquei muito surpreso com o trabalho que Lauren fez sobre a canção. Conseguiu uma repaginada sensacional, um toque animado sem torná-la cheia de batidas e arranjos eletrônicos. Foi belo, simples e fez o trabalho corretamente. Acredito que a parceria com Olly possa render frutos e espero que ele nos surpreenda, mas que não deixe de lado essa espiritualidade de Lauren.

Luke S.: Adorei do começo ao fim! Primeiro porque a voz da Lauren é maravilhosa, e segundo porque ela pegou essa música e entregou uma versão diferente e deliciosa. Fiquei querendo uma versão estúdio aqui, porque gente, gostei demais da conta! Que o Olly não me decepcione e saiba extrair o melhor dela.

 

Niall Donnely – “Good Riddance (Time Of Your Life)”

Bernardo: Que frustrante ver o Niall indo embora. Assistindo essa apresentação você consegue enxergar que vários problemas fizeram com que um homem extremamente talentoso como esse, fosse mandado de volta para a Irlanda do Norte. A escolha da música foi errada, o nervosismo afetou-o do início ao fim fazendo com que tivesse sérios problemas de entonação. Ele merecia uma segunda chance? Sem dúvida, mas ele não fez por merecer.

Edu: Eu super curti a voz de Niall e achei sim que foi uma song choice adequada, mas pra mim o problema foi na melodia. A batida não combinou com nada, e deixou as coisas totalmente desconexas. Niall tinha tudo para ter pelo menos uma cadeira virada, se não fosse isso. Esse lance dos coaches não interagir com quem não passa na blind continua me incomodando.

Luke F.: Sou um grande fã da canção e me decepcionei um pouco com a maneira com que foi apresentada. Acho que poderia ter escolhas melhores por aí para Niall…

Luke S.: Poxa gente, o Niall foi aquele act que você fica assistindo a história bacana, envolvendo a família, aquela criança linda e fica torcendo pra que ele se dê bem na audição, aí quando ninguém vira acaba sofrendo junto. Fiquei chateado com ele indo embora, mas deu pra perceber uma nervosismo pesado na apresentação, agora tomara que ele volte na próxima temporada.

 

Jimmy Balito – “Concrete”

Bernardo: Essa apresentação do Jimmy me faz lembrar uma conversa tirada que o ex-Presidente George Bush disse para Hillary Clinton, após o discurso de posse do Trump: “Isso foi uma m***** muito estranha”.

Edu: Não! Tchau!

Luke F.: Vou admitir que eu gostei da apresentação de Jimmy. Ele atingiu alguns agudos interessantes, mas a musicalidade ficou no Just ok. Gostaria de vê-lo bem trabalhado dentro da competição, mas vida que segue.

Luke S.: Poxa gente, eu gostei muito da voz e estilo do Jimmy e queria muito que alguém tivesse virado. Não acho que ele mostrou todo seu potencial ali, mas realmente curti a audição e fiquei triste com ele indo embora tão cedo.

 

Jason Nicholson Porter – “Amazing Grace”

Bernardo: Amazing Grace” é uma música muito poderosa. Toca na alma, deixa os sentimentos a flor da pele e faz com que tenhamos força, pelo menos essa é a opinião deste que vos escreve. Jason, entretanto, trouxe uma versão bem diferente daquela que eu estou acostumado a ouvir. Gostei? Não. Entretanto, darei o benefício da dúvida para o mesmo, principalmente depois de ver sua história de vida, dizendo que mal posso esperar para ver o que ele vai apresentar em seguida.

Edu: Na moral? Achei bem bleh essa apresentação, e esperava bem mais de Jason. Talvez JHud consiga nos surpreender com ele nas battles, mas de primeiro instante não me ganhou.

Luke F.: O início me impressionou muito, mas com o tempo ficou meio estranho. Se pegasse um pouco mais firme na versão original iria longe. Contudo, a voz é inegavelmente boa e parece ter um bom caminho ao lado da melhor…

Luke S.: Ah gente, todo mundo ficou vibrando com a audição, mas pra ser bem sincero eu achei bem mais ou menos. O Jason não me ganhou com a voz, e pra mim ele só passou por causa da song choice. Espero ser surpreendido por ele na próxima fase, mas eu não teria virado dessa vez.

 

RYT – “JCB”

Bernardo: Foi poderoso, interessante e acima de tudo, estimulante. Diria que foi um momento memorável dessa Season Premiere que beneficiará, ou não, RYT daqui para frente, até porque eu esperarei melhor na próxima vez que ele estiver no palco.

Edu: MELHOR PERFORMANCE DA NOITE DISPARADO!! Gente, é sério, eu amei demais a audição desse casal, e algo me diz que eles vão e muito longe. Será que finalmente temos a versão de Alex & Sierra do The Voice? Ansioso pelos próximos passos deles, e como Olly vai conduzir esse casal maravilhoso. Amei de verdade, amei forte!

Luke F.: Sabe Edu, quando eu estava assistindo aqui eu pensava que nenhum casal até hoje conseguiu causar a emoção de assistir como Alex e Sierra. Apesar de manter minha posição por enquanto, não vou negar que gostei bastante. No início fiquei apreensivo com as vozes isoladas, mas com o tempo eu vi que eles se complementam bem e tem como seguir na competição de forma interessante. Espero um bom trabalho de Olly com eles.

Luke S.: Sim, foi uma audição deliciosa de assistir. O casal é lindeza de ver junto e as vozes me surpreenderam bastante. Fiquei aqui imaginando várias músicas nas vozes deles e super empolgado com o que podem fazer na próxima fase. Torcendo muito pra dupla ir longe na competição.

 

Donel Mangena – “Cold Water”

Bernardo: Quando você vê um garoto de 16 anos vindo de uma das cidades do Reino Unido onde a pobreza atinge com força os mais jovens, cantando desse jeito, você percebe que a função dele aqui é muito mais do que cantar direitinho, mas sim de dar esperança, de inspirar e de mostrar a todos aqueles outros meninos da audiência que sim, é possível. Eu posso me empolgar com essas histórias de vida, mas eu não ficarei triste de ver o Donel na final. Não é uma ótima sensação terminar o primeiro episódio assim?

Edu: Já gostei de Donel logo de cara, e sua ida ao team Will foi um match mais que perfeito. Mais que merecido tendo as quatro cadeiras viradas pra ele, e sabemos que o coach pode até ter suas derrapadas no programa, mas é um produtor ímpar. Pode ser cedo ainda em dizer isso, mas não será surpresa alguma o garoto chegar até a final. PS: a avó de Donel é simplesmente A MELHOR PESSOA NA VIDA!

Luke F.: Acho que sua vó roubou toda a cena da apresentação, kkkk. Realmente tivemos algo bacana e a escolha perfeita de coach. O meu problema inicial é ver até onde Donel consegue se superar… espero que o garoto cresça bem com a competição, e não fique estancado no eletronic pop. Tirando esses detalhes, foi uma apresentação interessante e com bons resultados.

Luke S.: O guri tem a melhor voz do episódio? Não, mas começou distribuindo carisma e literalmente levantando todo mundo, inclusive eu. Impossível não gostar e torcer pra que todos virassem, o que felizmente foi o que aconteceu. Sobre ele ter escolhido o Will, achei que foi certíssimo, pois é quem pode lhe ajudar demais nas próximas fases. Agora gente, tratem de trazer a avó dele em todos os episódios, porque aquela mulher foi a dona da p**** toda!

 

 

SEGUNDO DIA

 

Kade Smith – “(Sittin’ On) The Dock Of The Bay”

Bernardo: Essa apresentação do Kade foi tão surpreendente que falta-me palavras para descrever a minha surpresa quando ele apresentou aquela reviravolta e empolgou todo o auditório. Não acredito que será um competidor forte no futuro, mas nesse momento foi ótimo.

Edu: E esse mini Olly? Pensei que Kade viria com algo chato, pedante, mas enganei total. Ele tem energia, carisma e presença de palco. Tenho certeza que Will fará um trabalho incrível com o garoto, ele tem tudo para ser um nome de destaque nessa temporada.

Luke F.: A apresentação teve o timing perfeito de crescimento. Começou envolvente, com algo mais suave e foi crescendo e tomando proporções inimagináveis. Will tem um grande conhecimento e trará grandes momentos para o garoto, mas gostaria mesmo de vê-lo no Team Olly.

Luke S.: Gente, o guri combina demais com o estilo do Olly né? Quando começou a cantar já fiquei torcendo pro Olly virar e arrastar ele pro seu time. Eu curti bastante a audição, achei que ele tem bastante potencial e muito pra mostrar nas próximas fases.

 

Belle Voci – “Flower Duet”

Bernardo: Adoro lírico, na verdade sinto falta de cantores desse tipo em versões internacionais. Foi bom vê-las ganhando uma chance, MAS penso que ficariam melhores no Britain’s Got Talent, que só para deixar claro, é um dos preferidos.

Edu: Tava demorando para a galera da ópera aparecer, e quase dormi aqui.

Luke F.: Olha, eu já critiquei muito cantores líricos que passaram por aqui. Mas dessa vez, me senti angustiado quando eles queriam virar e não apertavam. Realmente a voz das duas é fora do padrão, uma beleza incontestável. O que mais me fez torcer e chamou a atenção, foi o desafio que JHud se propôs com as duas, acredito que pode surpreender muito e trazer bons frutos…

Luke S.: Gente, ok que eu não consigo enxergar esse estilo de música se dando bem no show, mas sério, eu fiquei apaixonado pelas duas aqui. Me impressionaram demais com o tom de voz maravilhoso e fiquei todo arrepiado aqui. Muito curioso pra ver como é que a JHud vai trabalhar com elas.

 

Ivy Paige – “Why Don’t You Do Right?”

Bernardo: Eu não quero caçoar da imagem de ninguém, mas eu adorei esse cosplay da Jessica Rabbit. Não era meu programa preferido quando criança, mas o trabalho da Ivy aqui foi ótimo, surpreendente e que mais uma vez reforça a necessidade de não julgarmos o livro pela capa e sim pelo conteúdo.

Edu: UOU! Jessica Rabbit existe e se chama Ivy Paige. Já fiquei de queixo caído aqui com sua beleza ímpar, aí então ela começa a cantar, e comecei a ter sensações que me levaram a outro nível. Foi lindo, sexy e hipnotizante. QUE MULHER! Se ela cantar “I Put A Spell On You” não responderei por mim.

Luke F.: Minha J. Rabbit AKA crush de infância tá mais que viva. Olha, que performance mais sensual e envolvente. A voz de Ivy te prende de uma maneira antes não vista. Ela tem o olhar, o carisma, a voz, a sensualidade. Olha que ouvir essa mulher cantando “I Put A Spell On You” não seria nada mal.

Luke S.: Rapaz, que doideira mais linda foi essa? Mais uma que me deixou todo apaixonado aqui. Ela tem um poder absurdo de mexer com você, e eu fiquei literalmente fixado na tela assistindo essa lindeza!

 

Jade Williams – “Secret Smile”

Bernardo: Eu não esperava algo tão profundo ou sentimental nessa etapa da competição, até porque os cantores tendem a querer impressionar expondo outros dotes, mas Jade me venceu pela coragem, pela determinação e ousadia em ser um pouquinho diferente dos demais. Eu gostei e acredito que terá futuro, desde que o Tom consiga corrigir as imperfeições. Vou prestar atenção sim!!

Edu: Que performance mais maravilhosa! Gosto demais dessa música, e a forma como ela cantou foi impressionante. Me arrepiei aqui com toda a delicadeza, emoção e profundidade que Jade colocou na canção, que não entendi de só Tom ter virado, e ainda nos quarenta e cinco do segundo tempo. Azar dos demais, pois o vovô acaba de ter uma adição de peso em seu time.

Luke F.: Jade trouxe uma singularidade em sua voz que foi muito bem encaixada na canção. Seu timbre pode oscilar de uma maneira sutil, e isso traz um diferencial. Tom realmente ganhou um adendo e tanto para seu time, que está crescendo com qualidade.

Luke S.: Que coisa linda gente! Já tinha criado uma certa expectativa pra Jade e quando ela começou a cantar me ganhou totalmente com essa voz que suave e ao mesmo tempo poderosa. A música foi uma beleza a parte, me deixou aqui sofrendo pelo fato de ninguém virar e quando o Tom apertou o botão eu pulei junto.

 

Jacob Simpson – “Over”

Bernardo: Eu gostei muito do Jacob, mas acredito que minha admiração foi mais pela história e pela personalidade do que pelo talento. Esperava mais, quem sabe no ano que vem.

Edu: Que morte horrível, lenta e torturante. Próximo!

Luke F.: Um caso onde erros superam os acertos e acabam deixando o garoto fora da competição. A voz não é ruim, precisa ser melhor trabalhada.

Luke S.: Ah gente, fiquei tão chateado por ninguém virar. Particularmente gostei bastante da voz do Jacob, me lembrou um pouco a vibe M&S e por isso fiquei torcendo pra ele passar, pois apesar dos erros, com certeza é uma voz que poderia receber uma certa ajuda e surpreender bastante nas próximas fases.

 

Jamie Grey – “Rise Up”

Bernardo: Essa música é infalível, principalmente na fase de audições. Funciona de uma forma surpreendente, mesmo quando alguns cantores, como no caso do Jamie, apresentam alguns erros no meio do caminho. Fico feliz que ele tenha ganhado chance, ou melhor, uma segunda chance.

Edu: Eu realmente não me lembro dele no ano passado, mas seu retorno me deixou super emocionado aqui. A performance foi na medida certa, como a canção exige, e sem exageros. Posso estar errado, mas sua escolha ao team Olly foi meio que um “rancor” dos demais não terem virado para Jamie na temporada passada. Eu não o julgo, e faria o mesmo, pois o ex-The X Factor não estava na bancada em 2017.

Luke F.: Vou ser sincero em dizer que também não me recordo dele no ano passado, mas realmente o garoto trouxe uma apresentação de qualidade. Os erros mínimos ainda são aceitos nas fases iniciais, a adaptação ao palco, às pessoas, ao estilo da competição. Vamos ver até onde Olly levará o garoto…

Luke S.: Não tenho nenhuma lembrança dele na temporada anterior, e confesso que o Jamie me surpreendeu com sua audição. Sim, rolaram algumas derrapadas ao longo da apresentação, mas fiquei feliz pelo Olly virar e quero ver os dois trabalhando juntos.

 

Benn Helm – “Always On The Run”

Bernardo: Ninguém pode acusar o Benn de não ter dado o melhor de si ou de não ter sido esforçado suficiente. O problema é que a escolha da música foi errada, ele não estava no tom correto e a minha sensação é que ele, por mais inconsistente que um comentário como esse possa parecer, não foi espontâneo, a música não fluiu e a apresentação me pareceu forçada. Há uma diferença entre força e esforço, e infelizmente desta vez faltou força.

Edu: A performance foi muito boa, o cara tem uma presença de palco incrível e uma voz espetacular, e ninguém vira? Para a dupla de ópera sono eles viram, agora para esse rockstar que seria uma adição e tanto na disputa ninguém se habilita. Essas coisas que me irritam profundamente, mas né… tenta ano que vem, de preferência com um corte de cabelo menos assustador e bizarro.

Luke F.: Entre o comentário de vocês, fico no meio termo. Acredito sim que o potencial do Benn é incrível e ele teria chances incríveis de avançar bem longe por aqui, contudo, faltou-lhe musicalidade. Este ponto específico não é um erro de nervosismo em si, mas escolhas não tão bem executadas durante a composição de sua apresentação. Ele quis mostrar seu poder vocal da forma grosseira de dizer, mas não mostrou o envolvimento. Enfim, escolhas erradas, uma pena.

Luke S.: Não consegui gostar mesmo da audição. Talvez pelo fato de não ser o maior fã dessa música e me irritar um tanto, mas o guri tem carisma, só que não rolou.

 

Lucy Milburn – “Colorblind”

Bernardo: Foi sensacional, potente e maravilhoso. Lucy tem algo excepcional, seja pela sua personalidade, pelo talento que transborda para todos os lados ou pela vontade que ela tem de ganhar. É uma energia excepcional que me fez bem assistir. E olha que isso não acontecia a algum tempo assistindo qualquer programa da franquia do The Voice.

Edu: MELHOR BLIND DA TEMPORADA ATÉ O MOMENTO! Lucy teve as quatro cadeiras viradas, e foi mais que merecido. Eu simplesmente amei essa performance, que foi linda demais. Dona de uma voz encantadora, que sabe tocar no coração e nos emocionar, Lucy tem grande potencial de chegar até a final, anotem o que estou dizendo. Segundo nome de peso que Tom adquire, e seu time então acaba de se tornar o mais forte dessa edição até o momento. PS: apenas eu que achei que ela lembra um pouco a Kylie Jenner?

Luke F.: Sem palavras pra comentar essa apresentação. Primeiro, uma song choice impecável. Acredito que depois da divulgação dela por Amber Riley em Glee, não havia escutado nenhuma versão da canção. Lucy trouxe a essência de Amber à canção com sua própria identidade. Realmente foi emocionante e sua escolha perfeita para coach. O team Tom cresce exponencialmente e é, de longe, o meu preferido este ano.

Luke S.: Que coisa linda gente! De longe a melhor audição dessa segunda semana, e uma das melhores da temporada até aqui. Lucy me ganhou totalmente e já me deixou aqui gritando pra ver sua próxima apresentação, pois tem uma voz deliciosa!

 

 

TERCEIRO DIA

 

Chris James – “Prince Ali”

Bernardo: Minha reação ao assistir Chris James foi a mesma da rainha Jennifer Hudson – “Isso é de verdade”? Porque a minha sensação é de que estávamos assistindo uma audição para mais uma produção exagerada do Baz Luhrmann, ou o (terceiro) dublê de voz do Hugh Jackman em O Rei do Show. Ele exala talento, mas está no reality show errado. Tenho certeza que o Simon adoraria vê-lo no Britain’s Got Talent.

Edu: MAS É CLARO QUE EU VIRARIA A CADEIRA PARA CHRIS!!! Ele simplesmente veio com um tema de Aladin, logo eu que amo as produções antigas da Disney. Já quero mais apresentações do gênero com o rapaz, e ansioso para o que Olly vai nos proporcionar.

Luke F.: YES!! YES!!! YES!!!! Não me canso de gritar… Cara, que sensacional essa performance! Ok, não é o padrão de The Voice, mas sinceramente é um dos mais carismáticos competidores que já vi. Tem desenvoltura, uma voz muito boa, com musicalidade, não se perdeu com a velocidade da canção. Enfim, grande fã de Disney como sou, só poderia ter amado quando Olly virou a cadeira.

Luke S.: Gente, isso foi sério mesmo? Ainda num to crendo aqui nessa audição. O cara foi engraçado e tudo mais, porém vamos combinar que não rolou né?

 

Tai – “Move On”

Bernardo: Ela sabe que canta bem, sabe que tem talento, mas subiu naquele palco sem a menor preparação ou perspectiva. Foi uma bagunça e um despreparo completo para aparecer em rede nacional, mas a beleza das audições às cegas é justamente essa, não é mesmo?

Edu: Tai é daquelas candidatas que já viraria de primeiro instante, não precisando de muito para isso. Ela tem uma presença de palco incrível, mas na hora que chegou no refrão deu uma decepcionada, sinceramente. Apesar dela ter ido ao team Will, o que soou mais óbvio, acho que se ela passar das batalhas, dos nocautes não vai mais além disso.

Luke F.: Foi curioso na medida certa, porque te envolve em seus erros e acertos. Tai tem a qualidade necessária e vai se refinar com o aprimoramento de Will. Por mais que acabe não gostando da maneira com que ele conduza seus acts, sei que o cara tem um conhecimento incrível e vai trazer sucesso para a garota.

Luke S.: Só eu fiquei com a impressão de que já tinha visto a Tai em algum outro lugar? Até pesquisei aqui se ela tinha participado de outro programa, mas parece que foi só impressão mesmo. Eu gostei de toda a personalidade e embora a voz em alguns momentos tenha sido um pouco exagerada, acho que ela tem potencial e com a ajuda do Will pode se dar muito bem na competição e surpreender bastante. Deixou uma boa primeira impressão.

 

Gemma – “Born To Be Wild”

Bernardo: Eu não acredito que ela tenha apresentado algo ruim, muito pelo contrário, mas qual foi o problema? Não senti uma vontade de vencer ou aquele fogo que vem de do fundo da alma. Olly Murs representou muito bem o meu pensamento, com a expressão de que foi bom, mas não pegou fogo.

Edu: Faltou uma explosão necessária para terem virado a cadeira, pois Gemma até chegou com um número cheio de atitude, mas depois do primeiro refrão ela se perdeu. Sem contar que aqueles falsetes foram totalmente desnecessários, convenhamos.

Luke F.: Melody, is that you?? Brincadeiras à parte, ela teve um desenvolvimento que agrada e faz com que os fãs se empolguem. Contudo, o estímulo vai mais pela canção do que pela própria pessoa que a apresenta. Não gostei dos falsetes, achei uma tentativa de querer mostrar demais. Poderia guardar isso para um futuro e conduzir a música com a tonalidade padrão e que mostrasse seu poder vocal. Enfim, os erros justificam a exclusão

Luke S.: Eu gostei da voz da Gemma, mas pra mim o erro maior foi a song choice que não beneficiou o melhor da voz dela. Fiquei até com pena aqui da guria, mas infelizmente não rolou dessa vez. Os próprios mentores disseram não ter sido ruim, apenas faltou uma faísca a mais ali. Quem sabe ela não volta na próxima temporada e ganha quatro cadeiras viradas?

 

Ruti Olajugbagbe – “Budapest”

Bernardo: Foi bonitinho, fofinho e poderíamos colocar a Ruti numa caixinha e leva-la para casa, vocês não concordam? Pois bem, dito isso quero lembrar que tenho certeza que essa moça consegue ir mais longe, apresentar algo maior e mais poderoso do que isso aqui. Foi suficiente para colocá-la adiante, mas espero, sinceramente, que seja desafiada no futuro.

Edu: A performance foi conforme a canção exige, algo simples e sem exageros, e Ruti soube trabalhar isso de forma única. Como Luke disse abaixo, ela colocou sua própria identidade, e o resultado final foi surpreendente. Vovô Tom está construindo um time de gigantes, algo que nunca vi em quatro temporadas que acompanho full time de The Voice UK.

Luke F.: Claro que Tom colocaria seu olhar sobre essa garota. Foi algo simples, genuíno, muito pessoal e com uma identidade bem evidente na canção. Ela não fez uma versão, tornou a canção dela e cresceu muito com sua belíssima voz. Quero vê-la muito longe na competição.

Luke S.: Gente, já vale dizer que estou apaixonado pela Ruti? Obrigado por ter virado, Tom! Primeiro que essa música tem um poder sobre mim, e segundo porque esse tom leve na voz dela já mexeu comigo desde a primeira nota. Gostei muito e mesmo não sendo aquele tipo de cantora que mata pra sair distribuindo notões durante a música, Ruti pra mim distribuiu uma delicadeza e carisma que valeu demais.

 

Ant & Ox – “Sunday Morning”

Bernardo: Vou parafrasear o Tom aqui quando digo que eles soam realmente “muito, muito, muito bons”, porque eles merecem essa qualificação. Precisam de muito trabalho no que se refere a corrigir entonação, afinamento e como se portar num palco sem parecer duas amebas em rede nacional, mas eu confio neles e ainda falaremos muito dos dois ainda.

Edu: Essa música me dá uma depressão do cão, mas tenho que admitir que essa versão ficou incrível. Merecidíssimo terem quase as quatro cadeiras viradas, e já são nomes fortes na disputa. Depois da injustiça sofrida no The Voice US, JHud ainda está com um time morno para seus padrões, mas com a ida da dupla isso tem tudo para virar, pois ainda aposto alto no bicampeonato dela por aqui.

Luke F.: Mais uma vez TVUK me deixando apreensivo com cadeiras que só viram no fim. Gostei muito da química entre os dois, trabalham bem com o respeito em palco. Mas precisam sim de muito mais para serem considerados estrelas. JHud tem o que os garotos precisam para seguir adiante!!!

Luke S.: Quem nunca viajou ouvindo “Sunday Morning” que atire a primeira pedra, porque essa música traz tantas lembranças, gente… Precisa nem dizer que eu adorei a audição, né? Curti demais essa dupla e embora acredite que precisem trabalhar em alguns pontos, já estão na minha lista de preferidos até aqui. E sobre a escolha, eu estava achando que Olly talvez fosse combinar mais com eles, porém acredito que JHud e toda sua experiência pode ser ótimo pra render grandes surpresas pra nós. Curioso aqui!

 

Mark Asari – “Walking Away”

Bernardo: Eu tenho que confessar que assisto esses programas justamente pelas histórias, seja dos candidatos ou das suas famílias, acredito que elas são responsáveis pelo bom trabalho que eles farão no futuro. Com Mark não foi diferente, porque ele não só me lembrou o porquê merece minha atenção, como também minha torcida.

Edu: Que história! Não tem como não assistir a essa blind com os olhos marejados, sério mesmo. Foi uma das melhores audições da terceira noite, e com certeza Mark tem tudo para brilhar na disputa. A emoção de Will com a história do rapaz fará com que ele faça um trabalho impecável, e já estou ansioso pelo próximo número.

Luke F.: Mark realmente tem uma história louvável e é um grande merecedor. Espero que ele faça seu caminho com autenticidade dentro da competição. Sua condição é um exemplo de como a música transforma, atinge e emociona. Um grande competidor que estarei acompanhando por um bom tempo.

Luke S.: Que história, hein gente! Um tanto difícil não se emocionar assistindo e torcer pro rapaz fazer bonito. Foi exatamente o que aconteceu, logo de cara ele mostrou ter potencial e me ganhou demais com sua apresentação. Por um minuto achei que ele iria escolher o Tom, mas optou pelo Will. Agora eu quero ver o que ele está reservando para a próxima fase, pois esse realmente se destacou pra mim.

 

Simon Davies – “Sign Of The Times”

Bernardo: Ótima maneira de terminar esse episódio. Com força, com emoção e com a síntese do que significa com chave de ouro. Posso parecer repetitivo, mas Simon Davies é um daqueles que estarão na minha lista de acompanhar no futuro.

Edu: Encerrando a disputa com chave de ouro, e Simon tem ar de finalista, anotem. Eu simplesmente adorei, sem contar que essa música é espetacular, que amo forte. Merecidíssmo ter as quatro cadeiras viradas pra ele, e tenho certeza que sua ida ao team Tom foi a mais sensata. Vovô calando a boca geral nessa temporada, hein?!

Luke F.: Sabe aquele competidor que exala sucesso?? Simon é a a perfeita definição, que voz arrepiante. Poderia ficar escutando o dia todo que não me cansaria. Já disse e repito, Sir Tom tem muito a apresentar esse ano na competição com seus acts.

Luke S.: Faço parte daquela minoria que não consegue de maneira alguma gostar dessa música. Ainda assim preciso dizer que o Simon me fez esquecer desse detalhe e torcer por ele já nessa audição, porque foi realmente muito bacana de assistir. Como o Will disse, ele se expressou  pela música e pra mim tem tudo pra ser uma das belas surpresas dessa temporada.

 

Com isso, os primeiros classificados para as batalhas são:

Team JHud: Jake Benson, Jake Nicholson Porter, Belle Voci, Ant & Ox

Team Olly: Lauren Bannon, RYT, Ivy Page, Jamie Grey, Chris James

Team Tom: Chloe Jones, Jade Williams, Lucy Milburn, Ruti Olajugbagbe, Simon Davies

Team Will: Donel Mangena, Kade Smith, Tai, Mark Asari

 

O que acharam das primeiras blind audiotions? Até a próxima semana!