Crítica: 3×10 de Legends of Tomorrow evolui e consegue surpreender

Imagem: CW/Divulgação

Sempre que começo um episódio onde farei uma crítica, já imagino um pouco do meu posicionamento sobre ele. Sim, mesmo no início já começo a orquestrar minhas primeiras impressões. Claro que, muitas das vezes, a linha de raciocínio segue um padrão, mas gosto mesmo é de me surpreender. O episódio desta semana foi exatamente assim, trouxe grandes surpresas e um pensamento totalmente distante do que esperava.

Já comecei o episódio com alguns conceitos definidos e que podem ser mantidos e aplicados. Damien Darhk ainda não é o vilão ideal e nem será durante a temporada – olha o pré-conceito aqui de novo. Mas é que já vimos tantas tentativas dele que não creio em uma redenção. Assim eu fui me desapontando com a vilania da série, uma vez que esperava muito mais de Kuasa do que realmente vi. Isso não mudou muito não, ainda acho que a atriz tem um potencial grande para uma atuação mediana nesta produção.

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As surpresas vêm exatamente no ponto que falamos da vilania. Sim, esperava e muito a aparição de Constantine, mas me saíram melhor do que esperado. Aos que se escondem e tremem ao ver a temática possessão, deve ter sido difícil sobreviver. O medo foi muito bem abordado com cenas de susto bem apresentadas. Melhor que muita produção cinematográfica por aí. Trouxerem um pouco do suspense e Mallus veio com um potencial bacana. Conseguiram relacionar as histórias e ainda trouxeram um interesse à Damien: sua filha. Depois de vê-la adulta, não tinha entendido essa evolução entre Arrow e Legends. Agora tudo faz sentido…

Imagem: CW/Divulgação

É óbvio que a chave para a derrota do vilão está exatamente aí, no laço familiar. Se a filha consegue perceber que ele não é bom, tudo se altera e os acontecimentos desta temporada são deletados. Mais uma vez a linha do tempo sendo bagunçada por uma boa causa. Mas aí está todo o desenrolar e esperamos que nos tragam coisa boa. Constantine deixou seu gosto de quero mais e espero muito pelo retorno ainda esse ano. Como não se apaixonar pela dupla bissexual mais quente da DC em uma pegação louca?

Mesmo que necessário, nunca é fácil dizer adeus…

Um último ponto que merece discussão é Leo. A volta de Wentworth Miller já estava com seus dias contados e acho que foi o correto. O personagem voltou com peculiaridades novas, mas não supriu a saudade do nosso Snart. Claro, até porque são personagens diferentes de um mesmo ator.  Mas é impossível não comparar. Por mais que tenha aceitado sua saída, a despedida não foi fácil e já está virando comum aqui na série – RIP Martin…

A próxima semana traz um tema que já venho esperando há séculos: DISCO. Já chorei de rir com o figurino ao melhor estilo ABBA e promete trazer novidades ao time. Acredito que seja do conhecimento geral, mas temos um novo integrante pintando por aí. Até a próxima semana e não deixem de conferir notícias e reviews aqui no Mix. Um abraço e até lá… 😀

Lucas Franco

Lucas Franco

Mineiro, Escorpiano, 20 Anos, Estudante de Medicina. Direto do Arkham Asylum para o Mix. Eterno fã de Chuck, E.R. e Friends (RIP). Por entre as madrugadas vive a dualidade dos estudos e das séries. No Mix, escreve as reviews de Quantico, The Good Doctor e Legends of Tomorrow.

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