Crítica: 4×13 e 4×14 de Chicago Med acertam ao abordar o “anti-romance”

Imagem: NBC/Divulgação

Drama para que te quero em Chicago Med

Os episódios de Chicago Med, 4×13-Ghosts in the Attic e 4×14-Can’t Uring That Bell exploraram o drama dos relacionamentos dos personagens. Aproveitando que o dia dos namorados americano estava por perto, os produtores da série exploraram o amor, ou melhor, a falta de amor, e acertaram entregando dois episódios marcantes e excitantes de assistir.

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Srta. Goodwin e Dr. Charles se aventurando em novas paixões foi o melhor que tivemos. Mostrar que não importa sua idade, e que o amor é para todos, foi lindo de se ver. Adorei o bom humor com que os dois levaram o enredo e a amizade e o carinho que eles tem um para com o outro. No entanto, coitado do dr. Charles, não? Que situação foi aquela, e logo no primeiro encontro? Parece que nosso psiquiatra favorito tem uma certa atração para mulheres que precisam de ajuda. Só espero que estes dois consigam achar o que procuram. Se já não acharam um no outro… Será?

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Em briga de ex-namorados e ex-namoradas…

Feia demais foi a atitude do Will com a Naty. O cara ainda não aprendeu que não deve mentir para sua companheira? Quantas vezes mais? Porém, minha opinião, essa briga deles já foi longe demais. Porque a médica consegue sentir tanta empatia por seu paciente que passou por um trauma horrível, mas não pelo próprio noivo? Como o Halsted consegue advogar tanto por pacientes e não consegue entender que ele também faz parte do problema?

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Primeiramente, já estou bem cansada desse ioiô que virou essa relação. Segundo, achei forçado essa briga toda começar por causa de uma arma. E terceiro, até quando o hospital vai deixar um médico que, claramente, está com transtorno pós traumático atender pacientes?

Outro casal que também não sabe o que fazer da vida é Connor e Ava. Os cirurgiões protagonizaram, de novo, um incidente suspeito. Ainda não consegui ter uma ideia clara de onde está vindo tanta desgraça. Se ela é realmente uma psicopata louca ou se tem mais coisa por trás disso, tudo ainda virá a tona. No entanto, o cara não tem sossego, cada semana é uma porrada. A série deixou várias dicas de que a moça é meio lelé da cuca, mas nada conclusivo. Não sei se essa “obsessão” dela seria algo justificado. Ela nem me parece tão apaixonada assim. Enfim, ou temos ali uma médica que com os dois pés em Crazy ex-girlfriend, ou o Rhodes pode ir se benzer, porque ele tem um inimigo daqueles de olho.

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Por fim, Choi e April continuam naquela brincadeira de gato e rato. Apesar da acusação do médico contra a enfermeira ser muito grave, eu não entendi como se ele quisesse prejudica-la. Pelo contrário. Para mim, o cara não esqueceu a moça, e faria (e fez) todo o possível para ajudá-la.

Culpa ou altruísmo?

Imagem: NBC/Divulgação

Maggie foi a grande protagonista dos dois episódios. A enfermeira chefe do Chicago Medical foi de um extremo ao outro e tomou decisões que deixaram uma certa dúvida em suas motivações. Não ficou claro para mim se aquela decisão em doar o próprio rim foi por querer realmente ajudar a “amiga de infância” ou para tirar a culpa do prejulgamento que ela fez ao encontrar a paciente no início de tudo.

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Acredito que ficou sim uma lição ali, uma que todos conhecemos. “Não julgue o livro pela capa”. Logicamente, a situação não era das melhores, a paciente realmente tem um estilo de vida perigoso e sujeito a preconceitos e abuso de drogas diversas, todavia, o juramente de um profissional da enfermagem o obriga a ver além desta situação toda.

Não estou dizendo que a Maggie é uma má pessoa, ou má profissional. Longe de mim. Ela inclusive já mostrou que briga mesmo por seus pacientes e está ali para dar o seu melhor. Uso como exemplo quando ela foi presa por defender um paciente que havia atirado em um policial. Só acredito que, neste caso em especifico, nem a própria conseguiu distinguir muito bem suas emoções. Afinal, não é algo fácil de racionalizar e lidar.

E vocês, o que acharam dos dois episódios menos românticos da história do Valentine’s Day? Deixe sua opinião e nos vemos semana que vem. Até lá, povo!