Crítica: 6×10 de Chicago Med foi intragável ao inflar ego dos médicos

Crítica Chicago Med 6x10

Chicago Med está irritando o espectador!

Gente, o que virou Chicago Med? Sério. Eu estou achando uma tortura continuar com essa série. Mas, como gosto de acompanhar todo o universo compartilhado da One Chicago, ainda me submeto a assistir. Só que, episódio após episódio, eu sinto que essa série só piora.

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Mais alguém tem o mesmo pensamento que o meu? Sinto que tudo está chato, e as tramas cada vez mais afundam os poucos personagens que eu ainda gosto.

Além disso, não sei se vocês também tem essa impressão, mas em todo o episódio, sinto que os médicos querem sempre passar um por cima do outro, sem ao menos procurar um especialista. Ai que coisa mais chata!

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Neste décimo episódio, os casos dos pacientes foram até interessantes, mas a forma como os protagonistas se portam diante deles é um tiro no pé.

Os médicos estragam tudo!

Neste episódio, por exemplo, tivemos um caso interessante de uma paciente grávida, esperando um bebê que é de sua filha. Ela topou realizar a gravidez, uma vez que esteve ausente na vida da filha, devido ao seu alcoolismo. Mas acabou que ela desenvolveu uma doença do coração, que colocou a vida dela – e a gravidez em risco.

Como ela nunca tinha estado presente na vida da filha, ela disso ao Dr. Halstead que preferia que salvassem o bebê, embora ele ainda tivesse poucas semanas. Então, ela deixou claro que poderiam deixar ela ligada às maquinas, para que o bebê completasse as semanas.

Nesse meio tempo, Halstead foi buscando opções de tratamento, enquanto o Dr. Choi quis ser mais agressivo. E isso acabou colocando eles em choque. Embora no caso da semana não tenham chegado ao ponto de precisarem ligar a mãe às máquinas, uma vez que Will conseguiu tratá-la sem muita agressão, ficou claro que Choi e Will possuem problemas.

Imagem: Divulgação

Ethan, aliás, se dirigiu diretamente a Will sobre o caso. Mas sabe o que é pior? Essa disputa foi agravada por um possível triângulo amoroso entre Choi, Sabina e Will. Ethan parece estar se aproximando da pesquisadora, enquanto Will está mais avançado nessa relação. E isso certamente irá gerar um problema maior entre os dois.

Uma bobeira que só vendo…

Só que, ao invés de deixarem isso no pessoal, geralmente como acontece em Grey’s Anatomy, eles acabam descontando isso nos pacientes. E esse ponto me incomoda muito em Chicago Med. Porque a impressão que tenho é que eles não se empenham para dar ao paciente o melhor tratamento, mas sim para amaciar seus respectivos egos.

April desperta história interessante

Enquanto o Dr. Charles ficou preso em um paciente que, francamente, pensei que ele resolveria o problema de transtorno pós-traumático em dois minutos, April mostrou uma possível história interessante para a série.

Ela realizou um salvamento fora do hospital e acabou querendo acompanhar o paciente na cirurgia. Embora tenha sido barrada. Afinal, ela é uma enfermeira de emergência.

Mas a equipe notou o feito que, inclusive, salvou a vida do paciente. E a ideia de April se tornar médica foi jogada… Eu achei isso bem legal, e algo que outras séries médicas já utilizaram (os mais antigos vão lembrar de Abby em ER). Tempo os produtores teriam para trabalhar essa história, uma vez que Chicago Med já tem, ao menos, mais duas temporadas garantidas.

Quem sabe, virar uma médica, dê algum propósito para a vida de April que, ultimamente, estava se sentido perdida? Acredito que se isso vier a acontecer, realmente poderemos ter histórias interessantes. Mas do jeito que a série está, não vou criar tantas expectativas.

Crítica Chicago Med 6x10

Imagem: Divulgação.

Natalie e Crockett provaram ser um casal chato

Confesso que quando achei que Natalie e Crockett iriam se envolver realmente, suspeitei que teríamos boas histórias. E eles até enganaram com uma possível boa química.

Mas esse casal já não está me descendo, e não sei se posso atribuir esse problema à Natalie. Porque ela teve o mesmo problema com Will. Mas tudo fica sem graça, e já estou começando a achar Crockett forçado. Uma pena, pois eu tinha boas apostas para os dois, mas cá já estou eu torcendo para eles se separarem.

No meio dessa salada mista, fica meu interesse também para a história de Maggie, que conseguiu achar sua filha biológica – embora ainda não tenha coragem de saber quem ela realmente é. Ou tão pouco contatá-la. Vamos observar e ver o desenrolar dessa história.

Só que a preguiça está realmente definindo acompanhar ou não Chicago Med. Tem alguém com essa mesma sensação? Então deixem nos comentários e, igualmente, continuem acompanhando as novidades do Mix de Séries.