Crítica: Supergirl escala esquadrão girl power para deter Reign no episódio 3×11

Supergirl 3x11
Imagem: The CW/Divulgação
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Nesse episódio as mulheres dominaram todos os plots

Fort Rozz foi responsável por mostrar que Supergirl parece estar no caminho certo em querer deter Reign a todo custo. Para isso, nossa heroína escalou um time bem improvável para ajudá-la nessa missão.

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Sinceramente, se pararmos para ver, ela não tinha muito para onde correr. Dos seus amigos, apenas J’onn seria capaz de ajudá-la, já que Mon-El continua com seus mimimis. Winn é o apoio lógico, enquanto James nem devemos considerar algo.

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Se na participação passada eu tinha me decepcionado com Livewire, a princípio isso permaneceu intacto. Eu achei bem covarde da parte dela tentar se tornar uma pessoa melhor por medo, ao invés de uma iniciativa própria. Ok, não teria graça alguma ela totalmente boazinha, mas seus motivos achei tão vazios. Logo de cara já peguei ranço, e achei a escolha dela como aliada uma péssima pedida.

Para minha surpresa, Psi foi a outra aliada que Kara escolheu para ajudá-la. Eu já imaginava que a personagem seria vista novamente, mas não ao lado da nossa heroína. Que chamassem Lillian Luthor (saudades), mas a escolha da loira foi totalmente desnecessária. Primeiro, que sua aparição foi muito recente, e para tal “virada” pra mim foi cedo demais. Vida que segue e Deus no comando, não é mesmo?

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Imagem: The CW/Divulgação

Bad Blood Squad fechou com Imra, que pra mim é a única que a princípio fez total coerência ali. Estou adorando cada vez mais a Saturn Girl na história, e a dinâmica com nossa protagonista foi bem satisfatória. Mesmo ainda ferida emocionalmente, Kara tem se mostrado bem mais madura de uns tempos pra cá, e essa aliança é a prova mais que clara disso. Tudo bem que a princípio ela foi contra a garota se juntar ao grupo, mas algo me diz que essas duas ainda possam se tornarem grandes colegas – amigas já seria demais, dividindo literalmente o mesmo homem.

Uma nova dupla está surgindo? Parece que sim!

Uma dupla que já mostrou uma boa química episódios atrás, mas que agora se intensificou mais ainda, foi Ruby e Alex. O meu ranço pela filha de Sam tem reduzido gradativamente, e ao lado da agente isso praticamente passou batido. Aliás, já tenho uma boa suposição em relação a jovem: caso Sam venha a morrer pelos atos de Reign, não duvido nada da garota ser criada pela irmã de nossa protagonista. Vamos aguardar.

Com a chegada do esquadrão ao Fort Rozz, eu achei tudo muito morno demais. Sério, as coisas só começaram a esquentar pra valer com a chegada da vilã. Ainda bem que dessa vez ela voltou a seu estado normal, após ter ficado ofuscada e meio forçada no episódio passado. O seu confronto com Livewire foi bem morno, mas aí meu ranço pela platinada acabou, quando ela decidiu se sacrificar para salvar Supergirl. Nunca pensei que isso aconteceria, e aquilo que reclamei no começo da review caiu por terra nesse momento. Paguei minha língua bonito em relação a isso.

No final das contas Reign acumulou sua segunda derrota seguida, e dessa vez através de Psi. Por um momento pensei que Sam revelaria sua identidade, e fiquei bem apreensivo com isso. Entretanto, acho que falta pouco para isso acontecer, ainda mais depois que ela falou com Alex sobre seus lapsos. Ou seja, não vai demorar muito para isso acontecer, e estou bem ansioso para esse momento chegar. A pergunta que fica no ar, será que Kara vai revelar a ela que é a Supergirl?

PS1: Yael Grobglas tinha tudo para ser uma grande vilã na série, mas no fim se tornou uma versão de Petra – sua personagem em Jane The Virgin – com poderes. Começou como vilã, mas no decorrer da história acaba tendo atos heroicos, nada de novo por aqui.

PS2: Super chateado que novamente não teve nenhuma menção à série de Gina Rodriguez.

PS3: Já quero mais momentos entre Winn e Brainiac 5 juntos.