
Imagem: NBC/Divulgação
Série tem “pegada de Lost” e atraiu grande audiência nos Estados Unidos
Manifest já chegou chamando atenção. Em sua noite de estreia, prendeu cerca de 10 milhões de espectadores na frente da TV, com uma história curiosa. A serie gira em torno do voo 828, que ficou desaparecido por 5 anos. Contudo, para as pessoas dentro do avião, o voo durou apenas algumas horas, como se nada tivesse acontecido.
O piloto nos mostra alguns passageiros do voo e as causas desse incidente. Entre os personagens principais, temos Michaela (Melissa Roxburgh), uma policial com alguns problemas no passado e seu irmão Ben (Josh Dallas), um pai de gêmeos, cujo filho Cal está em tratamento contra o câncer.
Decolaram em 2013, pousaram em 2018…
Na trama, o avião decola no ano de 2013, e durante a viagem sofrem uma gigante turbulência. Quando aterrissam, em novembro de 2018, descobrem que ficaram “parados no tempo” durante cinco anos.
E fica pior, os passageiros do vôo 828 (e sim, assim como “Lost“, teremos os famosos números ligados todo tempo) são unidos “pelas vozes em suas cabeças” ao local onde o avião está sendo investigado, para assistir o mesmo explodir.
Manifest não agrada em alguns pontos, principalmente porque existem vozes estranhas na cabeça dos passageiros, e isso não combina. Tudo isso, aparentemente, faz parte de uma estratégia para manter o espectador preso a trama. Contudo, não é suficiente para disfarçar a pobreza do roteiro, que vez ou outra proporciona uma “ceninha vergonhosa” – o que foi aquela cena do ônibus?
Ao final do piloto, cabe a você ter uma noção se está comprometido o bastante com a premissa da série, a ponto de retornar para o segundo episódio. Apenas alertamos: há grandes chances dessa trama andar, andar e andar, terminando com muitas perguntas e poucas respostas. Afinal, é isso que podemos esperar de uma “descendente de Lost“.