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Fase de batalhas consolida força dos times no The Voice US

Enfim as Battle Rounds do The Voice US

Fala queridos leitores, como estão? Depois das emoções das blind auditions, chegamos à fase de batalhas no The Voice US. Adam, Blake, John e Kelly contaram com a ajuda de seus mentores convidados, pareando os confrontos que serviram para consolidar a ordem de força e relevância dos times.

Que tal conferirmos tudo o que rolou nessa segunda etapa da temporada?

 

TEAM ADAM (Edu)

Imagem: NBC/Divulgação

Começo meus comentários, reforçando aquilo que é extremamente óbvio: quando Adam quer ele se supera! Ele conseguiu construir um time consistente nas blinds, e agora nas battles soube distribuir tudo na medida certa. Pra começo de conversa ele recrutou ninguém menos que Charlie Puth, um dos atuais queridinhos da música pop nos Estados Unidos. Tudo que tem Charlie no meio é sinônimo de sucesso.

As Batalhas

Mostrando que não está pra brincadeira nessa temporada, nosso coach já estreou sua primeira batalha com um duelo de gigantes. Logo de cara colocou Trey Rose x Domenic Haynes, o que foi um conforto pra mim. Morri de medo do segundo ser pareado a duelar com LB Crew, um dos principais nomes do time, na minha opinião. Ainda bem que isso não aconteceu, e o rapaz venceu o rival com a maior tranquilidade do mundo. Ponto positivo!

Agora uma batalha que me tombou legal, mais que a Ana Maria Braga sentando na cadeira de três pernas, foi de LB contra Ciera Dumas. Os dois juntos com Celia Babini são os cristais supremos desse time, e pra mim foi murro bem dado no estômago o confronto. Ambos foram incríveis, mas convenhamos que o rapaz tem grandes chances de chegar até a final. Ainda bem que Celia foi para o Comeback Stage, e quem sabe não retorna após os Playoffs?

No meio de duelos de gigantes, tivemos outros bem previsíveis, mostrando como Adam está empenhado em construir um time forte e consistente. Celia e Mari Jones derrotaram seus respectivos rivais, Karly Moreno e Anthony Ortiz com maestria. Ok que a loira teve uma certa evolução, em relação à sua fraca audição, e ainda bem que ela foi para o Team Blake. Ainda bem que ninguém teve a ideia de salvar o cosplay mal feito de Wally, que nem era pra ter passado das blinds. Xô, embuste!

Claro que tivemos embates fracos, mas graças a Deus apenas um. Kalvin e Jimmy foram tão fracos, que já nem me lembrava mais do confronto deles. Ainda não entendi o porquê do John ter usado seu steal no segundo citado.

Outra batalha que me surpreendeu foi entre Andrew Jannakos e Patrick McAloon, que vieram com uma música poderosíssima. Fiquei impressionado com tamanha evolução do primeiro citado, em relação à sua audição. No entanto, não achei justo ver Patrick saindo agora da disputa, dava pra algum dos outros coaches terem usado seu steal, e francamente pensei que Blake faria isso.

Balanço Geral

Adam encerrou as battles como o segundo time mais forte da temporada, e que poderoso está. Entretanto, na minha opinião, nossa original Idol ainda obtém o primeiro luigar do ranking.

Formação do time após as batalhas: Domenic Haynes, Celia Babini, LB Crew, Mari Jones, Kalvin Jarvis, Andrew Jannakos, Rod Stokes (steal), Kendra Checketts (steal)

 

TEAM BLAKE (Luke)

Imagem: NBC/Divulgação

Depois de me impressionar bastante na fase das audições, o #TeamBlake voltou com aquela ideia de que poderiam demais surpreender, mas o negócio não foi bem assim. Vale dizer que levei alguns tombos pesados assistindo as batalhas, e cheguei até a me revoltar com algumas das escolhas do cowboy.

As Batalhas

O primeiro tombo já veio com a primeira batalha, porque gente, desde as blinds eu estava super empolgado com Rod, e pra mim ele realmente cantou melhor que o Gyth. Ambos têm uma baita voz, mas Rod pra mim saiu na frente e ver Blake não dando a vitória pra ele foi sacanagem. Mas, para minha alegria, Adam usou seu steal e naquele momento dei um pulo aqui.

A segunda batalha também não seguiu da maneira que eu esperava. Sim, tanto Dexter quanto Dalton cantaram MUITO, mas particularmente achei que Dalton foi mil vezes melhor. A primeira nota do cara me arrepiou aqui, com aquela voz e estilo que pra mim era o mais original da dupla. Dexter também é muito talentoso e talvez pode me surpreender na próxima fase. Entendi o ponto que o John disse, sobre Dexter ser o que mais se jogou na batalha, mesmo assim fiquei bem chateado por ver Dalton indo embora tão cedo.

Kim x Kendra e Selkii x Cecily pra mim foram as duas melhores batalhas do #TeamBlake nessa fase. A primeira foi uma baita surpresa, até porque eu estava super ansioso pra ver o que ambas iriam fazer, e que delícia de batalha, hein?! Não teve rap por parte da Kim, mas o tanto que a guria se entregou na performance foi maravilhoso demais, a voz estava ótima! Por isso que saiu vencedora da batalha, mas novamente comemorei por ter rolado steal, pois Kendra mereceu demais.

Já Selkii x Cecily já me revoltou pelo fato do Blake ter colocado uma pra cantar com a outra, pois ambas são maravilhosas demais e achei sacanagem uma delas ir embora tão cedo. A song choice foi um baita acerto da batalha, e eu viajei junto assistindo as duas cantarem.

Não tiro a razão do Blake em dar a vitória para Selkii por de certa forma ser mais experiente, mas Cecily também merecia demais continua na competição. Por fim teve Hannah Kay x Andrew e Carter x Lili, essa segunda que praticamente não mostraram nada, apenas Blake dando a vitória para Carter. No entanto Hannah x Andrew foi uma batalha gostosa de assistir, principalmente pela song choice que pra mim foi bem bacana, só achei que foi um duelo onde não teve um grande momento, mas Andrew mereceu vencer.

Balanço Geral

No geral confesso que estava esperando um pouco mais do #TeamBlake nessa fase das batalhas. Teve act que fazia parte dos meus favoritos sendo embora e outros que gostei muito na primeira fase e dessa vez não conseguiu impressionar. Mas vale ficar ansioso pra ver se surpreendem na próxima.

Formação do time após as batalhas: Gyth Rigdon, Dexter Roberts, Kim Cherry, Andrew Sevener, Selkii, Carter Lloyd, Karly Moreno (steal), Oliv Blu (steal)

 

TEAM JOHN (Bernardo)

Imagem: NBC/Divulgação

A fase das batalhas sempre aparece como aquele momento mais sofrido para quem assiste. Até porque é neste onde o coach terá que tomar decisões complicadas e até mesmo incompreensíveis, que muitos de nós nunca vão entender. Ainda me lembro de momentos impressionantes das temporadas iniciais. “Como ele pode ter feito aquilo?” perguntamos aos céus no desenvolvimento do episódio, não é mesmo? Pois bem, John Legend teve um desses momentos neste ano.

As Batalhas

Ele conseguiu dois cantores sensacionais na fase de audições às cegas – Matthew Johnson e Shawn Rounds. Mas o que ele decide fazer? Colocá-los frente à frente. Oi? Pois é, dois cantores que conquistaram quatro cadeiras. Eu entendo que pode existir um raciocínio de não manter dois cantores de estilos semelhantes no mesmo time, mas quando ele escolheu os dois na primeira fase, sabia que traziam qualidades (e erros) semelhantes.

É claro que a escolha foi, do ponto de vista de fazer “boa televisão”, maravilhoso. A performance de Never Too Much” foi facilmente a melhor e mais explosiva da noite. Contudo, foi uma decisão impulsiva, atrapalhada e sem um boa justificativa. Outra lambança, e aqui eu me mostro tão surpreso como vocês, foi a decisão de colocar a Lisa contra a Betsy ao som de The Joke”.

Vocês sabem que elas não me chamaram muita atenção na primeira fase, mas esse embate foi simplesmente surpreendente e eletrizante. Contudo diria que um dos melhores do time do John Legend, atrás apenas do embate entre Matthew Johnson e Shawn Rounds. A decisão do coach foi acertada em todos os motivos. Na escolha das duplas, assim como a música e a vencedora do duelo. Embora explosivo, Lisa foi levemente melhor.

Fico feliz, muito, que Betsy tenha encontrado um lar no time da Kelly. Por fim, eu preciso ressaltar ainda o quão inteligente e sábia foi a decisão de Legend em resgatar Jimmy Mowery. Ele é um dos melhores cantores de R&B desta temporada, portanto, certamente terá os conselhos necessários do John.

Balanço Geral

Entre erros e acertos, acredito que John Legend sai de mais uma etapa fortalecido e como favorito para vencer essa temporada.

Formação do time após as batalhas: Matthew Johnson, Maelyn Jarmon, Julian King, Lisa Ramey, Jacob Maxwell, Kayslin Victoria, Beth Griffith (steal), Jimmy Mowery (steal)

 

TEAM KELLY (Renata)

Imagem: NBC/Divulgação

Minha gente, cheguei nessas batalhas e falando com tranquilidade: QUE TIME, HEIN, DONA KELLY? Essa temporada estou digitando com os pés, porque as mãos é só pra aplaudir.

As Batalhas

A primeira batalha foi bem consistente e dentro do que eu já imaginava, pois de cara não escolheria o trio. Me perdoem, mas eu não sinto nada muito especial por eles. Mikaela me pareceu bem mais emocional, mesmo sabendo que não teria vida longa. Então, acredito que Kelly fez uma escolha sábia. Mas não é disso que eu queria falar mesmo.

MINHA GENTE, ME DIGA O QUE FOI A ÚLTIMA BATALHA?  Primeiramente, cantando a música que eu mais amo na vida. Jej e Beth foram donos absolutos da noite, foi uma das batalhas mais incríveis que já vi nesse The Voice. Emocional e grandiosa de uma forma que não via há muito tempo. Eu também escolheria Jej, por tudo que ele representa e pela singularidade da voz, apesar de achar que Beth foi muito poderosa. O que me conforta é ainda vamos ver muito dela em outros momentos, talvez até volte pra cá, né gente? Não custa sonhar.

Outro ponto alto foi Rizzi no segundo dia de batalhas, fiquei extremamente triste em vê-la indo embora assim, queria muito que alguém tivesse salvo aquela lindeza.  Mas confio na escolha de Kelly, ou pelo menos, quero muito confiar. Não poderia faltar uma batalha country pra alegar a gente. Abby e Jackson foi aquela coisa… tá bom, tem que cumprir a quota. Não foi ruim, mas achei que poderia ser melhor, também escolheria Abby por pensar que Jackson é mais do mesmo.

Balanço Geral

Fiquei muito surpresa no geral e feliz demais por tudo que essa fase representou, respiramos aliviados com uma temporada que tem tudo para ser uma das melhores. Temos acts únicos e que nos fazem querer assistir cada episódio. Oremos para que a qualidade não caia e que ainda tenha muita emoção pela frente. Let’s Go! #TeamKelly

Formação do time após as batalhas: The Bundys, Jej Vinson, Presley Tennant, Abby Kasch, Rebecca Howell, Karen Galera, Matthew Johnson (steal), Betsy Ade (steal)

 

O que vem agora?

Com o fim das batalhas, uma nova fase chega ao The Voice. Vem aí as Live Cross Battles, dando início aos programas ao vivo. A partir desse momento, novas batalhas acontecem, mas entre times diferentes e com o público decidindo quem leva a melhor.

Esse novo formato muito lembra a Batalha dos Técnicos, do The Voice Brasil. Ansiosos, ou será que vem bomba aí?

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Team Mix Reality

#TeamReality no Mix de Séries é responsável pelos realities shows.

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