Apesar de equilibrada, 17ª temporada de The Voice US exagerou nas injustiças

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The Voice US: O que acontece?

Fala pessoal, como estão? Acharam que não teria review de um dos carros chefes do Team Reality? Pois bem, acharam errado! Com um formato novo e dinâmico, cá estamos aqui para falar sobre a décima sétima temporada de The Voice US, encerrada recentemente pela NBC.

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A expectativa foi grande em cima dela, uma vez que foi a primeira sem a presença de Adam Levine, substituído às pressas por Gwen Stefani. Sobre a temporada? Bom, o de sempre, candidatos incríveis, alguns bons e outros que nem deveriam estar ali. No entanto uma coisa que chamou a atenção foi o recorde de injustiças.

O motivo? Bom, é melhor vocês acompanharem os comentários de nossa equipe e tirem suas conclusões.

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TEAM BLAKE – The Voice US (Bernardo)

Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

Meus colegas de pauta, sem sombra de dúvida, sabem sintetizar frustração melhor do que eu. Contudo, quero que vocês saibam que diferentemente da temporada anterior eu não gostei nem um pouquinho do que assistimos neste ano. Na verdade, se não existe, seria melhor para todo mundo.

– BLIND AUDITIONS

O normal de comentar sobre as Audições às Cegas seria exaltar todos que tiveram a proeza de ter quatro cadeiras viradas, não é mesmo? Mas esses não são tempos normais. Por isso, meus destaques ficaram com Cory Jackson, Brennan Lassiter, Cali Wilson, Mendeleyev e o maravilhoso Ricky Duran.

– BATTLE ROUNDS

Na fase seguinte, o destaque continua com Ricky Duran, que trouxe uma performance deliciosa de Valerie, assim como com Joana Martinez, Jake HaldenVang e Royce Lovett. Todos com uma melhora notável da fase inicial para esta. Contudo, meus preferidos na fase do The Knockouts foram um tanto diferentes.

– KNOCKOUT ROUNDS

Destaco Cali Wilson, com uma excelente e memorável performance de Wicked Game”; Kat Hammock com Kiss Me”; Will Breman com I Don’t Care”; e Ricky Duran, por fim, mais pela sua apresentação de She Talks To Angels”.

– LIVE PLAYOFFS

Já na fase preferida, a ao vivo, destaco Gracee Shriver por “American Honey”, que já está na minha playlist.

 

TEAM GWEN – The Voice (Edu)

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Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

Depois de estar fora do programa desde a desastrosa S12, minha rainha fashionista voltou ao The Voice. Sua volta repentina, no meio à turbulenta saída de Adam, trouxe um frescor ao programa. Quando anunciaram seu retorno, logo fui mais uma vez iludido, achando que dessa vez ela finalmente levaria o programa.

– BLIND AUDITIONS

Na fase inicial, Gwen foi destaque na escolha de vários candidatos que tiveram mais de uma cadeira virada em suas audições. Um caso bastante evidente nessa fase foi quando ela, Kelly e Blake viraram a cadeira para Kyndal Inskeep. A popstar bloqueou o próprio amado, o que causou uma “DR” de brincadeira entre o casal, e divertindo o público.

No entanto não podemos deixar de lado grandes nomes que vieram para o time da loira, como Jake Halden, Kiara Brown e Caroline Reilly. A grande surpresa, já nessa fase, foi Rose Short, que já mostrou a que veio logo em sua blind. Por um momento não entendi o porquê dela não ter as quatro cadeiras viradas, mas por outro lado foi um alívio, e já senti que Gwen teria tudo pra finalmente levar um título com sua nova pupila.

– BATTLE ROUNDS

Tudo estava às mil maravilhas, com Gwen dividindo com John o título dos dois times mais fortes da temporada. Porém foi só chegar na fase batalhas, que entendi o motivo dela não ter chegado em duas das três finais passadas em que participou do programa. Como ela escolhe Kyndal e deixa James Violet ir embora? Ainda bem que ele foi para o team John nessa etapa.

Uma de suas escolhas sensatas foi na batalha entre Elise Azkoul e Myracle Holloway, onde a segunda citada foi anos luz melhor. Aliás, essa foi uma das minhas battles favoritas do team Gwen.

– KNOCKOUT ROUNDS

Por aqui nossa rainha fashionista estava mais sensata em suas escolhas, no entanto a mais sábia de todas foi ter usado seu único steal da fase em Joana Martinez. Entre seus pupilos propriamente dito, um dos que mais chamou atenção nessa etapa foi Jake HaldenVang, com certeza!

– LIVE PLAYOFFS

Gwen chegou ao Top 20 com um time forte e coeso. No entanto aqui já estava me enjoando de Myracle, pois ela caiu na mesmice, e o que sua querida coach faz? A salva, socorro! Jake e Rose foram meus favoritos aqui, mas me chateou profundamente ver o rapaz saindo da disputa. Kyndal, por sua vez, deveria ter saído nas batalhas, enquanto Joana começou a evoluir mais, agora em seu novo time.

– LIVE SHOWS

team Gwen chegou aqui como o único totalmente feminino, mas não concordei. Como disse acima, Myracle entrou numa chata zona de conforto, e me revoltou como ela chegou até o Top 10. Como torci pra ela vazar na primeira semana ao vivo. Joana, por sua vez, foi entregando performances memoráveis, mas pecou ao recriar um clássico de nossa saudosa coach Christina Aguilera. Eu a imaginava chegando ao menos na semifinal.

Agora Rose, essa foi um caso a parte. A cada semana ela foi se destacando cada vez mais, e era nítido que pra mim essa temporada tinha que ser dela. Apesar de muita gente ter eleito “God’s Country” sua melhor performance, eu já discordo totalmente. Na minha opinião “I Turn To You” (Top 13) e “I Want To Know What Love Is” (Semifinal) foram seus melhores números, que me desidratou totalmente, inclusive.

 

TEAM KELLY – The Voice (Luke)

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Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

Nossa história começa já nas Blinds Auditions, onde Kelly construiu um team diversificado. Tivemos cantores disputados que não duraram muito na competição e achados únicos que alçaram grandes vôos.

– BLIND AUDITIONS

Dentre as vozes mais surpreendentes, acredito que podemos destacar duas grandes atrações do segundo dia de audições. Shane Q e Hello Sunday foram bem em suas audições e entregaram novas interpretações com o tempo de competição. A afinidade de Kelly pela música country é evidente desde sua última participação na competição. Jake Hoot representou bem na audição e foi escolhido apenas por nossa coach. Não podemos esquecer do carisma de Injoy Fountain, que soube ao que veio já em sua audição, sem titubear nas palavras ao som de “7 Rings”. O tempo passou e continuamos angariando forças para o team Kelly. Algumas cadeiras virando logo de cara, outras aos quarenta e cinco do segundo tempo, mas Kelly conseguiu formar uma equipe sólida e heterogênea ao fim das contas.

– BATTLE ROUNDS

Nessa etapa houveram grandes surpresas e duelos inesquecíveis. Kelly já garantiu duas grandes vozes em uma apresentação arrebatadora, salvando Melinda e Shane Q. O clássico “Always On My Mind” não poderia ficar de fora, e Jake Hoot levou a melhor na disputa da canção. Perdemos Brennan Lassiter e Injoy Fountain nessa fase, o que me surpreendeu pois acreditei que ambas tinham muito para seguir na competição. Contudo, tivemos a alegria de agregar Kiara Brown do Team Gwen com toda sua leveza e alegria ao cantar.

– KNOCKOUT ROUNDS

Nos Knockouts, a coisa começou a ficar séria. Agora, Kelly deveria analisar muito bem seus competidores para tomar suas decisões. Além da clara evolução dentro da competição, nossa coach precisava usar de estratégia se quisesse prosseguir bem na disputa. As escolhas de Jake Hoot, Shane Q e Hello Sunday eram mais do que esperadas. Todos apresentaram de forma segura e mereceram a classificação. Conseguimos observar nessa fase que nosso team era bem sólido, uma vez que duas de nossas incríveis vozes foram roubadas por John e Blake na competição. Mas Kelly não ficou de fora e usou seu steal para garantir a permanência de Max Boyle, uma voz jovem e que se encaixa bem no estilo soft pop americano.

– LIVE PLAYOFFS

Na primeira semana, já tivemos uma baixa com Damali e Alex fora da competição. Duas vozes boas mas que, ao meu ver, nunca foram o destaque do team Kelly, mesmo com apresentações de qualidade.

– LIVE SHOWS

Seguindo as semanas, foi a vez de dar adeus a nossa aquisição mais recente, Max Boyle. Um jovem promissor mas que ainda não tinha se conectado com a coach pelo pouco tempo de convivência.Com apenas três competidores restantes, já conseguíamos perceber uma certa preferência do público. Jake Hoot vinha há três semanas ganhando a melhor posição de visualizações do público e, como já esperado, ele foi o competidor escolhido para a grande final.

 

TEAM LEGEND – The Voice (Renata)

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Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

Voltamos para mais uma temporada e só posso dizer que John continua fortíssimo, hein?! O coach sem dúvida alguma veio pra garantir sua segunda vitória, e eu sou bem suspeita para falar, porque amo demais esse homem e a forma como ele guia seus pupilos.

– BLIND AUDITIONS

A abertura foi nada mais, nada menos, que fantástica, pois Katie Kadan explodiu talento por todos os lados. Gente, que performance cheia de poder e energia. Fiquei igual a Kelly, descompensada olhando aquilo tudo.

O que Mendeleyev tem de difícil em pronunciar, tem fácil em se apaixonar. Vai dizer que vocês não pararam e ficaram apenas admirando aquele tom e aquilo tudo? Hahaha gente, que homão incrível!  Feliz demais por esse destaque no time, espero que o moço se sobressaia e mostre muita versatilidade. E fechando meus comentários e o time, chegou Zoe Upkins que embora tão nova, tenha entregado tanta força e doçura. Não sou do time que torce para os mais jovens, mas às vezes alguns surpreendem muito.

John venceu muitas lutas das four chairs, e levou nomes de peso para o seu time que é bem versátil, sei que ao longo da jornada muitos vão ficar no caminho e alguns nem vão ter tempo de mostrar muita coisa. O que resta é torcer para que essa temporada seja tão incrível o quanto está aparentando ser.

– BATTLE ROUNDS

Chegamos então a melhor parte do The Voice US, segundo eu mesma. Hora de deixar muita gente boa ir embora, hora de se apaixonar por gente que nem tínhamos enxergado anteriormente. A primeira batalha que se destacou foi Katie e Destiny. Gente, fiquei chocada o quanto Destiny cresceu, ainda mais pra lutar contra Katie, que é uma deusa.

Esperei muito pra ver Mendeleyev numa batalha, foi bem diferente ser contra Preston, o qual não é nem de perto um dos que fazem meus olhos brilharem. Mas achei bem linear, a superioridade que achei que Mendeleyev teria não foi tão visível assim. Preston mostrou para que veio e levou a melhor na batalha, me deixando de boca aberta e sem acreditar que meu amorzinho foi embora tão cedo.

Em geral, as batles foram bem satisfatórias para o #TeamLegend. Acredito que John sabe o que está fazendo, apesar de nem sempre concordar com as escolhas do coach, o time até então está bem sólido.

– KNOCKOUT ROUNDS

Eu não tenho dúvidas que quem ouse enfrentar Katie vai ficar pelo caminho. Arrepiada demais em ver o quanto essa mulher coloca alma em cada música, tava que só John pulando e gritando em pé. Até aqui, minha favorita do time. James é de um encanto que a gente fica hipnotizado, eu gostava muito do moço, por todas as coisas que eu acreditava que ele ainda podia fazer, mas não foi dessa vez. Outro que está sabendo exatamente como crescer na competição é Will. Ele vem nessa pegada energética com musiquinhas chicletes e animadas, o que está agradando muito John e aparentemente a todos.

Finalizo com Marybeth e Preston, num nocaute bem meia boca. Achei chatíssima, gente!

– LIVE PLAYOFFS

A partir do top 20 o meu coração começou a bater mais forte por Will, que até então era apenas alguém com uma bela presença de palco e que pegou o jeito de como fazer os americanos o amarem. Ele foi evoluindo mais e mais, passou por alguns estilos, fez algo mais contido, mostrou versatilidade e foi isso que importou no fim das contas.

– LIVE SHOWS

Marybeth foi outra que comecei a amar a presença, acredito que estava muito presa ao que Katie representa e faz, e não me deixei levar e sentir por tantos outros cantores maravilhosos. Marybeth começou caladinha ali, mas demonstrou um crescimento maravilhoso, foi acrescentando poder e segurança às apresentações o que me deixou maravilhada, finalmente pude ver o que John tanto falava e defendia, a moça tem perfil de finalista, e confesso que comecei a me acostumar com a ideia. Mesmo achando que ela ainda tinha que mostrar mais pra chegar lá.

Katie eu deixei por último, porque não é segredo que do #TeamLegend ela é minha favorita. Katie representa muito mais que uma voz, e é isso que me encanta cada vez que ela sobe ao palco. A entrega de corpo e alma, o poder na voz, tem alguns exageros às vezes? Tem! Mas já fizemos de Alison Porter vencedora (cry baby), e eram os gritos que eu amava, então não vamos julgar aqui. Não sei se John vai vencer essa temporada, mas se vencer, minha certeza é de que vai ser com Katie. E eu vou vibrar muito, ela merece por toda trajetória dentro do programa e pelo talento né, irmãos? Fazia tempo que não via uma temporada com tanta gente carismática e talentosa.

 

VENCEDOR do The Voice US 2019

Jake Hoot (Team Kelly) foi o grande vencedor da temporada!

Imagem: Trae Patton/NBC/Divulgação

– BERNARDO

Quanto ao vencedor, confesso que não me impressionou muito. Na verdade, ficou um tanto evidente que o duelo final seria entre Jake Hoot, que dominou a Apple Music semana após semana, com o maravilhoso Ricky Duran.

Se tivesse que escolher certamente iria com Ricky Duran, que mostrou solidez, qualidade e superioridade durante toda temporada, mas a voz do público é soberana, afinal serão eles os consumidores de músicas do Jake. E vocês sabiam? O campeão é o segundo a vencer o The Voice após receber uma única cadeira na fase de audições às cegas. Agora, ele faz dupla com Chris Blue da 12ª temporada. #FunFact

– EDU

Eu simplesmente me recuso a aceitar esse resultado. Pra mim não importa que ele vinha dominando os charts semana após semana, pra mim Jake era um act country suflê de chuchu, que já vimos inúmeras vezes no team Blake. Kelly foi sensata em investir pesado em um candidato country, uma vez que os demais coaches tinham como elemento coringa em seus times acts com outros estilos variados.

Não aceito esse sonso como vencedor, e muito menos Rose em quarto lugar, uma vez que pra mim foi a verdadeira campeã dessa edição. Ela, Ricky e Katie foram merecedores da final sim, e qualquer um dos três que vencessem eu ficaria muito feliz. Sinceramente antes as meninas do Hello Sunday terem chegado até a final, do que esse embuste.

– LUKE

Sei que meus colegas de bancada vão descer críticas a escolha final, mas vou soltar um “eu ganhei” aqui logo pra não perder a oportunidade, kkkkk… Brincadeiras à parte, era algo que eu já esperava. Como disse anteriormente, Jake vinha recebendo um feedback positivo em relação ao público e geralmente isso bate com a decisão final. Não sei se foi o mais preparado, contudo, por toda a evolução que percebi nele durante as semanas de competição, achei uma boa escolha. Tivemos uma temporada divertida e entrosada!! Kelly soube trabalhar bem com seu team e, como todos os outros, ficou a mercê do público para guiar suas estrelas até a final. Fico feliz por ela ter feito um excelente trabalho e por ter acompanhado essa incrível cantora até aqui. Espero vocês no próximo ano e um grande abraço!

– RENATA

Digo e repito, The Voice Us nunca decepciona em decepcionar. Uma das finais mais decepcionanted que já vi. Foi o mesmo que ver Craig Wayne Boyd, lá atrás, tirando o troféu de Matt McAndrew. Gente, foi por tão pouco, né?

Com esse comentário não estou dizendo que Jake não é bom, apenas não achei bom o suficiente para vencer os outros três concorrentes. Que o americano não sabe votar isso não é de hoje, mas numa final que tem Katie, Rose e meu cristal Ricky. Não é possível que fizeram isso? Entregaram pra mais um cowboy. Ai, a temporada foi tão boa que eu até estranhei não ter tantas injustiças até o momento. Deixaram logo pra final!

Em geral agradeço pela temporada que foi ótima, grandes momentos, grandes coaches, obrigada por esse time maravilhoso que rendeu tanto. Ano que vem voltamos com mais expectativa e decepção no final. Ainda não foi esse ano que levei o troféu, mas tenho fé que volto temporada que vem pra buscar o que é meu.

Ricky, você é o vencedor no meu coração! Vem cá.

 

O que acharam dessa temporada e principalmente do vencedor? Venham comentar conosco, e até a próxima edição!

 

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Team Mix Reality

#TeamReality no Mix de Séries é responsável pelos realities shows.

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