Os fãs do ator Omar Sy estavam com saudades de sua presença em tela, desde que Lupin ainda não retornou para novos episódios na Netflix. Mas a estrela assinou um contrato com a plataforma e irá estrelar alguns longas, incluindo a mais recente estreia, Os Opostos Sempre Se Atraem (The Takedown).
Os Opostos Sempre Se Atraem é um filme de ação e comédia francês, que tem a estrela de Lupin, Omar Sy, como protagonista. Junto dele está Laurent Lafitte (Dear Mother). A dupla interpreta dois policiais incompatíveis que se reúnem para assumir um caso criminal de alta escala que os envolve em perigo – e em uma comédia inesperada.
Mas vale lembrar que o ator de Lupin também estará retornando aos cinemas em breve. Isso porque ele irá reprisar seu papel como o treinador de dinossauros Barry Sembène no aguardado filme Jurassic World: Dominion.
Veja tudo o que você precisa saber sobre Os Opostos Sempre Se Atraem.
Qual a história de Os Opostos Sempre Se Atraem?
A sinopse oficial da Netflix diz: “Ousmane Diakité (Omar Sy, de Lupin) e François Monge (Laurent Lafitte) são dois policiais com estilos, origens e carreiras muito diferentes. Parecia ser um simples negócio de drogas, mas acaba sendo um caso criminal de alta escala envolto em perigo e comédia inesperada.”.

Quem está no elenco de Os Opostos Sempre Se Atraem?
Omar Sy e Laurent Lafitte estão interpretando os papéis dos policiais Ousmane Diakhité e François Monge.
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Juntando-se a eles em Os Opostos Sempre Se Atraem estão: Izïa Higelin (Summertime) como Alice, Dimitri Storoge (Made in France) como Brunner, Jean-Louis Tilburg (Some Like It Veiled) como Contrôleur, Léopold Bara (The Wolf’s Call) como Policier BRI, Luka Quinn (La Mante) como Fils Brunner e Caroline Mathieu (The Page Turner) como Caroline.
Vale a pena assistir Os Opostos Sempre Se Atraem na Netflix?
O filme Os Opostos Sempre Se Atraem não tem muito compromisso com a verossimilhança. Algo que a própria série Lupin não se pega, dado as grandes cenas que faz o público pensar ser impossível de acontecer na vida real. Em certos momentos, isso é bom, mas em outros não é. E discernir essa disparidade não é uma tarefa fácil.

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O título original não faz muito sentido, a premissa é ofegante, a partitura genérica reforça de forma musical o ditado de que nada disso deve ser levado a sério, então não espere nenhum filme profundo sobre divisão racial ou qualquer coisa policial problemática. Em Os Opostos Sempre Se Atraem o assunto sério é apenas mais uma brecha para cenas de comédia espertas. Então o espectador deve assistir Os Opostos Sempre Se Atraem apenas com a finalidade de escapismo.
Leterrier – que recentemente conseguiu o grande trabalho de sua carreira substituindo Justin Lin como diretor de Fast X – se baseia fortemente na escola de edição hiperfrenética de Michael Bay. Ou seja, espere explosões desenfreadas, no estilo Transformers.
Quando Leterrier se solta e encena uma longa perseguição de ação com karts rasgando um centro de diversão ou nossos protagonistas correndo por uma pista de boliche, pulando sobre bolas de boliche, o filme se torna estúpido. Mas divertido.
As brigas consistentes de Sy e Lafitte funcionam aos trancos e barrancos, mas a comédia soa um pouco infantil diante do roteiro. Então, como dissemos, assista sem compromisso.