Spoiler Alert: The Good Doctor, Watchmen, RuPaul’s Drag Race e mais novidades…

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Spoilers de The Good Doctor, Watchmen, RuPaul’s Drag Race e mais…

O que mais me atrai em continuar fazer a coluna Spoiler Alert, além de aprender e saber sobre séries trabalhando, é a possibilidade de apresentar um catálogo diversificado de títulos. Sendo assim, tenho o prazer de começar a coluna da semana com novidades sobre The Good Doctor Brooklyn Nine-Nine, cuja nova temporada estreia na próxima quinta-feira (06), nos Estados Unidos.

Além disso, também temos informações sobre o terceiro ano de The Masked Singer, que retornou na noite deste domingo (02), após o Super Bowl, assim como Watchmen, The L Word: Generation Q e RuPaul’s Drag Race. Por fim, algumas manchetes rápidas, idas e vindas de alguns elencos e o trailer da semana. Ufa! Então conto com sua leitura do Spoiler Alert desta semana, assim como seus comentários, críticas e sugestão de novidades.

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A gente gosta de drama

Quem assistiu o episódio de The Good Doctor da última segunda-feira (27) teve a oportunidade de ver a relação, ou a falta dela, entre Morgan (Fiona Gubelmann) e sua mãe, Caroline (Annette O’Toole), e seu irmão, Ariel (Allen Leech). Em conversa com o TV Line sobre Sex and Death, a atriz foi questionada sobre a possibilidade do retorno dos personagens dada a qualidade do episódio e a boa resposta da audiência.

“A porta está definitivamente aberta nesse sentido,” respondeu a atriz sobre a chance de retorno da família Reznick. “Mesmo que o relacionamento de Morgan e Ariel pareça ter mudado e esteja aparentemente reparado, penso que há muito o que explorar entre os dois. Até mesmo em termos de Morgan e sua mãe, há muita história para ser contada entre as duas,” concluiu.

Bem pensado

Brooklyn Nine-Nine felizmente nunca teve medo de tratar de temas complexos. Em todos esses anos, a comédia sempre surpreendeu pela forma na qual desafiou o senso comum e proporcionou formas diferenciadas de falar de questões complicadas. A boa notícia é que a sétima temporada trará tais ingredientes mais uma vez. Em conversa com o Los Angeles Times na última semana, o cocriador e produtor executivo, Dan Goor, garantiu que há a intenção de criar um episódio com questões sociais, mas que ‘é difícil’.

“Nós estamos tentando descobrir uma forma de fazer. É difícil. Eu não quero adiantar ou apressar nada. Queremos muito fazer um episódio falando sobre migração. Mas gostamos de fazer algo quando temos uma visão completa do assunto, e sentimos que nesse sentido não há qualquer nuance. Então ficou complicado fazer algo que não parecesse um vídeo promocional. E há um argumento de que, mesmo assim, talvez seria necessário fazermos. Então temos dedicado muitas conversas sobre o assunto. Quando fizemos um episódio sobre racismo estrutural na polícia, demoramos duas temporadas para acertar tudo,” concluiu.

Vamos manter o foco

O Super Bowl deste último domingo (02) não representou apenas um grande momento para anunciantes, amantes do esporte e consumidores de mídia, mas também para os produtores de The Masked Singer. Afinal, ter uma temporada lançada pelo maior evento televisivo e esportivo não é para qualquer título. Em conversa com a Billboard, a produtora prometeu algumas mudanças nesses novos episódios. “Nós mudamos o formato para trazermos três mini-temporadas. Então nós temos seis cantores em cada mini-temporada: grupos A, B e C. Começamos com seis em um grupo e vamos diminuindo para três,” disse.

“Em seguida vamos para o próximo grupo e assim sucessivamente até trazermos todos os cantores juntos para que tenhamos nove vencedores de cada grupo para competir entre si ao final. Acredito que ajuda os telespectadores quando temos um elenco tão grande quanto esse. Até porque é difícil você manter histórias e personagens se você está conhecendo dezoito pessoas ao mesmo tempo. É uma forma de deixar os telespectadores informados e direcionados a pequenos grupos. Fazendo com que, quando todos estiverem juntos, eles conhecem um pouquinho de cada nos 19 episódios,” concluiu.

Nada mudou

Mais um dia. Mais uma vez falando sobre o futuro de Watchmen. A última vez que ouvimos algo sobre o assunto foi quando o criador, Damon Lindelof, alertou que ‘não retornaria’ para uma eventual segunda temporada. Contudo, assim como foi o caso com Big Little Lies, a HBO quer muito que a equipe retorne para mais episódios e o canal possa colher os frutos (prêmios e audiência) dessa nova empreitada.

Em conversa com o Deadline durante o Writers’ Guild Awards do último sábado (1º), Lindelof abriu a uma nova possibilidade para que a série continue, caso essa seja a decisão. “Eu nunca vou fechar totalmente a porta para nada. Isso porque é provável que daqui a dois três anos eu tenha uma boa ideia e queira fazer mais. Essa possibilidade, contudo, é rara. Pensei que não há planos no momento para fazer mais de Watchmen,” disse.

“Se uma ideia aparecer, eu vou me empolgar sobre isso, mas não necessariamente pode ser uma ideia minha. Eu ficaria muito feliz se vier de outra pessoa. Então a minha posição continua a mesma,” concluiu.

E aquele gancho, como a gente fica?

Infelizmente, The L Word: Generation Q ainda não foi renovada pela Showtime. Contudo, quem está em dia com a série sabe que sua temporada terminou com (vários) ganchos. Em conversa com o The Hollywood Reporter, a showrunner Marja-Lewis Ryan esclareceu contou o que esperar caso o drama seja renovado para mais um ano.

“Nós não sabíamos se seríamos renovados ou não; existia uma possibilidade real de que esse era realmente o final,” afirmou. “Eu lembro que, durante as gravações, Rosanny [Zayas, a Sophie], veio até mim e disse, ‘Eu percebi que caso não sejamos renovados, eu ficarei sem saber o que acontece comigo após ser esculhambada no metrô’,” completou.

Mas afinal, quem ganhou a eleição? “Algumas pessoas ficaram curiosas sobre as eleições e qual a razão de não termos mostrado o resultado. Eu sempre digo, nós não estamos gravando Scandal. Nós não somos um drama político. Nossa proposta é saber o que acontece depois disso, como que vai afetar as amizades e relacionamentos? Essa é a série que estamos fazendo,” concluiu.

Spoiler Bônus

“A melhor forma de descrever a 12ª temporada de RuPaul’s Drag Race é ovaness*! Dê uma pesquisada,” disse RuPaul numa entrevista exclusiva para Entertainment Weekly. “Nossos produtores bolaram desafios incríveis e ousados que nos destacam diante da competição,” completa. “Nossos jurados-celebridades são verdadeiramente legendários. Nesse elenco de queens, eu ousaria dizer, são as mais talentosas na qual eu já trabalhei. Mesmo quando você pensa que já viu tudo, uma nova leva de rainhas aparece para bagunçar nossa cabeça novamente,” conclui RuPaul.

*De acordo com o Dicionário Urbano, o adjetivo quer dizer: ‘a satisfação de realizar um ato artístico [tipicamente dança] tão intenso que não deve ser visto como trabalho, tampouco uma performance bem elaborada. Mas sim, um instante em que o artista compartilha sua verdade, sem pretensão. Seria um ato completo de vida.

Rapidinhas

  • Nic Pizzolatto, que acaba de assinar com a Fox 21 TV Studios e FX Productions, vai desenvolver o novo drama do canal, Redeemer com ninguém menos que Matthew McConaughey, que também assinou com o FX, como protagonista. (The Hollywood Reporter)
  • Sabe a Protect & Gamble (ou simplesmente P&G), multinacional por trás da Gillette e Pampers? Pois bem, eles também vão produzir conteúdo igualzinho a Netflix e a Disney. A empresa fechou com a Stone Village Television e já tem projeto em vista, I Am Keats!, sobre igualdade de gênero. (Variety)
  • Meses após lançar o Disney+, a Walt Disney Co. está pressionando deputados do estado da Flórida a derrubar impostos em serviços de streaming e outras tecnologias. Caso isso seja feito, será uma renúncia fiscal de quase 200 milhões de dólares por ano. (Orlando Sentinel).
  • A CBS anunciou na última semana a renovação da novela The Young & The Restless para mais quatro temporadas, isto é estendendo a produção nas telinhas do canal, pelo menos, até a temporada 2023-2024. (People)

Entre Idas e Vindas

A Million Little Things: longe da TV aberta desde quando Code Black foi (injustamente) cancelada pela CBS anos atrás, Marcia Gay Harden já está com novo trabalho em vista. A atriz interpretará a mãe de Gary (James Roday), que não tem uma relação muito boa com o filho. Ela é Alice, que saiu de casa meses após o aniversário de dezessete anos de Gary. De acordo com o TV Line, ela aparecerá no décimo segundo episódio do drama, previsto para 06 de fevereiro.

Deputy: Jenny Gago, mais conhecida pelo seu trabalho em Southland, fará participantes recorrentes na primeira temporada do drama. A atriz interpretará Anjelica Reyes, uma mulher inteligente e amorosa que é mãe de Paula (Yara Martinez). Ainda não está claro quantos episódios ela participará, tampouco se há possibilidade dela se tornar regular.

Motherland: Fort Salem: Sarah Yarkin (de Single Parents) foi contratada para fazer participações recorrentes na nova série da Freeform. Ela será Libba Swythe, uma jovem de classe média alta, atlética e ambiciosa que ainda tem questões mal resolvidas com Abigail. Além da comédia da ABC, a atriz também fez  uma participação especial em American Horror Story.

Trailer da Semana: The Plot Against America

O título da nova produção da HBO sugere algo ao estilo da excelente 11/22/63, minissérie de ficção da Hulu que misturou a morte de John F. Kennedy com ficção científica. A boa notícia é que é isso mesmo. De David Simon (de The Wire) e Ed Burns, a série imagina o que os Estados Unidos seriam hoje caso tivesse sucumbido ao fascismo. A história é contada pela perspectiva de uma família judia e operária de Nova Jersey. O elenco é forte, se você quer saber. São Zoe Kazan, Morgan Spector, assim como Winona Ryder e John Turturro. A estreia acontece em 16 de março.

Confira abaixo.

Outras dicasAgatha Christie’s The Pale Horse | Queen Sono | Love Is Blind

E então, o que achou da nossa coluna desta semana? Deixem nos comentários e continuem acompanhando as novidades da sua série favorita aqui no Mix de Séries. Contudo. Sendo assim. Outrossim. The Good Doctor. The Good Doctor. Contudo The Good Doctor. Contudo. Por outro lado. Assim.

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Bernardo Vieira

Catarinense e estudante de direito. Escrevo sobre entretenimento desde 2010, mas comecei com política internacional depois da campanha americana de 2016. Adoro uma premiação e um debate político, mas sempre estou lendo ou assistindo algo interessante. Quer saber mais? Me pague um café e vamos conversar.

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